Quero agradecer os vários emails que tenho recebido e o carinho de todos que me visitam. Criei esse blog com o único objetivo de trocar ideias no trabalho com crianças na igreja. Também posto as lições de cada trimestre, que retiro do site http://www.advir.com/criancas/ onde baixo todos os auxiliares. Por isso não vejo a necessidade de colocar aqui, todas as partes de cada lição. Até quando puder continuarei postando apenas as histórias das lições, que estão nos auxiliares. Além de atividades e outras coisas mais. Espero estar ajudando e gostaria também de receber ideias novas. E assim continuar com esse site, que considero um trabalho na obra de Deus. Um grande abraço. Malu

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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Batalha Silenciosa

Lição 4 dos Primários  26 de outubro de 2013

VERSO PARA DECORAR “Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união!” Salmo 133:1.

Resumo da Lição

Deus confiou a Josué instruções exatas sobre como conquistar Jericó. Liderados por sete sacerdotes tocando trombetas de chifre de carneiro e levando a arca, o exército de Israel marchou em volta de Jericó uma vez por dia durante sete dias. No sétimo dia, marcharam em volta da cidade sete vezes e, depois do toque de trombeta, gritaram alto. Juntos, seguiam as instruções, e os muros de Jericó desabaram. Deus entregou Jericó nas mãos deles. Esta lição fala sobre comunidade. Quando o povo de Deus trabalha junto e obedece às Suas instruções, Ele abençoa os esforços unidos. A vitória é do Senhor, mas a comunidade tem uma parte a desempenhar ao trabalhar unida.

Lição Bíblica

Vivenciando a História

Personagens: Josué, sete sacerdotes tocando trombetas, quatro sacerdotes transportando a arca do concerto, soldados. (Grupo pequeno: Todos tocam trombetas, marcham, gritam.)

Montagem do cenário: Com antecedência, providenciar réguas ou varas para servirem de espadas; enrolar o papel sulfite em forma de cone para representar as trombetas; providenciar uma caixa de papelão pintada de dourado para representar a arca; desenhar pedras na faixa de papel para ser o muro. (O muro cai ao som das trombetas.) Vestir as crianças com roupas dos tempos bíblicos e envolvê-las interativamente na história bíblica. [Chamar Josué para ficar em pé no centro da sala.]

“Marchem em volta de Jericó”, Deus dissera a Josué, o líder de Israel. Hoje é o dia que vocês devem começar a marchar. Assim, todos da comunidade de Israel levantaram cedinho. – Venham aqui quatro sacerdotes para levar a arca do concerto – chamou Josué. Rápida e cuidadosamente os sacerdotes obedeceram. [Prontamente os sacerdotes se posicionam ao lado de Josué.] – Sete sacerdotes com trombetas – Josué chama novamente. – Fiquem em frente à arca. [Prontamente os sacerdotes se posicionam em frente à arca.] – Um grupo de soldados armados se posicione na frente dos sacerdotes e da arca – novamente pediu Josué. [Alguns soldados armados tomam seus lugares à frente da fila.] – O restante do exército segue a arca. [Os demais soldados armados se posicionam atrás dos sacerdotes com a arca.] Josué explica, então, que todos começarão a marchar quando os sacerdotes soprarem as trombetas. Eles, porém, não devem dar um grito de guerra nem levantar a voz. Um grito de guerra significava lutar contra o inimigo. Por que Josué não deixou Israel soar o grito de guerra? Porque todos deveriam confiar apenas em Deus. – Não digam nenhuma palavra até o dia que eu disser que vocês podem gritar – Josué relembrou. Eles apenas concordaram silenciosamente com a cabeça. Então, o longo desfile marchou em frente. Os soldados armados abriam caminho. Atrás deles, vinham os sete sacerdotes tocando as trombetas de chifres de carneiro. Depois, vinham os sacerdotes transportando a arca do concerto, seguida pelos demais. [Instruir os “israelitas” a marchar em volta da sala uma vez enquanto é narrado o seguinte:] Quando os israelitas se aproximaram de Jericó, viram que os portões da cidade estavam fortemente fechados. Sabiam que o povo de Jericó estava observando. Olhavam das janelas no alto das muralhas. Quando os sacerdotes pararam de tocar as trombetas durante uns poucos minutos [sacerdotes seguram as trombetas ao lado do corpo], o único som que se ouvia era o som de milhares de pés. O desfile dos israelitas deu toda a volta em torno de Jericó. Depois, os silenciosos israelitas marcharam de volta ao acampamento. No dia seguinte, o mesmo desfile partiu do acampamento israelita e marchou em direção a Jericó. [O desfile começa novamente.] Marcharam em torno de Jericó. Primeiro, os soldados. Depois, sete sacerdotes tocando trombetas. A seguir, os sacerdotes transportando a arca. E finalmente, mais soldados. As trombetas soavam. Os soldados marchavam. Ninguém falava. Cada soldado sabia que estava ajudando, apenas marchando e não dizendo nenhuma palavra. De novo, o desfile circundou a cidade. Novamente marcharam de volta ao acampamento. Que espécie de guerra era aquela? O povo de Jericó não sabia. As pessoas começaram a ficar com medo. O mesmo desfile em torno de Jericó aconteceu no terceiro dia. E também no quarto dia. No quinto e no sexto dias, a mesma coisa. Ao nascer do sol do sétimo dia, o longo desfile de soldados e sacerdotes mais uma vez deixou o acampamento israelita. Silenciosamente, partiram em direção a Jericó. As muralhas da grande cidade pareciam mais altas do que antes. O desfile deu mais uma vez a volta em torno da cidade. Dessa vez, porém, não voltou diretamente para o acampamento como fizera nos dias anteriores. Em vez disso, os soldados e sacerdotes deram uma segunda volta ao redor da cidade. Depois, marcharam pela terceira vez em volta da cidade. [Os “israelitas” marcham continuadamente em volta do muro enquanto a história é narrada.] Marcharam sete vezes em volta da cidade. Ninguém falava, ninguém gritava. Ninguém saiu do desfile. Todos queriam ajudar ao trabalharem juntos como Josué os orientara. Então, o desfile parou. Os sacerdotes levaram as trombetas aos lábios e sopraram fortemente. – Gritem – ordenou Josué. O Senhor lhes tem dado a cidade! [Incentivar “Josué” e seus soldados a gritar.] Os soldados dobraram a cabeça para trás e gritaram com todas as forças. Então, o que era completamente inesperado, absoluta e positivamente impossível, aconteceu. Com um estrondo ensurdecedor, os muros de Jericó se partiram e vieram abaixo. Os israelitas apressadamente entraram em Jericó e tomaram a cidade. Deus havia entregue Jericó às mãos de Israel. A vitória era de Deus. Mas os israelitas fizeram a sua parte. Tinham trabalhado juntos, enquanto Josué os instruía.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Travessia do Rio Impetuoso

Lição 3 Primários 19 de outubro de 2013

VERSO PARA DECORAR “O Senhor fará maravilhas entre vocês.” Josué 3:5.

Resumo da Lição

Os israelitas estavam prontos a entrar na Terra Prometida. Mas diante deles se encontrava o rio Jordão, intransponível na estação das cheias. Deus instruiu Josué para pedir ao povo que seguisse os sacerdotes que levavam a arca do concerto em direção ao meio do rio. Tão logo os pés dos sacerdotes tocaram a água, o rio, em sua parte de cima, parou miraculosamente de correr, enquanto as águas continuavam a correr rio abaixo. O povo atravessou o rio em terra seca, e construiu um memorial pelo que Deus fez por eles naquele dia. Esta lição fala sobre comunidade. Da mesma maneira que Josué dirigiu os sacerdotes para a liderança dos israelitas na travessia das águas do rio Jordão, a igreja ainda necessita e depende de bons líderes. O Senhor nos dá líderes para nos encorajar e inspirar a fazer grandes coisas para Ele e para nos ajudar a lembrar como Deus nos liderou no passado.

Lição Bíblica

Vivenciando a História

Personagens: um adulto ou adolescente para desempenhar a parte de Josué. Quatro alunos para a parte de sacerdotes. Os outros alunos serão os israelitas. Acessórios: alguma coisa para representar a arca do concerto (uma caixa pintada de amarelo-ouro presa a duas varas). Dois pedaços de alguns metros de comprimento de tecido ou TNT azul. Fio de náilon amarrado em cada extremidade do tecido ou TNT, escondido sob o tecido. As extremidades amarradas com o fio de náilon precisam se encontrar ao meio. (Ver esboço acima.) Montagem do cenário: Arrumar o tecido de tal forma que auxiliares adultos possam puxar as pontas do fio de náilon para que o rio Jordão se divida ao meio, no sentido do comprimento. Colocar as crianças de um lado do “rio”.

Meu nome é Josué. [Josué está em pé em frente à classe.] Sou o mais novo líder dos israelitas, agora que Moisés morreu. Fui o ajudante de Moisés durante longo tempo, mas imagino que algumas pessoas estão duvidando de que Deus ainda está conosco assim como esteve com Moisés quando era nosso líder. Quarenta anos atrás Deus prometeu que nos guiaria à Canaã. Agora, estamos bem próximos dela. Essa é a Terra Prometida, bem ali! [Josué aponta em direção ao outro lado rio.] Mas temos um problema. É primavera. Ultimamente tem chovido muito, faz muito calor e a neve das montanhas está começando a derreter. Há muita água sendo despejada no rio Jordão. O rio está transbordando, e muito. Em outras épocas, há diversos lugares em que é fácil atravessar o rio, mas agora há um curso de água impetuoso e abundante. Por isso, não há como alcançar o outro lado do rio. Ó, esperem um minuto! [Josué coloca uma das mãos ao ouvido como se ouvisse atentamente alguma coisa.] Deus está me dizendo alguma coisa. [Josué continua a ouvir e balança a cabeça.] Ah! Ah! Sim! Ah! Realmente? [Surpreso.] Sim! Sim! Naturalmente! [Ele se volta para a multidão.] Ouçam cuidadosamente, amigos. Vou lhes dizer o que o Senhor me falou. Ele fará coisas maravilhosas entre nós. É o que vai acontecer. Os sacerdotes levarão a arca do concerto e a levarão nos ombros. Eles entrarão no rio Jordão. Todos vocês os seguirão. Tão logo os pés dos sacerdotes toquem a água, Deus diz que as águas do Jordão se amontoarão como uma muralha. Os sacerdotes permanecerão no meio do rio com a arca enquanto todos vocês atravessarão para o outro lado do rio. Quando todos tiverem atravessado para o outro lado, então, os sacerdotes os seguirão. Vocês estão prontos? Vamos em frente! [Pedir que os sacerdotes carreguem a “arca” em direção ao “rio” que foi criado. Tão logo os pés dos sacerdotes alcancem a margem, auxiliares adultos deverão puxar os fios de náilon para que os israelitas atravessem o rio em solo seco. Pedir que os sacerdotes permaneçam no meio do rio enquanto as outras pessoas atravessam. Por último, passam os sacerdotes. Depois de os sacerdotes passarem, puxar os fios para juntar as águas do Jordão.] Louvem a Deus! [Josué gesticula alegremente.] Vejam o milagre que Deus operou por nós! Que coisa maravilhosa Ele fez! Deus ainda está ao nosso lado, justamente como esteve com Moisés. Ele não nos abandonará agora que entraremos na terra que Ele nos prometeu. Louvem ao Senhor!

Encerramento

Orar especificamente pelos líderes da igreja local. Orar para que os alunos reconheçam que tais líderes vêm de Deus, e que elas farão tudo o que puderem para cooperar com esses líderes. Orar pelos alunos da classe para que cresçam e se tornem bons líderes para outros.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Hora de Escolher

Lição 11 dos Adolescentes 10 de setembro de 2011

História Bíblica: Josué 23; 24.
Comentário: Patriarcas e Profetas, capítulo 49.

I. SINOPSE

De acordo com a evidência bíblica, quando Israel conquistou Canaã, Josué era o israelita mais antigo do grupo. E que vida ele levou! Provavelmente ele havia suado sob o sol escaldante do Egito, trabalhando nos projetos de Faraó; observado com admiração como as dez pragas forçaram uma nação a se submeter; comemorado a salvação à beira-mar; lutado com os amalequitas no deserto; acompanhado Moisés na escalada do Monte Sinai; espionado a Terra Prometida; e quatro décadas depois conduziu os israelitas de vitória a vitória em Canaã. Quando Josué falava, as pessoas ouviam. Em sua mensagem de despedida, Josué lembrou o povo de como Deus os havia conduzido, então não mediu as palavras: Sirvam a Deus e prosperem, ou O ignorem e... virá a desgraça. Josué conduziu o povo na renovação do concerto com Deus, contudo traçou uma linha clara para eles. Comprometer-se é assunto sério, ele insistiu. Deus é zeloso. Ele não aceitará nada menos do que rendição completa – de nossos pensamentos, nossas ações, nossos motivos, nossa mente. Ele é responsável por todas as coisas boas que nos aconteceram, e agora deseja que retribuamos o favor. Foi uma convocação séria, mas nunca se esqueça de que até isso estava fundamentado na graça. Da mesma forma, Deus lembrou os israelitas: “Eu lhes causei pânico para expulsá- los de diante de vocês. [...] Não foram a espada e o arco que lhes deram a vitória. Foi assim que lhes dei uma terra que vocês não cultivaram e cidades que vocês não construíram. Nelas vocês moram, e comem de vinhas e olivais que não plantaram.” Josué 24:12 e 13. Nesta lição seus alunos explorarão questões tais como: • Os dois enganos de pensar que Deus passará por alto o pecado, e a ideia de que as pessoas podem de alguma maneira ser boas o sufi ciente para serem salvas. • A importância de servir a Deus por amor e não por interesse ou medo do castigo. • A certeza de que Deus fará conforme o que Ele prometeu.

ENSINANDO I.

INICIANDO

Atividade

Encaminhe os alunos à seção da lição intitulada O Que Você Acha? Depois que eles tiverem concluído a atividade, discuta suas respostas. Discuta o significado de “coragem”, de acordo com a aplicação de Josué. Peça que seus alunos deem exemplos de algumas das ações mais corajosas que eles já praticaram ou viram. Se tiver um grupo grande, peça-lhes para votar levantando a mão para as ações que eles consideram mais corajosas: Rejeitar um trabalho em que eles ganhariam mais, porém teriam que trabalhar no sábado. Orar por alguém que nem olha na sua cara. Fazer sem reclamar o que seu pai pediu, embora isso pareça extremamente injusto, enquanto sua irmã sai para passear. Convidar alguém que normalmente não faz parte do seu grupo de amigos para participar de alguma atividade. Falar para algum parente que despreza sua religião o quanto Deus o ama, e você também. Ilustração Conte esta ilustração com suas próprias palavras: Era um esquema perfeito. Os cassinos administrados pelas tribos de índios americanos queriam pessoas influentes para fazer lobby em seu favor. Entra em cena Jack Abramoff, o homem que possuía todas as ligações. Quando legisladores tentavam fechar o negócio deles, Abramoff estava lá, feliz em ajudá-los a continuar no negócio – pelo preço certo, é óbvio. Quando um cassino queria que o governo fechasse um concorrente, Abramoff estava lá também, dando uma força. Na verdade, algumas vezes ele até ajudava o cassino concorrente ao mesmo tempo. Dessa forma, não importava que lado vencia, ele se dava bem e conseguia muito dinheiro com isso. Em 1999 o Estado do Alabama pensou em começar sua própria loteria. Para a tribo Choctaw, vizinha de Mississippi, isso significava concorrência para seus cassinos. Então eles chamaram Abramoff. Abramoff chamou seu velho amigo Ralph Reed, que havia se tornado famoso como o primeiro diretor do grupo político Coalizão Cristã. Abramoff pagou a Reed 1,3 milhão para encorajar os cristãos de Alabama a fazerem oposição à loteria estadual. Através de anúncios na rádio, inserções em comunicados da igreja, e dos pastores que incitavam suas congregações, os cristãos de Alabama acharam que estavam envolvidos numa grande causa moral. O que eles não sabiam era que o dinheiro que eles estavam usando para fazer oposição à propagação do jogo vinha de um cassino. A triste saga nos lembra que, como Jesus disse: “Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro.” Mateus 6:24, NTLH. Abramoff foi declarado culpado de conspiração, fraude e sonegação de imposto, e a carreira de seus amigos foi manchada para sempre. Como na história de Acã, a mensagem de despedida de Josué nos lembra de que não podemos servir a Deus e ao mundo – precisamos escolher. Embora a graça de Deus esteja sempre disponível, sofreremos as consequências e deixaremos de receber as bênçãos de Deus se tentarmos levar uma vida dupla, com um pé no arraial de Deus e o outro no mundo.

II. ENSINANDO A HISTÓRIA

Uma Ponte Para a História

Apresente o texto a seguir em suas próprias palavras: “Josué lutou a batalha de Jericó, e os muros vieram ao chão.” Impressionante – mas não menos impressionante do que seu legado de uma nação que entregou seu coração a Deus por duas gerações. Josué abriu o jogo: Não há dois caminhos – você vai seguir a Deus ou fazer as coisas à sua maneira? “Faça sua escolha”, Josué disse. “Você pode seguir os deuses inúteis a quem seus ancestrais adoraram, que não fizeram nada por eles, ou pode seguir ao Deus Todo-Poderoso. Vou continuar seguindo a Deus, e minha família também fará isso. E você?” Aplicando a História (Para Professores) Após ler com seus alunos a seção Estudando a História, use as perguntas a seguir, em suas próprias palavras, para discutir com eles. Por sua natureza, o amor não pode ser forçado. Quando Josué repetiu o chamado de Moisés para seguir a Deus (veja Deuteronômio 30), ele desejava que os israelitas servissem a Deus de boa vontade, como uma resposta natural ao amor de Deus por eles. Seguir a Deus requer dedicação e comprometimento. Como Deus recomendou que os israelitas mantivessem o foco nEle? Peça que um aluno leia Deuteronômio 6:4-9 e 11:16- 21. Explique que ainda hoje as pessoas que seguem rigorosamente o judaísmo conservam um pequeno pergaminho, com as palavras de Deuteronômio 6:4-9 e 11:13-21, preso a cada um dos batentes da porta. O recipiente e o pergaminho são conhecidos como mezuzah. Peça que seus alunos deem ideias sobre como podemos aplicar esse princípio a nossa vida espiritual hoje. Pergunte aos alunos que palavras lhes veem à mente quando ouvem a palavra “lei”. Por que com frequência lei tem uma conotação negativa? Como Satanás tem distorcido o conceito das pessoas de seguir a Deus com todo o coração? Peça que um aluno leia Lucas 18:18-23. Como uma típica pessoa moderna se relacionaria com essa história? Os israelitas amavam a lei de Deus. Divida os alunos em grupos, para que cada grupo leia uma seção diferente do extenso Salmo 119 (o mais longo capítulo da Bíblia). Peça que cada grupo encontre razões pelas quais o autor do Salmo 119 se regozijava na lei, e partilhe suas respostas com o grupo maior. Algumas respostas podem ser que a lei dá vida, traz liberdade, fortalece o espírito, impede que as pessoas sejam egoístas, etc. Ainda assim, as pessoas atualmente têm muitos pontos de vista distorcidos da lei de Deus. Se possível, apresente seu testemunho pessoal ou peça que um convidado fale sobre como sua visão da lei de Deus mudou quando o Espírito Santo o conduziu, e como Deus o tem abençoado desde que ele passou a ter uma compreensão melhor dEle. Desafie seus alunos a viverem com o foco nas coisas celestes, como Jesus recomendou na história do jovem rico.

Apresentando o Contexto e o Cenário

Use as informações a seguir para elucidar a história para seus alunos. Explique em suas próprias palavras. Adorar a deuses cananeus como Baal e Aserá era um negócio complicado e arriscado, mas definitivamente mantinha você ocupado. O problema era que os deuses eram muito imprevisíveis. Certamente eles eram poderosos e surpreendentes, mas eram enjoados e precisavam de muita insistência para serem convencidos. Os cananeus acreditavam que seus deuses precisavam ser regularmente lembrados de tomar conta deles, de continuar enviando chuva e sol nas quantidades necessárias, de lhes dar bebês saudáveis, de manter suas plantações livres de serem destruídas por uma virada do clima. A fertilidade era tudo para os cananeus, por isso seus rituais religiosos sempre eram em homenagem aos deuses a quem eles atribuíam a origem de comida e dos bebês. Você nunca estaria certo quanto aquilo que agradaria aos deuses pagãos, mas Deus expôs isso claramente aos israelitas. O Deus Criador não precisava ser persuadido a sair de Sua caverna celestial para ajudar Seu povo. Finalmente aqui estava um Deus em quem você poderia confiar, poderia reivindicar Sua palavra. Deus tornou-Se próximo ao fazer um acordo com as pessoas: Você fará isso, e Eu cuidarei de você. Estarei atento a você – na verdade, o cumularei de bênçãos que você terá que ver para crer. Era uma religião baseada não em rituais, mas em relacionamento. Quando Josué insistiu com Israel para deixar o pecado e seguir a Deus, ele desejava que eles seguissem a Deus por amor, não porque temiam o castigo ou desejassem recompensa. Nos próximos mil anos, Israel oscilou da idolatria à hipocrisia. Na época de Isaías, Deus estava cansado de sua piedade superficial, seu egoísmo e avidez pelo poder embrulhados numa roupagem religiosa. “Parem de trazer ofertas inúteis!” Deus pediu. “O incenso de vocês é repugnante para Mim. Luas novas, sábados e reuniões! Não consigo suportar suas assembleias cheias de iniquidade.” Isaías 1:13, NTLH. Deus desejava uma religião que não estivesse baseada em formalidades e aparência, mas uma religião que transformasse as pessoas de dentro para fora e mudasse a maneira deles tratarem os outros. “Removam suas más obras para longe da Minha vista! Parem de fazer o mal, aprendam a fazer o bem! Busquem a justiça, acabem com a opressão. Lutem pelos direitos dos órfãos, defendam a causa da viúva.” Isaías 1:16 e 17, NTLH. O apóstolo contrastou isso desta forma: “Deus é luz; nEle não há treva alguma. Se afirmarmos que temos comunhão com Ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andarmos na luz, como Ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, Seu Filho, nos purifica de todo pecado.” 1 João 1:5-7.

Resumo

Apresente os pensamentos a seguir em suas próprias palavras: Josué convocou seu povo a escolher – ou se perder. Havia ainda muito território para ser conquistado, e a complacência apenas conduziria à calamidade. Ou as pessoas avançariam pela fé, ou sucumbiriam à desgraça. Hoje, um mundo que conhece bem pouco o amor de Deus espera por nós, e necessita que nós o demonstremos. As pessoas se perdem por não terem uma clara compreensão da misericórdia, paciência, perdão e ansiedade de Deus para nos transformar. Jesus oferece nova vida a todos que O invocarem. Jesus nos convida a vivermos a alegre expectativa de Seu breve retorno, e Mateus 25:34- 36 nos diz algo sobre como devemos gastar nosso tempo como cristãos num mundo arruinado. É uma vida de coragem em frente à adversidade, de carinho e compaixão por aqueles que estão envolvidos pelo pecado, de comprometimento com os princípios de amor e fidelidade de Cristo, e com as expressões criativas do caráter de Deus.

Dicas Para um Ensino de Primeira Linha

Pensar e aplicar – esses são dois dos mais importantes objetivos para seus alunos em cada aula semanal. Você quer que eles pensem sobre o assunto e compreendam sua relevância e implicação para a vida deles. É seu desejo que eles apliquem na vida diária o que tem sido discutido. Toda classe é composta de diferentes temperamentos. Alguns alunos sempre têm algo a dizer sobre o assunto, e precisam aprender a dar aos outros a chance de falar. Outros alunos precisam ser gentilmente tirados de sua zona de conforto para participar e falar. Ainda assim, todo aluno tem a capacidade de surpreender você. Enquanto orienta seus alunos acerca de um assunto, sempre mantenha em mente como as questões podem modelar a vida diária deles. A natureza humana – e o amor de Deus – não mudaram em 3.000 anos. Para uma lição como a desta semana, que se centraliza em tomar uma posição, ajude seus alunos a perceberem que seguir a Deus não é apenas uma lista de “faça” e “não faça”; é uma atitude, uma maneira de compreender e relacionar- se que determina como eles enfrentarão as coisas na vida.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Tomando Posse

Lição 10 dos Adolescentes 3 de setembro de 2011

História Bíblica: Josué 10:40-43; 11; 14–22.
Comentário: Patriarcas e Profetas, capítulo 48.

I. SINOPSE

Josué é um livro dramático – e de cuidadosos registros. Para seus leitores, a mensagem é clara: Permaneça fiel a Deus, e Ele será fiel ao que prometeu a você. E no estabelecimento dos israelitas na tão aguardada terra, há lições para aprender sobre relacionamentos, confiança, graça de Deus, fé em ação, e amor fraternal. A história começa com os israelitas em marcha, aniquilando uma cidade após outra numa varredura dirigida por Deus. Então surge um fato encantador e comovente: o idoso Calebe dizendo a Josué: “Deixe-me tomar aquela região que espionamos juntos no passado. Estou tão forte hoje quanto estava quando era mais jovem, e com a ajuda de Deus estou pronto para fazer isso.” A coragem de Calebe deve ter feito com que Josué sentisse um nó na garganta, e ele concedeu o que o idoso homem pediu. Se havia alguém que merecia uma aposentadoria tranquila era Calebe, mas Calebe não pensava nisso. Calebe conquistou Hebrom, expulsando os três filhos de Anaque, e realizou ainda novas conquistas. Depois, tem as cidades de refúgio, cada uma estrategicamente localizada para que estivesse a meio dia de viagem de qualquer lugar em Israel. Ellen White escreve que Deus preferiu não abolir o costume da vingança particular, mas designou essas cidades, para que ninguém fosse executado por causa de um assassinato acidental ou pelo testemunho de apenas uma pessoa. O assassino inadvertido estava seguro desde que ele permanecesse do lado de dentro dos muros da cidade. A história do altar das tribos de Gade, Rúben e Manassés serve como advertência para os julgamentos apressados por falta de comunicação. Felizmente essa história teve um final feliz. Essas histórias das celebrações e dos desafios de Israel fazem-nos refl etir bastante. Ajude seus alunos a descobrirem os seguintes pontos: • Deus nos capacitará quando seguirmos a direção do Seu Espírito. • A graça ajusta nossas ações contra aqueles que têm nos feito mal, e Cristo é nossa proteção enquanto permanecemos nEle. • Devemos evitar julgamentos apressados das motivações dos outros. Acusações maldosas são características de Satanás (Apocalipse 12:10 o chama de “acusador dos nossos irmãos”, e a palavra grega diablos significa “difamador”).

II. ENSINANDO A HISTÓRIA

Uma Ponte Para a História

Apresente o texto a seguir em suas próprias palavras: Um antigo desenho mostra um cachorro finalmente alcançando o carro da família depois de uma longa perseguição na rodovia. O título? “E agora?” Você conseguiu o troféu. Você conquistou o cara ou a garota. Você chegou à Terra Prometida. É onde termina o filme – e começa a vida real. Diferente de um filme da Disney, finais felizes exigem mais do que cenas bonitas e músicas emocionantes. Os israelitas antigos enfrentaram todo tipo de problemas quando chegaram finalmente a Canaã. Deus prometeu capacitá-los em todas as coisas – mas isso significava deixá-los livres. Era hora dos israelitas se desenvolverem ou falirem. O maná não mais cairia do céu. Então havia campos para cultivar e colheitas para fazer. Surgiram novas tentações, mas a maior delas permanecia: a tentação de esquecer Quem os havia conduzido até ali. Aplicando a História (Para Professores) Após ler com seus alunos a seção Estudando a História, use as perguntas a seguir, em suas próprias palavras, para discutir com eles. “Creia no Senhor Jesus e você será salvo.” Atos 16:31, NTLH. Se a salvação é tão simples, por que é tão difícil aceitar que Deus está atento a nós? As cidades de refúgio fornecem uma ilustração esclarecedora de salvação. Todos somos culpados de assassinato – o assassinato de Jesus Cristo, Filho de Deus. E ainda assim existe uma cidade de refúgio – a mesma Pessoa, nosso Criador e Redentor, Jesus. Se tentarmos nos defender, seremos vítimas da vingança do inimigo, mas se nos apegarmos à misericórdia de Jesus, nossa proteção e salvação estão asseguradas. Isso é graça – a mais pura e simples graça. E ainda há outra questão: Como então devemos viver? É um assunto profundo, e vários livros no Novo Testamento o exploram. Peça que os alunos se revezem na leitura de Romanos 6:2-14. Esse é o mistério e a beleza de permanecer em Cristo. A graça de Deus não apenas cobre nossos pecados – ela nos capacita a vivermos de forma a refletir o amor de Cristo. Discuta com seus alunos o que significam para eles o sacrifício de Jesus, a oferta de Jesus de perdão e salvação, e “permanência em Cristo”. Eles lutam com o conceito de segurança da salvação? Ficam confusos com assuntos como a graça, sobre se devem ou não contribuir de alguma maneira para “obter” a salvação? Diga que quando caminhamos com Cristo diariamente, aprofundando nosso relacionamento com Ele, o Espírito Santo nos orienta em tudo o que fazemos para que outros possam ver Cristo em nós – não para que sejamos salvos, mas porque estamos salvos, e para que outros possam ser salvos através de nosso testemunho. Apresentando o Contexto e o Cenário Use as informações a seguir para elucidar a história para seus alunos. Explique em suas próprias palavras. Enquanto milhares morreram no deserto, Calebe sobreviveu para entrar na Terra Prometida. Qual a diferença básica? Uma 51 atitude positiva. Depois que as pessoas se rebelaram em Cades-Barneia, Deus pensou em desistir deles e dar continuidade a Seus planos apenas com os descendentes de Moisés. Quando Moisés intercedeu pelos israelitas, Deus declarou: “que nenhum dos que viram a Minha glória e os sinais miraculosos que realizei no Egito e no deserto, e Me puseram à prova e Me desobedeceram dez vezes nenhum deles chegará a ver a terra que prometi com juramento aos seus antepassados. Ninguém que Me tratou com desprezo a verá. Mas, como o Meu servo Calebe tem outro espírito e Me segue com integridade, Eu o farei entrar na terra que foi observar, e seus descendentes a herdarão”. Números 14:22-24. A atitude de Calebe de “vamos confiar em Deus e avançar” é uma inspiração para nós hoje. Sempre haverá obstáculos, especialmente se nos focalizarmos neles, mas uma atitude piedosa vê oportunidades para Deus ser glorificado. As cidades de refúgio nos lembram da importância de permanecer em Cristo. O conceito tem conduzido muitos ao legalismo, mas a realidade é que somos convidados a entrar no descanso de Cristo – um refúgio da religião baseada em obras, do pensamento de que podemos fazer o que bem entendemos com a nossa vida. Ellen White escreve: “Há necessidade de constante vigilância e de fervorosa e terna dedicação; isso, porém, virá naturalmente, se a alma é guardada pelo poder de Deus, mediante a fé. [...] Deus aceitará a cada um dos que se chegam a Ele, confiando inteiramente nos méritos de um Salvador crucificado. Brota o amor no coração. [...] O dever torna-se um deleite, e um prazer o sacrifício.” – Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 353 e 354. Ellen White descreve a vida em Cristo como uma vida de descanso. “A consciência encontrará descanso em Cristo. Ele é o ‘Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo’. À medida que cremos nEle, somos transformados à Sua semelhança. Sua imagem é gravada no coração. Seu amor é refletido para o mundo em nossas palavras e ações. Assim é revelado ao mundo o poder que a verdade possui para santificar quem a recebe. Sob os brilhantes, gloriosos raios da justiça de Cristo, o ser humano se torna puro e santo.” – Southern Worker, 9 de julho de 1903, par. 2. A controvérsia a respeito do altar inesperado trouxe à lembrança a apostasia em Baal Peor, quando os israelitas foram conduzidos à imoralidade sexual e à morte, e o roubo de Acã, quando o pecado de um homem trouxe desgraça a todo Israel. Os israelitas estavam escaldados, e se apressaram para defender a comunidade da apostasia e idolatria. Felizmente, Fineias e os líderes manifestaram o que Stephen Covey, especialista em negócios e família, chama de um dos “sete hábitos das pessoas altamente eficazes”: “Procurar primeiro entender, para então ser entendido.” Porque não se apressaram em julgar, não apenas uma tragédia foi evitada, mas foram revelados uma bela harmonia entre as pessoas e um tributo a Deus.

Resumo

Apresente os pensamentos a seguir em suas próprias palavras: A paciência de um homem de 85 anos de idade foi recompensada. Proteção do castigo e descanso em Cristo. Uma desgraça evitada graças à disposição de averiguar os fatos e à orientação do Espírito Santo. Esses temas entrelaçados apresentam um quadro do evangelho – não apenas na teoria, mas na prática, demonstrando como ele molda nossas atitudes e relacionamentos. Uma visão realista da vida cristã reconhece que ela não é um deixar-se levar pela brisa nem uma constante luta pela aceitação de Deus. A vida tem desafios, mas o amor de Deus traz tanto segurança como capacitação. Devemos enfrentar os desafios da vida com o desejo de glorificar a Deus. Para muitas pessoas, a parte mais difícil da vida cristã é lidar com outros cristãos. Como diz o antigo ditado: “Viver no Céu com os santos que amo, será uma glória. Mas viver aqui com os santos que conheço – bem, essa é outra história.” A paciência demonstrada por Fineias e pelos outros líderes das tribos ao ouvirem com cuidado o relato ajudaram Israel a compreender que as diferentes tribos não eram tão diferentes, afinal – elas estavam unidas no desejo de exaltar a Deus e adorá-Lo.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Que Mancada!

Lição 9 dos Adolescentes 27 de agosto de 2011

História Bíblica: Josué 10.
Comentário: Patriarcas e Profetas, capítulo 47.

PREPARANDO-SE PARA ENSINAR

I. SINOPSE

Com frequência se diz que a experiência é o melhor professor. O episódio registrado em Josué 9 e 10 parece contrariar essa declaração. Se a experiência é ou não é o melhor professor é uma discussão que vai ficar para outro dia. Talvez isso tenha acontecido poucos dias depois que Israel foi forçado a lutar com Ai pela segunda vez. Por que pela segunda vez? Porque Josué e os outros líderes da nação falharam em consultar a Deus antes de começar a batalha contra Ai (Josué 7:1-4). Esse erro levou à morte de vários israelitas e a uma humilhante derrota. Nesse contexto, eles renovaram seu concerto com Deus, prometendo buscar a sabedoria e a orientação divina antes de tomar importantes decisões. Eles haviam prometido obedecer a Deus. Pouco tempo depois, os vemos cometerem o mesmo erro que cometeram em Ai. Os espertos habitantes de Gibeão, cujos espiões talvez tenham escutado as promessas que os israelitas estavam fazendo a Deus, em Ebal e Gerizim, de destruir todos os habitantes de Canaã, se aproximaram com uma armadilha perfeita. Vestidos como indigentes, eles se apresentaram como estando em busca de ajuda – e um pacto. Josué mordeu a isca, e mais uma vez deixou de consultar a Deus. A Bíblia diz que eles “não pediram conselho ao Senhor” (Josué 9:14, VARA). Israel assinou o acordo enganoso e as consequências foram imediatas. Adoni-Zedeque, então rei de Jerusalém, se aliou a cinco reis amorreus e tramou atacar o povo de Deus. Por quê? Ele ficou furioso com a submissão incondicional de Gibeão sem lutar. Israel teria que enfrentar esses reis de qualquer maneira, mas certamente essa não foi a maneira escolhida por Deus. Quando os reis atacaram Gibeão para destruí-la, Israel foi obrigado a defender uma nação cujo povo eles mal conheciam, apenas para honrar um acordo desonesto. Depois desse fiasco, Israel obedece a Deus e destrói totalmente Adoni-Zedeque e os cinco reis amorreus. Então, Deus dá um tempo para que Seu povo vença seus inimigos (Josué 10:12 e 13). Que Deus! Deus tinha todo o direito de permitir que eles perecessem nas mãos de seus inimigos, mas Ele não reage como você ou eu faríamos. Ele prometeu a Seu povo um lugar para chamar de lar, e Ele cumpriu Sua palavra – novamente.

II. ENSINANDO A HISTÓRIA

Uma Ponte Para a História Apresente o texto a seguir em suas próprias palavras: Uma coisa é certa numa época de engano, aqueles que permanecerem confiáveis, honestos e dignos de confiança serão procurados. Agora, mais do que nunca, Deus está chamando Seu povo para serem pessoas honestas e íntegras. Deve ter servido de bom exemplo para os gibeonitas quando observaram os israelitas irem em seu resgate, honrando um acordo que eles idealizaram sobre uma mentira. Ellen White esclarece a importância da decisão de Israel de honrar o acordo. Ela escreve: “Os gibeonitas haviam-se comprometido a renunciar à idolatria, e aceitar o culto a Jeová; e a conservação de sua vida não era uma violação da ordem de Deus para destruir os idólatras cananeus. Portanto os hebreus não se comprometeram pelo seu juramento a perpetrar pecado. E, se bem que o juramento fosse conseguido pelo engano, não deveria ser desrespeitado. O dever a que fica empenhada a palavra de qualquer pessoa deve ser considerado sagrado, caso não a obrigue à prática de um ato mau. Nenhuma consideração de lucro, desforra, ou de interesse próprio, pode de qualquer maneira afetar a inviolabilidade de um juramento ou compromisso.” – Patriarcas e Profetas, p. 506.

Apresentando o Contexto e o Cenário

Use as informações a seguir para elucidar a história para seus alunos. Explique em suas próprias palavras. 1. O Lugar Onde Salomão Recebeu a Bênção. Gibeão, o território cujos habitantes enganaram Josué, também foi cenário de muitos acontecimentos interessantes. Observe um desses acontecimentos em 1 Reis 3:5-9: “Em Gibeão o Senhor apareceu a Salomão num sonho, à noite, e lhe disse: ‘Peça-me o que quiser, e Eu lhe darei.’ Salomão respondeu: ‘Tu foste muito bondoso para com o Teu servo, o meu pai Davi, pois ele foi fiel a Ti, e foi justo e reto de coração. Tu mantiveste grande bondade para com ele e lhe deste um filho que hoje se assenta no seu trono. “‘Agora, Senhor, meu Deus, fizeste o teu servo reinar em lugar de meu pai Davi. Mas eu não passo de um jovem e não sei o que fazer. Teu servo está aqui entre o povo que escolheste, um povo tão grande que nem se pode contar. Dá, pois, ao teu servo um coração cheio de discernimento para governar o Teu povo e capaz de distinguir entre o bem e o mal. Pois quem pode governar este Teu grande povo?’” Gibeão se destaca de forma notável na vida de Israel desde Josué até o rei Salomão. 2. Espécimes Gigantes. Na Bíblia, os amorreus são descritos como um povo poderoso de grande estatura. Em Deuteronômio 3:11 (NTLH) temos uma sugestão quanto à sua elevada altura: “Ogue, rei de Basã, foi o último rei da raça de gigantes chamados refains. A sua cama, feita de ferro, media quatro metros de comprimento por um metro e oitenta de largura.” Ogue, o último dos reis amorreus não era um homem pequeno, e isso apenas nos dá uma ideia de como os amorreus eram vistos pelos israelitas. A despeito de seus impressionantes dotes físicos, os israelitas os destruíram totalmente, com a ajuda e o apoio de Deus. 3. Gibeão Escavada. De acordo com o site Bibleplaces.com, a antiga cidade de Gibeão foi descoberta. “Escavada por James Pritchard (1956-62), Gibeão tem ruínas significativas especialmente dos dias dos israelitas. O impressionante é que entre esses achados estão 63 adegas dos séculos 8 e 7 a.C. Essas adegas tinham a forma de uma garrafa, com cerca de 1,80 m de profundidade e 1,80 m de diâmetro no topo. É estimado que 72.200 litros de vinho pudessem ser estocados em cântaros de 34 litros nessas adegas” (Fonte: http://www.bibleplaces. com/gibeon.htm). Registros históricos revelam que Gibeão foi uma importante cidade, tão importante que na época da posse dos israelitas sua rendição incondicional despertou a ira de Adoni-Zedeque, então rei de Jerusalém (Josué 10:1-4). 4. Democracia em Gibeão? O Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia observa: “A forma de governo gibeonita deve ter sido mais ou menos democrática, porque os gibeonitas falaram que seus líderes e todo o povo deles os haviam enviado (Josué 9:11). Se fossem governados nessa época por um rei, provavelmente eles teriam se tornado orgulhosos demais para se render aos vitoriosos israelitas. Nessa ocasião os gibeonitas poderiam ter se unido a outros reis cananeus para deter Israel.” – Vol. 2, p. 218. O que é certo é que: “Sua determinação de não resistir demonstrou até certo ponto fé no poder do Deus de Israel. Eles estavam dispostos a entrar num acordo, que incluía seu compromisso de renunciar à idolatria e aceitar a adoração de Jeová.” – Ibidem.

Resumo

Apresente os pensamentos a seguir em suas próprias palavras: O plano de Deus para Seu povo era que eles entrassem em Canaã, afastando-se de seus habitantes pagãos, O servissem fielmente, e fossem bons exemplos de religiosidade para as nações vizinhas. Mas o povo de Deus com frequência se desviava. A conquista de Canaã nunca foi totalmente realizada, mesmo no tempo de Salomão, porque os israelitas frequentemente confiavam em sua própria avaliação das situações, em vez de dar ouvidos à clara palavra de Deus. Em Josué 9 e 10 vemos a origem de sua posterior propensão a se esquecer de Deus. O acordo com Gibeão foi uma experiência humilhante, mas nem tudo estava perdido. Ao consentir em fazer sua parte no acordo, os gibeonitas demonstraram um profundo respeito a Deus, a quem declararam obediência. Deus continuou a guiá-los valentemente dentro e fora da batalha. Ele fez chover granizo do Céu para favorecê-los no ataque em terra. Ele até parou o Sol por um dia. O Deus que fez isso naquele dia é o mesmo Deus a quem servimos hoje, e devemos tudo o que somos a Ele.

sábado, 15 de maio de 2010

A Hora da Decisão

Lição 8 Juvenis 22 de maio de 2009

ADORAÇÃO – Agradecemos a Deus por Seu amor.
➥➥Verso Para Memorizar
“Se, porém, não lhes agrada servir ao Senhor, escolham hoje a quem irão servir.
[...] Mas, eu e a minha família serviremos ao Senhor.” Josué 24:15.
➥➥Referências
Josué 23 e 24; Patriarcas e Profetas, p. 521, 524.
➥➥Objetivos
O aluno deverá:
Saber que suas escolhas diárias demonstram sua adoração a Deus.
Sentir vontade de honrar a Deus através das decisões que toma.
Fazer escolhas que honrem a Deus.
➥➥Mensagem Central
Adoramos a Deus escolhendo obedecer-Lhe todos os dias.

Resumo da Lição
Josué estava idoso e sentia que estava perto de morrer, então reuniu o povo para despedir-se. Em seu discurso, ele lembrou ao povo como Deus os guiara todos os dias desde a saída do Egito, muitos anos atrás. Ele também lembrou as muitas vezes em que o povo se rebelou contra Deus. Ele lhes pediu que pensassem em suas atitudes e objetivos: “Escolham hoje a quem irão servir.”
Esta lição fala sobre adoração. Nossas decisões demonstram nossas escolhas de adorar a Deus ou de nos afastarmos dEle. Josué pede ao povo que faça uma escolha, mas declara que ele e sua família escolheram adorar e servir ao Senhor. Deus deseja que escolhamos obedecer-Lhe e adorá-Lo por amor, não por medo. Quando observamos como Ele nos guiou no passado, não podemos duvidar de Seu amor por nós. Por isso, O adoramos.

Estudo da Lição
Introduzindo a História Bíblica
Com antecedência, fazer uma seleção de gravuras recortadas de revistas ou jornais.
Pedir que os alunos analisem as gravuras e escolham algo que poderia se tornar um ídolo para as pessoas. Dar tempo para cada aluno mostrar a gravura que escolheu e explicar à classe por que acha que aquilo poderia se tornar um ídolo.
Salientar que muitas dessas coisas não são más em si mesmas, mas quando se tornam o enfoque central da vida de alguém, acabam atrapalhando o relacionamento dessa pessoa com Deus. Em nossa lição de hoje, Josué reuniu o povo e pediu a todos que escolhessem a quem iriam adorar.

Vivenciando a História
Com antecedência, escolher dois adultos, um para representar Josué, e o outro para ser o narrador. Pedir que o restante da classe leia em conjunto as partes ditas pelos israelitas.

Narrador: Josué 24:1 e 2 (primeira parte)
Josué: Josué 24:2-15
Narrador: Josué 24:16 (primeira parte)
Povo: Josué 24:16-18
Narrador: Josué 24:19 (primeira parte)
Josué: Josué 24:19 e 20
Narrador e Povo: Josué 24:21
Josué, Povo e Narrador: Josué 24:22
Josué e Narrador: Josué 24:23
Narrador e Povo: Josué 24:24
Narrador: Josué 24:25 e 26
Josué e Narrador: Josué 24:27
Narrador: Josué 24:28-31

Analisando
Quando Josué dirigiu-se ao povo pela última vez antes de morrer, ele os lembrou de todas as boas coisas que o Senhor fizera por eles. Vamos revisar algumas das coisas que Josué lembrou aos israelitas:
1. Como Deus esteve envolvido na vida de Abraão? E na fuga do Egito? E nas batalhas contra os povos que viviam do outro lado do Jordão? E na conquista da Terra Prometida?
(Josué 24:2-13.)
2. Baseado em tudo o que Deus fez, o que Josué pediu que o povo fizesse? (versos 14 e 15.)
3. Como poderia o povo demonstrar que estava falando sério ao declarar que iria servir a Deus? (versos 16-18.)
4. Que símbolos de compromisso Josué usou para lembrar ao povo de seu concerto com Deus? (versos 25 e 26.)
Josué relatou por escrito todas as situações em que Deus livrou Seu povo. Pense numa forma como Deus dirigiu e abençoou você no passado. Fale sobre isso agora, com uma ou duas pessoas.

Encerramento
Fazer uma oração de compromisso. Dizer cada frase e dar tempo para os alunos repetirem:
Querido Pai do Céu, Obrigado por Sua ajuda e orientação no passado. Quando lembramos como o Senhor nos dirigiu, nós O louvamos. Pedimos perdão pelos momentos em que os dons que o Senhor nos deu se tornaram mais importantes do que o Senhor, o doador dos dons. Pedimos que nos ajude a enxergar todas as coisas com a Sua sabedoria. Obrigado por Sua ajuda. Em nome de Jesus, amém.

Atividades Bíblicas

Alguns juvenis, talvez não estejam mais na idade de ficar colorindo. Mas aqui são apenas sugestões que poderão ser transformados em cartões, ou quebra-cabeça utilizado em alguma dinâmica ou em outra atividade. Use sua criatividade….

Eu e a minha casa

Dinâmica

Eles gostam mesmo é de uma alegre dinâmica. E essa dá pra adaptar  a esta lição.

DINÂMICA DA IGREJA

Objetivos:
Despertar para a importância do juvenil no grupo e na igreja.

Material:
Uma cartolina e lápis de cor.

Como Fazer:
1. O professor deve desenhar um retângulo de cor fraca na cartolina e incentivar cada integrante a ajudar na construção de uma igreja.
2. Cada um deve ser incentivado a refletir para que escolha as partes que o representam ou que deseja representar na igreja.
3. Depois de todos ilustrarem seu papel na igreja, cada um deve expor ao grupo a razão de seu desenho.
4. Ao final, o professor deve ressaltar que Deus concede a graça a cada um de nós e essa graça é o nosso próprio modo de ser que, iluminado pela sabedoria do amor, é colocado a disposição das necessidades dos outros. Isso promove o crescimento mútuo, pois engloba a contribuição de cada um.
5. É bem verdade que somos seres individuais, únicos, mas que somos iguais perante o amor de Cristo. A vida na comunidade cristã exige serviço de nossos irmãos através do amor.
6. Cada um, de sua forma, sendo porta, janela, telhado, parede (todos os elementos que apareceram durante a dinâmica) é importante para a formação do todo, da igreja.
7. Com nossa contribuição é possível construir um lugar de forte e mútuo crescimento espiritual, onde a gente se fortaleça para caminhar harmoniosamente dentro da comunidade cristã.


terça-feira, 20 de outubro de 2009

4ª lição 24/10

Batalha silenciosa

Primários

Verso BÍBLICO PARA MEMORIZAR: “Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união!”
Salmo 133:1, NVI.

Texto(s) Chave e Referências: Josué 6; Patriarcas e Profetas, págs. 487-498.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para aplicar o assunto à própria vida:

Medos, como enfrentá-los?

Balão

Você Precisa • garrafa transparente• balao • uma colher de sopa (15 g) de bicarbonato de sodio • aproximada- mente /4 de xicara de vinagre

Despejar uma colher de sopa (15 g) de bicarbonato de sódio dentro do balão. Depois, despejar aproximadamente dois centímetros de vinagre na garrafa transparente vazia (de água ou refrigerante). Ajustar a boca do balão na boca da garrafa de modo a ficar hermeticamente fechada. Virar o balão por cima da garrafa para que o bicarbonato caia dentro do vinagre na garrafa. Observar com atenção enquanto o balão se enche de ar!
Analisando
Isso não foi interessante? O que vocês acham de encher um balão sem precisar soprar até cansar? Isso se parece com alguma coisa que Deus pode fazer? (Sim.) O quê?
(Deus pode estar conosco e não podemos vê-Lo.) Aceitar as respostas dos alunos. A
boa-nova é que Deus está conosco todos os dias — a todo tempo. Nossa mensagem de
hoje diz: PODEMOS ADORAR NOSSO MARAVILHOSO DEUS CADA DIA Repitam comigo.



Deus no Coração

Você Precisa: • lanterna - pilhas • etiqueta
Com antecedência, escrever a palavra “Deus” na etiqueta e colar na pilha. Levar para a classe a lanterna sem as pilhas e tentar acendê-la. Mostrar as pilhas com a palavra Deus escrita, colocá-las na lanterna e, então, acender.
Analisando
Dar tempo para respostas.

Qual é a utilidade de uma lanterna? Para que ela serviria se não tivesse as pilhas? Uma boa pilha dentro de uma lanterna lhe dá aforça e energia para funcionar. Como isso se assemelha a nossa vida? Deus dentro de nós, nos transmite força e poder para viver dia a dia. Sem Ele seríamos como uma lanterna sem pilha. Muitas pessoas não têm força e poder na vida porque não têm Deus no coração. Cada dia, devemos tirar um momento para meditar sobre Deus e Seu poder. Essa é uma das maneiras de adorá-Lo. Isso nos faz pensar na mensagem de hoje: PODEMOS ADORAR NOSSO MARAVILHOSO DEUS CADA DIA

Fonte:http://www.historiasbiblicas.advir.com

terça-feira, 13 de outubro de 2009

A Travessia do Rio Impetuoso

3ª semana - Lição dos Primários 17/10/09

Texto Bíblico: Josué 3, 4, 5:1

Verso Bíblico: "O Senhor fará maravilhas entre vocês." (Josué 3:5, NVI).

 

 

 

Cenário:

Alguma coisa para representar a arca do concerto (uma caixa pintada de amarelo-ouro presa a duas varas). Dois pedaços de alguns metros de comprimento de tecido ou TNT azul. Fio de náilon amarrado em cada extremidade do tecido ou TNT, escondido sob o tecido. As extremidades amarradas com o fio de náilon precisam se encontrar ao meio.

Montagem do cenário: Arrumar o tecido de tal forma que auxiliares adultos possam puxar as pontas do fio de náilon para que o rio Jordão se divida ao meio, no sentido do comprimento. Colocar as crianças de um lado do “rio”.

* Esta atividade pode ser feita em qualquer momento da programação.
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