Quero agradecer os vários emails que tenho recebido e o carinho de todos que me visitam. Criei esse blog com o único objetivo de trocar ideias no trabalho com crianças na igreja. Também posto as lições de cada trimestre, que retiro do site http://www.advir.com/criancas/ onde baixo todos os auxiliares. Por isso não vejo a necessidade de colocar aqui, todas as partes de cada lição. Até quando puder continuarei postando apenas as histórias das lições, que estão nos auxiliares. Além de atividades e outras coisas mais. Espero estar ajudando e gostaria também de receber ideias novas. E assim continuar com esse site, que considero um trabalho na obra de Deus. Um grande abraço. Malu

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Sozinho? Jamais!

Lição 9 dos Adolescentes 3 de março de 2012

História Bíblica: 1 Reis 17:1-16. Comentário: Profetas e Reis, capítulos 9 e 10 (primeira parte).

I. SINOPSE

A história do ministério de Elias começa com o impasse com o rei Acabe. Elias aparece de repente na Bíblia, faz um discurso e então desaparece, enquanto Acabe é deixado a pensar nos anos sem chuva que estavam adiante. Talvez esse começo tão audacioso tenha sido a razão de ele ser um dos profetas mais conhecidos da Bíblia. Ou quem sabe pelo fato de ter sido levado para o Céu no fi m do seu ministério entre o povo de Israel, sem ter passado pela morte. Quem sabe. A história de Elias é incrível, não apenas por Deus ter cuidado dele de formas tão impressionantes, mas porque Elias obedeceu a Deus, mesmo quando sua vida estava em jogo. Houve apenas uma ocasião na vida de Elias em que ele se entregou aos temores internos e fugiu da obra que Deus tinha para ele. Elias era um ser humano comum, com a mesma natureza que nós temos (Tiago 5:17), mas ele preferiu ir contra a maioria do povo que adorava ídolos e permanecer fi rme no que acreditava. Quase foi morto por isso. Várias vezes ele foi perseguido, mas Deus sempre cuidou de Seu servo. Muitas pessoas fi cam tentando entender por que Deus protege algumas pessoas e permite que outras sejam atingidas. De certa forma, esta lição traz a questão para ser discutida novamente. Nem sempre é assim, mas houve ocasiões em que aqueles que pregavam a mensagem de Deus foram mortos, como aconteceu com os outros profetas no tempo de Elias (1 Reis 19:10), mas Elias foi protegido.

II. ENSINANDO A HISTÓRIA

Uma Ponte para a História

Em suas próprias palavras, compartilhe o seguinte: Há situações na vida em que aparecem alguns obstáculos. Você não sabe como voltar e todas as saídas parecem difíceis. Elias também enfrentou momentos assim por várias vezes. Ele confiou que Deus poderia socorrê-lo e aceitou os caminhos divinos. Mesmo quando Deus nos manda “pular”, e parece mais fácil fazer do seu jeito, dar o “passo da fé” sempre conduzirá ao melhor caminho no fim.

Apresentando o Contexto e o Cenário

Use as informações a seguir para elucidar a história para seus alunos. Explique em suas próprias palavras. • O ministério de Elias em Israel ocorreu durante a dinastia Omride (século 9 a.C.), um período marcado por relativa paz e prosperidade. Elias é apresentado como um poderoso guerreiro de Jeová contra a adoração a Baal pela realeza. • O perfil do Elias histórico, no entanto, esconde-se por trás do véu de milagres lendários. Até mesmo o nome do profeta (Jeová é meu Deus) tem sido visto por muitos como um nome que refletia o zelo de seu trabalho. Muitas vezes ele é chamado de “o Tisbita”, mas não se sabe ao certo o significado da palavra. • Elias carregava muitos dos traços de caráter dos vários profetas da história de Israel. Era um operador de milagres e sua palavra poderia resultar na cura ou na dor (1 Reis 17:1 e 16; 2 Reis 1:10 e 12; 2:8). Ele foi um poderoso intercessor tanto para pessoas específicas como para o povo (1 Reis 17:20-22; 18:42-45). Ele enfrentou o rei com uma condenação pela infidelidade religiosa e pelas injustiças sociais (1 Reis 17:1; 18:18; 21:20-22; 2 Reis 1:16). • Alusões a histórias do Êxodo permeiam 1 Reis 17-19 e estabelecem um paralelo entre os ministérios de Elias e Moisés. O contexto geográfico dos três capítulos lembra as regiões percorridas por Moisés: os dois profetas iniciaram sua jornada com uma fuga para o Oriente para escapar da ira do rei; os dois encontraram proteção e abrigo com uma família. Os dois retornaram ao seu país para enfrentar e desafiar o rei e despertar a fé dos israelitas. Ambos deixaram o país novamente para uma viagem em direção ao Sinai/Horebe, onde tiveram um encontro pessoal com Deus. Os dois foram para Israel atravessando o Jordão.

• A misteriosa ascensão de Elias ao Céu num redemoinho ocorreu logo depois da passagem do Jordão. Em 1 Reis 19, Elias fez uma peregrinação solitária em direção a Horebe, retornando com novas missões, inclusive a de escolher seu sucessor. Eliseu acompanhou seu mestre pelo caminho até o local em que Elias foi trasladado. Esse foi o momento do encontro sobrenatural em que Eliseu retornou transformado e cheio de poder. Atividade Encerre com uma atividade e explique em suas próprias palavras. Divida os alunos em grupos de dois ou quatro integrantes e peça para discutirem juntos as possíveis razões que levaram Deus a trasladar Enoque e Elias para o Céu. Dê a cada grupo um dos dois personagens para discutirem a respeito e entregue os versos a seguir para auxiliar no debate. No fim, abra a discussão das conclusões de cada grupo para toda a classe. Enoque (Gênesis 5:18-24; Hebreus 11:5) Elias (2 Reis 2) Resumo Em suas próprias palavras, compartilhe os seguintes pensamentos: Mesmo que Deus não opere em sua vida necessariamente da mesma forma miraculosa que atuou na vida de Elias, não quer dizer que Deus não cuida de você. Ao entregar a vida em Suas mãos, você terá a certeza de que Deus jamais o desamparará; sua vida estará nas mãos dEle. Coisas ruins acontecem na vida de todos e, muitas vezes, tudo parece dar errado. Mas, ao colocar sua confiança em Deus, o fim será sempre o melhor. Ao entregar a Deus sua vida e obedecer- Lhe, mesmo diante de situações de risco, Elias estava permitindo que Deus cuidasse de tudo. Algumas vezes vinha a dúvida se Deus iria realmente protegê-lo, mesmo quando pedia para que o próprio Deus tirasse sua vida. Mas foi mostrado a Elias que, mesmo que sua fé falhasse, Deus nunca o deixaria. Voltar nossa vida a Deus para que Ele nos use como instrumentos para levar a mensagem, como Elias pregou, pode ser perigoso e assustador. Mas, enquanto estivermos ao Seu lado, podemos ficar tranquilos na certeza de que Ele nunca nos deixará.

Dicas Para um Ensino de Primeira Linha

Tempo é tudo O professor “nota dez” dará tempo para o Espírito Santo ajudá-lo a preparar a lição. Uma passada rápida no conteúdo da lição na sexta-feira à noite pode ser suficiente para dar condições de apresentar o tema aos alunos por trinta ou quarenta minutos. Mas seria esse tempo o suficiente para você conhecer a fundo a mensagem que fará a diferença na vida deles? O famoso escritor Bruce Wilkinson recomenda que, após o estudo do assunto, se coloque ao lado o Manual do Professor, pegue um bloco de papel e pense. “Anote seus pensamentos no papel, registrando especialmente aqueles que se referem às mensagens que tocam fundo ao coração. Passe momentos em meditação durante toda a semana, antes de levar o assunto para a classe. Não espere conseguir as melhores ideias logo da primeira vez. Separe pelo menos três períodos durante a semana para meditar e será muito mais produtivo do que passar o mesmo tempo de uma única vez. – The Seven Laws of the Learner: How to Teach Almost Anything to Pratically Anyone!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

O Arco-Íris da Promessa

Lição 8 do Jardim da Infância 25 de fevereiro de 2012

VERSO PARA DECORAR “O arco-íris será o sinal da aliança que estou fazendo com o mundo.” Gênesis 9:13, NTLH

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Resumo da Lição

Depois do dilúvio, Noé construiu um altar e louvou a Deus por Sua proteção. Deus colocou um arco-íris no céu e declarou que ele seria um sinal da promessa de que Ele nunca mais cobriria toda a Terra com um dilúvio. Noé agradece a Deus essa promessa. O arco-íris nos lembra a promessa de Deus que está sendo cumprida por todos esses anos até hoje. Esta lição fala sobre adoração. Adoramos a Deus quando cremos em Suas promessas e O louvamos por Ele cumpri-las.

Lição BíBLica

Cantar “Estamos Quietinhos” (ver p. 105, CD faixa 11). Vivenciando a Histór ia

Começar a contar a história com todos sentados dentro do espaço designado como “arca”. Noé, seus familiares, e os animais haviam morado dentro da arca durante um ano inteiro. [Virar as folhas do calendário para mostrar um ano inteiro.] Já fazia sete meses que a arca havia parado em uma montanha. [Contar sete meses no calendário.] Já fazia quase três meses que Noé havia soltado a pomba pela terceira vez e ela não voltara. Quando ela não voltou mais, vocês acham que Noé pensou que iriam sair logo da arca? Sim, eu também acho que ele pensou assim. Mas já haviam se passado quase três meses e eles continuavam dentro da arca. [Contar três meses no calendário.] Será que Noé estava começando a pensar se Deus algum dia abriria a porta da arca? Os animais estavam inquietos. Os elefantes trombeteavam agitados. Vocês conseguem trombetear como um elefante agitado? Os jumentos rinchavam. [Imitá-los, se desejar.] Os leões rugiam. [Rugir como leões.] Os macacos gritavam sem parar e pulavam de um lado para outro. Todos estavam ansiosos para sair da arca. Finalmente, Deus disse a Noé: – Chegou a hora de sair da arca. Podem sair você, seus familiares e todos os animais. Então, Deus enviou um anjo para abrir a pesada porta, da mesma forma como Ele a havia fechado. Como os animais ficaram contentes por poderem sair da arca! [Permitir que as crianças saiam do espaço designado como “arca”, imitando a voz ou os movimentos dos animais de sua preferência. Talvez as crianças menores precisem de ajuda para escolher que animal imitar.] – Tenham muitos filhotes – Deus disse aos animais. – Encham a Terra. Noé e sua família se sentiam felizes e tristes ao mesmo tempo. Estavam felizes por saírem da arca e poder começar a vida novamente. Mas ficaram tristes com o que viram fora da arca. A Terra estava muito feia! Pedras enormes cobriam o solo. Embora grama verde tivesse brotado em quase todos os lugares e arvorezinhas estivessem começando a crescer, não parecia nem um pouquinho com aquele belo mundo que eles deixaram ao entrar na arca. [Encher um vidro grande até à metade com terra. Acrescentar algumas pedras de diferentes cores e alguns raminhos. Permitir que cada criança veja o conteúdo do vidro.] Mais ou menos assim era a terra quando eles entraram na arca antes do dilúvio. [Acrescentar água e apertar a tampa do vidro no lugar. Agitar bem o vidro e, então, olhar o conteúdo.] O que ficou diferente? Todas as mesmas coisas estavam ali, mas tudo estava muito diferente. O que fez a diferença? [A agitação e o acréscimo de água.] Foi exatamente isso que aconteceu com o mundo quando Deus enviou o dilúvio. Todas as pedras e a terra se misturaram e mudaram de lugar; por isso, quando Noé saiu da arca tudo estava muito diferente. Noé ajuntou algumas pedras grandes que estavam por ali e construiu um altar. [Pedir às crianças que ajudem a juntar as pedras ou caixas pintadas como pedras, ou almofadas para construir o altar.] Então, ele se reuniu com sua família ao redor do altar e adorou a Deus. Eles agradeceram a Deus porque cumprira Sua promessa de protegê-los e salvá-los do terrível dilúvio. [Pedir às crianças que se ajoelhem em volta do altar que construíram e que deem as mãos.

Fazer uma curta oração de agradecimento a Deus por cuidar de nós e por cumprir Suas promessas.] Deus ficou contente com o altar de sacrifício de Noé. Ele deu à família de Noé uma bênção especial. – Tenham muitos filhos – disse Deus – e espalhem-se por toda a Terra. Então, acrescentou: – Vou fazer uma promessa a vocês e a todos os que viverem depois de vocês, bem como a todos os animais. Eu nunca mais destruirei o mundo inteiro com um dilúvio. Olhem para o céu e verão o sinal da Minha promessa. Noé e sua família olharam para cima.

[Apontar para o arco-íris que conseguiram fazer ou que está sendo usado na decoração da sala.] Um brilhante arco-íris se estendia de um lado ao outro do céu. Eles nunca haviam visto algo assim. Parecia que todas as cores do mundo inteiro estavam naquele lindo arco-íris. – Toda vez que vocês virem o arco nas nuvens –, disse Deus – poderão ter certeza de que cumprirei Minha promessa. Noé e sua família permaneceram ali junto ao altar durante muito tempo. Eles cantaram hinos de louvor a Deus por salvá-los. Fizeram orações de agradecimento a Deus. Depois, eles se ergueram e começaram a construir novamente suas casas e a viver nova vida.

Analisando

Conceder tempo para respostas. Como vocês acham que Noé, sua família e os animais se sentiram quando finalmente puderam sair da arca? Qual teria sido a primeira coisa que vocês fariam ao saírem da arca? Por que será que a primeira coisa que Noé fez foi construir um altar? Que promessa Deus fez a Noé? Como vocês acham que Noé e seus familiares se sentiram ao ver o primeiro arco-íris? Sim, eu acho que eles se sentiram muito agradecidos porque Deus cumprira Sua promessa de protegê-los.

AGRADECEMOS A DEUS SUAS PROMESSAS.

Encerramento

Em oração, agradecer a Deus por prometer cuidar de nós e por sempre cumprir Suas promessas, mesmo que às vezes precisemos esperar a fim de que Ele cumpra Suas promessas. Cantar o “Cântico de Despedida” (ver p. 106, CD faixa 13).

Sentença de Morte

Lição 8 Primários 25 de fevereiro de 2012

VERSO PARA DECORAR “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem e os livra.” Salmo 34:7, ARA.

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Resumo da Lição

Faraó se recusou a responder às advertências de Deus. A décima praga foi a mais terrível de todas – a morte dos primogênitos. Era tempo de temor bem como de esperança para os israelitas; uma noite para ser lembrada. Por gerações, ela não somente seria lembrada pelo livramento deles do Egito, mas também porque Deus enviaria Seu Filho para salvá-los de uma escravidão ainda pior – a escravidão do pecado. Esta lição fala sobre adoração. Deus usou a décima praga para demonstrar Seu grande amor por Seu povo e as consequências do pecado. Ele os libertou. Também usou a ocasião para revelar Seu plano de salvar o mundo do pecado. Nós, também, temos uma escolha. Adoramos a Deus quando O louvamos por salvar-nos do pecado.

Lição BíBLica

Vivenciando a História

Se o grupo for grande, talvez seja necessário pedir aos pais que providenciem mala de viagem e roupas para serem colocadas dentro da mala. Pedir a um homem que se vista como Moisés e conte a história. Quando Deus fala, pedir a um professor que repita as palavras ou apresente a fala gravada. Personagens: Moisés, voz de Deus, filhos de Israel. (Dividir as crianças em grupos familiares com mãe, pai e dois ou três filhos.) Alô, meninos e meninas! Meu nome é Moisés. Deus me deu uma missão especial. Nove vezes, eu fui a Faraó e pedi que deixasse os israelitas saírem do Egito. Nove vezes, Faraó disse “Não”. Então, Deus enviou terríveis pragas sobre a terra. A água se transformou em sangue. Rãs, piolhos e moscas cobriram a terra. Os rebanhos morreram. As pessoas sofreram com terríveis tumores purulentos. Uma tempestade de granizo destruiu quase toda a vegetação e gafanhotos vieram e destruíram o que restou. Durante a nona praga, ficou totalmente escuro por três dias. Depois disso, Faraó me disse que se eu fosse de novo à sua presença, ele me mataria. Então, Deus me falou sobre a última e mais terrível praga. Ele disse: – Haverá mais uma praga. Depois disso, Faraó deixará vocês irem. À meia-noite, enviarei um anjo de morte pelo Egito. E todos os primogênitos morrerão. Mas protegerei Meu povo se ele fizer o que Eu pedir. [Moisés acena aos israelitas que se reúnam em volta.] – Povo de Israel, venha ouvir as instruções de Deus. Sigam rigorosamente essas instruções e todos estarão seguros. Se as ignorarem, alguém da família de vocês morrerá.

Cada família deverá escolher um cordeiro perfeito de um ano. Dentro de quatro dias, por volta da hora do pôr do sol, o pai de cada família deverá matar o cordeiro. Um pouco do sangue deverá ser reservado à parte. Deverão borrifar esse sangue nas laterais e vigas da porta da frente de suas casas. Depois disso, ninguém deve sair de casa até o amanhecer. Deus enviará um anjo de morte pela terra do Egito. O primogênito de todas as famílias deverá morrer. Mas esta é a promessa de Deus a vocês: Ninguém morrerá nas casas em que houver sangue nas laterais da porta da frente. O anjo passará por alto essas casas. Vocês deverão assar o cordeiro. Deverão, então, comê-lo com ervas amargas e pão ázimo (pão sem fermento). Ao comerem, estejam prontos para sair: com suas capas e com sandálias nos pés. Se sobrar alguma parte do cordeiro, deverão queimá-la no fogo. Se a família for muito pequena para comer um cordeiro inteiro, ela deve convidar outra família para partilhar o cordeiro juntos. Ambas as famílias, porém, deverão passar o sangue nas portas de suas casas. Quando o dia chegou, as famílias israelitas seguiram fielmente as instruções. [Pai na família encena matar cordeiro; crianças usam ramos para aplicar “sangue” (ketchup) no umbral da porta; mãe arruma a mesa e coloca bolacha salgada no prato.] Todos ficaram em suas casas até que ouviram clamores. [Moisés grita]: – O anjo destruidor do Senhor passou pela terra do Egito. Morreram todos os primogênitos de todas as famílias egípcias, desde a família de Faraó até a do mais humilde servo. Faraó, finalmente, concordou em fazer o que Deus pediu, e disse para deixarmos o país. Empacotamos rapidamente nossos pertences. [Colocar as roupas nas malas.] As pessoas pediram aos seus senhores egípcios presentes de ouro e de prata. Elas riam e gritavam umas às outras: – Somos livres. Finalmente, somos livres! [Todos dizem: “Somos livres!”] Essa refeição se tornou conhecida como a Páscoa. Os judeus ainda celebram a Páscoa cada ano para recordar como Deus nos resgatou dos egípcios. A Páscoa também nos faz lembrar de Jesus, que veio e morreu pelos nossos pecados. Assim como o sangue do cordeiro salvou da morte, os primogênitos na primeira Páscoa, a morte de Jesus – o Cordeiro de Deus – salva a todos nós de nossos pecados. Se crermos em Jesus e O amarmos, seremos livres e poderemos viver com Ele no Céu por causa de Sua morte. Nós O adoramos pelo maravilhoso plano da salvação. Analisando Dar tempo para resposta. Quantos de vocês é o filho mais velho da família? Se vocês tivessem estado lá, que teriam pensado acerca da última praga? Quão cuidadosos vocês teriam sido sobre colocar o sangue do cordeiro nos umbrais da porta? Vocês teriam colocado só um pouquinho ou bastante sangue? Como teriam se sentido quando ouvissem o anjo passando sobre o lar de vocês? Por que Jesus algumas vezes é chamado de “Cordeiro”? Podemos ser felizes porque Jesus tomou nosso lugar e morreu pelos nossos pecados, assim como os israelitas, podemos ser libertos do pecado. Vamos dizer nossa mensagem:

ADORAMOS A DEUS QUANDO O LOUVAMOS POR NOS RESGATAR DO PECADO.

PartiLhando a Lição

Crachá de Resgate Divino Com antecedência, fazer cópias do desenho da boia para cada criança. Pedir-lhes que recortem e escrevam no centro “Equipe de Resgate Divino”. Prender os crachás nas crianças com alfinetes de segurança. O que teria acontecido se Moisés não tivesse partilhado o plano de resgate divino com os israelitas? (O filho mais velho de cada família teria morrido.) O que acontecerá se nós não partilharmos com outras pessoas o plano de resgate divino para o mundo? (Elas não saberão sobre ele. Elas não estarão preparadas para a volta de Jesus.) Todos nós podemos fazer parte da Equipe de Resgate Divino e falar aos outros sobre Deus e Seu plano de salvação. Dividir as crianças em duplas e dar-lhes uma oportunidade de praticar o que dirão às pessoas que lhes perguntar qual é o significado do crachá. Analisando O que vocês dirão quando alguém perguntar qual é o significado do seu crachá? (Deus enviou Seu Filho Jesus para morrer pelos nossos pecados.) Jesus veio para resgatar apenas algumas pessoas? (Não. Jesus veio para resgatar todos.) Vamos usar nossos crachás ao ir para casa. Quando as pessoas perguntarem sobre ele, vamos contar a todos que Deus deseja resgatá-los do pecado. Vamos dizer nossa mensagem: ADORAMOS A DEUS QUANDO O LOUVAMOS POR NOS RESGATAR DO PECADO.

 

Encerramento

Pedir às crianças que façam um círculo em torno da cruz usada na Oração. Orar para que Deus lhes dê oportunidade de falar às pessoas a fim de que Ele possa resgatá-las do pecado.

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Quando Jesus Ficou com Sede

Lição 8 dos Juvenis 25 de fevereiro de 2012

Verso Para MeMorizar

“Deus é espírito, e é necessário que os Seus adoradores O adorem em espírito e em verdade.” João 4:24.

Referências João 4:5-26; O Desejado de Todas as Nações, p. 183-190.

Resumo da Lição

Quando Jesus encontrou a mulher samaritana junto ao poço e conversou com ela sobre a adoração, Ele lhe mostrou que a adoração pode ocorrer em qualquer lugar e sob qualquer circunstância. Deus é maior do que qualquer lugar específico de adoração. As respostas de Jesus às perguntas da mulher samaritana lhe mostraram que ela precisava de um Salvador e que o ato de adorar é mais importante do que o lugar de adoração. Esta lição fala sobre adoração. Onde quer que estejamos, podemos responder ao amor de Deus. Ele aprecia nossa adoração. O lugar em que adoramos e as cerimônias que realizamos não têm significado sem o espírito correto de adoração. Cristo tem “sede” de nosso reconhecimento pelo que Ele fez por nós.

Estudo da Lição

Introduzindo a História Bíblica “Juvenis Net”

Com antecedência, dar as cópias do roteiro aos alunos escolhidos e combinar horário para ensaiar a encenação. Apresentar a encenação.

Analisando

O que vocês acham dessa situação? Como responderiam a Emiko? Hebreus 10:25 diz que devemos nos reunir ou congregar para adorar a Deus. Quais são algumas maneiras de adorar a Deus que não são consideradas apropriadas para a sua igreja?

Quais são algumas das maneiras como outros adoram a Deus que percebemos ser diferentes da maneira como nós adoramos? Em que outros lugares, além da igreja, vocês acham que podemos adorar a Deus? Como vocês O adoram nesses lugares? Como vocês acham que será a adoração no Céu?

Vivenciando a História

Construir um “poço” no meio da sala. (Se achar apropriado, dar aos alunos um retângulo de tecido para usarem na cabeça como na semana anterior.) Os alunos devem se sentar em volta do poço, as garotas de um lado e os garotos do outro. Pedir a todos que procurem em sua Bíblia o texto de João 4:5-26. Eu serei o narrador. As meninas lerão tudo que a mulher samaritana disse. Os meninos lerão tudo que Jesus disse. (Se possível, ter um professor ou moderador para ler com cada grupo a fim de ajudar a unificar a leitura.) Vocês acham que Jesus chegou a beber água ali? Por quê? (Incentivar os alunos a procurar mais adiante, no capítulo 4, para tentar encontrar a resposta.) Ler a seguinte citação aos alunos: “Nosso Redentor tem sede de reconhecimento. Tem fome da simpatia e do amor daqueles que comprou com Seu próprio sangue. Anela com inexprimível desejo que venham a Ele e tenham vida. Como a mãe espreita o sorriso de reconhecimento de seu filhinho, o qual lhe revela o alvorecer da inteligência, assim está Cristo atento à expressão de grato amor que revela haver começado a vida espiritual na alma.” Naquele dia, que tipo de sede foi satisfeita por Jesus?

Explorando o Texto Bíblico

Vamos procurar outros textos em que Jesus oferece a água da vida. Pedir a diferentes alunos que procurem e leiam em voz alta os seguintes textos: João 7:37-39 Apocalipse 21:5 Apocalipse 22:17. Vocês se lembram dos fatos sobre a água que mencionamos hoje no início do programa? Por que vocês acham que Jesus decidiu usar a “água da vida” como meio de nos ajudar a compreendê- Lo melhor? (Incentivar diversas respostas. Possibilidades: Precisamos muito da água. Não podemos viver sem ela. A água nos faz crescer. Ajuda nosso corpo a funcionar bem.)

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Aplicação da Lição

Sede de Deus Anotar cada um dos textos abaixo em diferentes pedaços de papel, repetindo-os de modo a ter textos suficientes para todos os alunos: Salmo 63:1; Salmo 42:1 e 2. (Ou simplesmente atribuir a cada aluno um dos textos.) Pedir-lhes que procurem e leiam silenciosamente seu texto. Agora, eu quero que se separem em grupos de dois ou três, pensem e troquem ideias sobre maneiras na sua vida diária em que vocês podem mostrar que têm sede de Deus. Depois de permitir que os alunos debatam o assunto em pequenos grupos durante alguns minutos, pedir-lhes que se voltem para você novamente (ou para seu professor ou moderador, no caso de classes grandes) e que alguns voluntários partilhem com os demais colegas o que foi debatido em seu grupo. (Tendo desejo de gastar tempo com Deus, de ler a Bíblia, de orar, de ouvir música cristã, de gastar tempo junto à natureza, etc.) Essa pode ser uma boa ocasião para tomar algum tempo debatendo com os alunos como fazer um plano de leitura individual da Bíblia para o próprio crescimento espiritual.

PartiLhando a Lição

Liturgia — Retoques Finais Usar a “Liturgia” desenvolvida na semana anterior. Neste sábado, acrescentar ou completar as decisões a respeito do tempo de duração de cada atividade. Decidir que pessoas vão dirigir e participar em cada atividade. Debater sobre qualquer outro detalhe final, material ou ensaio necessário. Vocês acham que nossos planos têm o verdadeiro espírito de adoração, ou são simplesmente formais? Estamos partilhando informação com a congregação, ou ajudando as pessoas a se comunicarem mais com Deus? (Dar algum tempo para os alunos trocarem ideias sobre suas opiniões.) Vamos pensar um pouco em nossa mensagem central:

NÃO IMPORTA ONDE ESTEJAMOS, PODEMOS ADORAR A DEUS EM ESPÍRITO COMO RESPOSTA AO SEU AMOR.

Será que nosso culto seria uma adoração a Deus mesmo que não ocorresse na igreja? Vamos, agora, ter alguns momentos especiais de oração pelo culto de adoração que faremos. Pedir a um voluntário que comece a oração. Dizer aos alunos que qualquer deles poderá em seguida fazer uma oração curta, e um adulto encerrará esses momentos com uma oração.

Encerramento

Orar, pedindo que Deus dirija os planos da classe, e esteja com os alunos e com as pessoas que eles convidarão para ir à igreja.

Devoção Real

Lição 8 dos Adolescentes 25 de fevereiro de 2012

História Bíblica: 2 Crônicas 14-16; 1 Reis 15:8-16:34. Comentário: Profetas e Reis, capítulo 8.

I. SINOPSE

Por várias vezes, encontramos na Bíblia tristes descrições de reis que governaram Israel, como por exemplo: “Ele pecou contra Deus, seguindo o mau exemplo do seu pai” (1 Reis 22:53; 2 Reis 8:18; 15:18, etc.). Por outro lado, é maravilhoso encontrar as raras exceções, como o rei Asa, que foi lembrado como o rei que “fez o que era bom e direito e assim agradou ao Senhor, seu Deus”. 2 Crônicas 14:2, NTLH Antigamente, a devoção total a Deus era uma rara virtude em Israel. Mesmo em nossos dias, a devoção total e completa raramente é encontrada. Em muitos aspectos, nossa cultura hoje exige comprometimento. Portanto, Jesus nos chama para sermos Seus, exclusivos, dedicados e totalmente comprometidos em fazer parte do reino de Deus na Terra. Ellen White escreveu a respeito da necessidade de homens plenamente devotados (homens e mulheres são igualmente chamados a cumprir este elevado ideal): “A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fi el ao dever como a bússola o é ao polo;

homens que permaneçam fi rmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus.” – Educação, p. 57. De muitas maneiras, Asa foi um dedicado seguidor de Deus. Ele obedeceu ao Senhor durante os primseiros dez anos de seu reinado. Aboliu praticamente toda a idolatria em Judá. Ele depôs Maacá, sua avó, que adorava ídolos. Depois, por confi ar a batalha totalmente a Deus, obteve uma importante e esmagadora vitória contra os exércitos de Cuche. Ao compararmos com os terríveis propósitos de Acabe e Jezabel, Asa se destaca pelos nobres traços de caráter que serão discutidos nesta lição. Apesar de todas as suas qualidades, nem toda a vida do rei Asa esteve livre de erro. Fez alianças não aprovadas por Deus com outras nações e povos pagãos. Quando Hanani revelou o pecado do rei, ele reagiu com ira e impetuosidade. Mas, apesar de alguns altos e baixos, ele ainda é lembrado por ter deixado um exemplo positivo. O livro de 2 Crônicas, capítulo 15, verso 17, resume a história do rei Asa assim: “Embora os altares idólatras não tivessem sido eliminados de Israel, o coração de Asa foi totalmente dedicado ao Senhor durante toda a vida.”

II. ENSINANDO A HISTÓRIA

Uma Ponte Para a História

Em suas próprias palavras, compartilhe o seguinte: Nossas lutas contra as tentações ocorrem da mesma maneira. Se depender do esforço pessoal, a carne sempre vence. Mas quando vivemos na presença do nosso Pai celestial, permitimos que Ele lute em nosso lugar e vença a batalha para nós. Para Thomas Kelly, a vitória vem assim: “Não adianta ranger os dentes, cerrar os punhos e dizer: ‘Vou conseguir, vou conseguir.’ Relaxe. Solte-se. Entregue-se a Deus. Aprenda a viver na voz passiva... E deixe que a vida seja dirigida para você.” – “Holy Obedience”, citado em http://www.quaker.org/panphlets/ wp11939p.html O rei Asa descobriu esse princípio espiritual quando venceu a épica batalha contra os formidáveis cuxitas. Ao invés de lutar com suas próprias forças, ele “clamou ao Senhor, o seu Deus: ‘Senhor, não há ninguém como Tu para ajudar os fracos contra os poderosos. Ajuda-nos, ó Senhor, ó nosso Deus, pois em Ti pomos a nossa confiança, e em Teu nome viemos contra este imenso exército. Ó Senhor, Tu és o nosso Deus; não deixes o homem prevalecer contra Ti.’” 2 Crônicas 14:11. Ao tomar essa atitude, Asa descobriu que a batalha não é nossa, mas do Senhor (2 Crônicas 20:15).

Apresentando o Contexto e o Cenário

Use as informações a seguir para elucidar a história para seus alunos. Explique em suas próprias palavras. 1. Durante o reinado de Asa em Judá, não havia paz entre Judá e Israel. Em 2 Crônicas 14:1 está registrado que “seu filho Asa foi o seu sucessor [de Abias], e em seu reinado o país esteve em paz durante dez anos”. Essa década de paz não foi mencionada em 1 Reis 15:16. Ao contrário, está escrito que “houve guerra entre Asa e Baasa, rei de Israel, todos os seus dias” (VARA). Logicamente, o texto não indica que houve combates contínuos durante os quarenta e um anos do reinado de Asa (veja 2 Crônicas 16:13 e 1 Reis 15:10); o que havia era uma tensão incessante entre as dez tribos de Israel, ao norte, e as duas tribos do reino de Asa, ao sul. 2. Quem foram os cuxitas que Deus derrotou através de Asa? Cuche (proveniente da palavra hebraica que quer dizer “desconhecido”) foi filho de Cam e o ancestral de povos: Sebá, Havil, Sabtá, Raamá e Sabteca (Gênesis 10:6-8; 1 Crônicas 1:8). A terra dos cuxitas era conhecida como Etiópia e ficava na região ao sul do Egito. Mais tarde, foi chamada de Núbia, onde hoje está localizado o Sudão. 3. Os capítulos 14 e 15 de 2 Crônicas devem ser lidos juntos, por mostrarem os dois aspectos das reformas que Asa realizou em Judá. No começo, no capítulo 14, vemos a prosperidade resultante das reformas de Asa. No capítulo 15 estão registrados os detalhes interiores e espirituais das reformas realizadas. Como resultado dessa dupla reforma, o capítulo 15 conclui: “Embora os altares idólatras não tivessem sido eliminados de Israel, o coração de Asa foi totalmente dedicado ao Senhor durante toda a sua vida. Ele trouxe para o templo de Deus a prata, o ouro e os utensílios que ele e seu pai haviam consagrado. E não houve mais nenhuma guerra até o trigésimo quinto ano do seu reinado.” 2 Crônicas 15:17-19. 4. Segundo Crônicas 15:16 relata que Asa tirou sua avó da posição de rainha mãe, “porque ela havia mandado fazer uma figura imoral para servir como poste-ídolo”. O site Wikipedia.com dá uma ideia do que eram as imagens ou os postes-ídolos de Aserá: “Um poste-ídolo de Aserá era um poste ou possivelmente uma árvore plantada para adorar a deusa-mãe ugarítica Aserá.” Os postes de Aserá são mencionados na Bíblia Hebraica nos livros de Êxodo, Deuteronômio, Juízes, Livro dos Reis, segundo livro das Crônicas, nos livros de Isaías, Jeremias e Miqueias. A Bíblia Hebraica sugere que os postes eram feitos de madeira. No sexto capítulo do livro de Juízes, Deus ordenou que Gideão derrubasse um poste-ídolo que ficava ao lado do altar a Baal e usar a madeira do poste para queimar um sacrifício. A Bíblia Hebraica também relata que Deus não tolerava os postes de Aserá. Deuteronômio 16:21 (VARA) diz que “não estabelecerás poste-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do Senhor, teu Deus, que fizeres para ti”. Observa-se que essa passagem contrasta com a evidência arqueológica, que sugere que até o século sexto a.C., o povo judeu mantinha em sua casa imagens ou pinturas de Aserá, o que é muito comum de ser encontrado nos sítios arqueológicos (http:// en.wikipedia.org/wiki/Asherah_pole).

Resumo

Em suas próprias palavras, compartilhe os seguintes pensamentos: Asa foi um homem de Deus. Um comentário o descreveu assim: “O coração de Asa esteve com o Senhor em todos os seus dias. Os primeiros dez anos de seu reinado foram ocupados em abolir a idolatria e nas reformas religiosas. Reconhecendo Deus em todos os seus caminhos, Asa foi divinamente dirigido.” – Herbert Lockyer, All the Kings and Queens of the Bible, pág. 118. Asa não era perfeito. Cometeu uma série de erros. Mas ele foi “divinamente guiado” e sua jornada espiritual foi significativamente diferente da vida de Acabe, Jezabel e muitos outros reis e rainhas de Israel, principalmente devido à sua dependência incondicional de Deus. Ele clamou ao Senhor pedindo ajuda e Deus veio em seu socorro. Consequentemente, como Davi, Asa é lembrado como um grande rei que teve o coração guiado por Deus. Nós também podemos fazer coisas extraordinárias através do poder de Deus. Tudo o que é necessário é um relacionamento com Jesus e a coragem para confiar em Sua providência. Lembre os alunos sobre o plano de leitura, em que eles estudarão, na série O Grande Conflito, o comentário inspirado da Bíblia. A leitura correspondente a esta lição é Profetas e Reis, capítulo

Dicas Para um Ensino de Primeira Linha

A história da História

Para alguns alunos, estudar História pode parecer a verdadeira cura para a insônia. Se perceber que os alunos estão ficando sonolentos enquanto apresenta as histórias dos reis de Israel, não entre em desespero. Embora História seja um tanto difícil de ensinar, um método prático é ensinar como se estivesse contando uma história. Por exemplo, você ou um voluntário poderia ir vestido de rei Asa e contaria a história na primeira pessoa. Se houver uma sinagoga em sua cidade, convide um rabino para contar a história do povo judeu. Outra opção é procurar um filme que mostre a vida na época dos reis de Israel. Os alunos serão muito mais receptivos às lições se tiverem o interesse despertado e puderem vivenciar o período que estão estudando, ao invés de simplesmente memorizarem fatos e datas históricas