Quero agradecer os vários emails que tenho recebido e o carinho de todos que me visitam. Criei esse blog com o único objetivo de trocar ideias no trabalho com crianças na igreja. Também posto as lições de cada trimestre, que retiro do site http://www.advir.com/criancas/ onde baixo todos os auxiliares. Por isso não vejo a necessidade de colocar aqui, todas as partes de cada lição. Até quando puder continuarei postando apenas as histórias das lições, que estão nos auxiliares. Além de atividades e outras coisas mais. Espero estar ajudando e gostaria também de receber ideias novas. E assim continuar com esse site, que considero um trabalho na obra de Deus. Um grande abraço. Malu

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Orando por uma escola

Informativo Mundial das Missões 3º Sábado 20 de abril

Orando por uma escola

Com onze anos, Paula está no sexto ano do Ensino Fundamental de Baraton, no Quênia [localizar no mapa]. Ela gosta da escola, especialmente dos professores. “Os professores nos ajudam a entender as lições”, ela diz. “Conheço algumas crianças que frequentam a escola pública. Elas têm medo de seus professores, mas em Baraton os professores são amigos. Eles nos incentivam a ser como Jesus: bondosos, amáveis e altruístas.”

Paula gosta de demonstrar bondade fazendo cartões contendo mensagens especiais para outras pessoas. “Tento fazer cartões lindos”, ela diz. “Gosto de entregá-los como surpresa para meus amigos e irmãos da igreja. É uma forma de dizer a essas pessoas que Deus as ama e eu também.”

Paula agradece a Deus por seus professores que a ajudam a ser mais parecida com Jesus.

Escola carente

Embora os professores sejam excelentes e os alunos sejam amigáveis, a escola precisa de conserto. “As salas de aula são antigas e algumas estão superlotadas. Nem a professora tem uma mesa”, ela diz. “As carteiras também são antigas, com a parte superior áspera e fica difícil escrever sobre elas.” O restante do prédio tem problemas ainda mais sérios. Em algumas salas o teto está caindo. As paredes são feitas de chapas de metal, revestidas de madeira. Na África, há muitos cupins e eles gostam de destruir madeira! Em algumas salas, ele comeram grandes pedaços da parede.

Quando chove, como costuma acontecer onde Paula mora, a água desce pela colina e invade o prédio da escola, que fica ao pé da montanha. Diante disso, as crianças precisam deixar as salas de aula. Quando a chuva não é muito forte, elas correm para o segundo andar onde a água não chega, e esperam a chuva passar. Mas, se a chuva continua durante muito tempo, elas vão para casa e não voltam até que as salas de aula estejam limpas e secas.

Ajuda necessária

Por causa desses problemas, ao atingir o sétimo ano, alguns colegas de Paula se transferiram para outras escolas. Essas escolas novas são internatos. Paula se preocupa com os amigos que não estudam mais na escola adventista porque podem deixar de amar a Jesus ou ser forçados a trabalhar, estudar ou frequentar as aulas no sábado.

“Sou feliz porque meus pais querem que eu permaneça em Baraton”, Paula diz, e acrescenta: “Também sou grata porque a oferta do décimo terceiro sábado ajudará a construir novas salas de aula que os cupins não poderão destruir nem serão inundadas por chuvas fortes.

“Espero que muitos alunos possam estudar na Escola de Ensino Fundamental de Baraton, onde poderão aprender sobre o amor de Jesus.”º Sábado 20 de abril

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Surpresa ao Amanhecer

Juvenis Lição 3 20 de abril de 2013

Verso Para Memorizar “Ele não está aqui! Ressuscitou! [...] Quando voltaram do sepulcro, elas contaram todas estas coisas aos onze e a todos os outros.” Lucas 24:6, 9.

Resumo da Lição

As mulheres foram ao túmulo no domingo bem cedo e o encontraram vazio. Sua tristeza, entretanto, se transformou em alegria quando dois anjos lhes disseram que Jesus havia ressuscitado. Diante das palavras dos anjos, as mulheres se lembraram do que Jesus dissera antes da crucifixão. Compreendendo a realidade, elas foram apressadamente compartilhar com os discípulos as boas-novas. Esta lição fala sobre comunidade. Por causa da ressurreição de Jesus, nós também temos a esperança de vida eterna. É nossa alegria e responsabilidade, então, partilhar esta grande esperança em nossa comunidade de familiares e amigos.

Estudo da Lição

Introduzindo a História Bíblica

Pensem em alguma ocasião em que vocês mal podiam esperar para partilhar com outros uma notícia empolgante. (Dar aos alunos a oportunidade de partilhar sua notícia.) Quão empolgados estamos nós para partilhar as boas-novas da ressurreição de Jesus? Por quê? Quão empolgados vocês acham que deveríamos estar? A história da lição de hoje é sobre a ressurreição de Jesus e sobre nossa resposta ao partilhar com outros essa boa notícia. Nossa mensagem diz que PODEMOS COMPARTILHAR NOSSA ESPERANÇA DE VIDA ETERNA POR CAUSA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.

Vivenciando a História

Com antecedência, fazer cópias do script para cada aluno. Pedir que os alunos se revezem na leitura, em voz alta, de Lucas 24:1-12. Distribuir as cópias do script (roteiro da encenação) e pedir que alguns voluntários apresentem a encenação. Ou, se preferir, distribuir papel e lápis e pedir que enquanto ouvem a leitura os alunos se imaginem sendo Pedro. Escrevam como vocês se sentem a respeito do que acabam de ouvir e visualizar. O que estão pensando? O que estão querendo saber? Pedir que alguns voluntários partilhem com os demais colegas o que escreveram. Por que foi tão difícil para Pedro aceitar o que as mulheres disseram? Por que ele ainda ficou querendo saber o que teria acontecido depois de ter visto o sepulcro vazio? Nós sabemos que Jesus ressuscitou, por isso PODEMOS COMPARTILHAR NOSSA ESPERANÇA DE VIDA ETERNA POR CAUSA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.

Vaqueiro do Sudão José tem cabelo preto, bem curto e bela pele escura e brilhante. Ele pertence à tribo Dinka no Sul do Sudão. Esta tribo muda-se de um lugar para outro em busca de pastagens para seu gado. O gado é o mais valioso bem que possuem. Sete anos de idade Quando José tinha sete anos de idade, ele morava em uma pequena aldeia no Sul do Sudão, não muito distante do rio Nilo Branco. É uma área boa para se criar gado porque tem grandes pastagens, arbustos altos e florestas que oferecem sombra agradável. A casa de José, chamada de tukul, era uma choça feita de postes rebocados em barro, com telhado de capim. O piso era de terra batida. Ele e seus familiares dormiam em esteiras no chão. O pai de José tinha um enorme rebanho de gado. Todas as manhãs, José se encontrava com outros garotos a fim de levar as vacas para pastar onde havia grama verdinha e fresca. Dois anos mais tarde, quando José tinha 9 anos, ele começou a frequentar a escola para aprender a ler e escrever. Ia à escola durante parte do dia e cuidava do gado na outra parte do dia. Catorze anos de idade Quando José tinha 14 anos de idade, a guerra do Sudão atingiu sua região. A escola do povoado foi fechada, e José foi enviado para cuidar das vacas o dia inteiro. Como ele era o mais velho dentre os irmãos e primos, era o responsável por todo o gado e pelos outros vaqueiros. José dirigia o grupo e o rebanho às pastagens escolhendo uma área onde havia abundância de pasto verdinho para o rebanho. Então, ele e os demais garotos se espalhavam em volta do rebanho para que nenhum animal se afastasse para onde havia perigo. Eles ficavam atentos para afugentar animais selvagens como leões, hienas e leopardos. Para proteger-se, bem como proteger os animais, José carregava sempre um porrete e um arpão, chamado kokap. Ele usava o arpão para matar peixes no rio ou lago. E se um animal selvagem o atacasse, podia também usar o arpão para matá-lo. Os meninos não levavam lanche quando iam para as pastagens. Comiam qualquer coisa que pudessem encontrar ou pegar: peixes, cocos, raízes, frutas, etc. José observava o trajeto do sol no céu cor de anil, e quando percebia que ele se aproximava do horizonte, chamava todos os garotos e juntos conduziam o gado de volta à aldeia e o recolhiam nos currais para passar a noite. Geralmente, enquanto esperavam pelo jantar, os garotos jogavam adier, um jogo parecido com futebol. Como não tinham bola de futebol, jogavam com bola de madeira. A bola era dura e podia realmente machucar, se atingisse um dos garotos. José se torna adulto Por causa da guerra, muitas pessoas tiveram que mudar de suas aldeias para outras áreas a fim de encontrar segurança. Muitas delas foram para Khartoum, cidade grande no Norte do país. José se mudou para a Etiópia. Enquanto morava lá, aprendeu sobre Jesus. Descobriu que Jesus o amava tanto que havia morrido por ele. Aprendeu também que Jesus voltará em breve a fim de levar todos os que O amam para morar com Ele no Céu, onde não haverá mais guerras, nem refugiados! Quando a igreja convocou voluntários para levar a mensagem a aldeias e povoados onde o povo nunca ouvira de Jesus, José se ofereceu para ir. Atualmente ele é um obreiro de Jesus em um lugar chamado Nova Cush. Ele costumava cuidar do gado do próprio pai, mas agora cuida das ovelhas e cordeiros de Deus, certificando-se de que estejam seguros, longe de Satanás. ________ (Extraído do Informativo dos Menores, 4o trimestre, 15 de novembro de 1997.)

Partilhando a Lição

Reflexão Sobre a Ressurreição Pensem na cena da ressurreição. Leiam sobre ela em Mateus 28:1-10 e Lucas 24:1-12 e reflitam por alguns instantes. Dar algum tempo para que os alunos leiam e reflitam. Como vocês visualizam a ressurreição? Procurem representar o que vocês imaginaram por meio de um desenho, uma poesia ou uma música. Analisando Dar, aos que desejarem, a oportunidade de partilhar com os demais colegas da classe o que fizeram. Como vocês visualizaram a cena? Em que aspecto a cena que vocês imaginaram é semelhante ou diferente da que outros imaginaram? Escolham uma palavra ou frase para descrever seu sentimento a respeito da cena. Por que vocês desejariam falar dessa cena a outras pessoas? Com quem vocês gostariam de partilhar isso durante a semana? Lembrem-se de que PODEMOS COMPARTILHAR NOSSA ESPERANÇA DE VIDA ETERNA POR CAUSA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.

Amando os Desprezados

Primários Lição 3 20 de abril de 2013

VERSO PARA DECORAR “Respeitem todas as pessoas, amem os seus irmãos na fé.” 1 Pedro 2:17, NTLH.

Resumo da Lição

Simão, o fariseu, ofereceu um banquete em sua casa. Jesus e Seus discípulos foram convidados. Durante o jantar, Maria, uma mulher não convidada e de presença indesejada, de vida pecaminosa, entrou na casa e pôs-se a chorar aos pés de Jesus. Molhando os pés dEle com as lágrimas, enxugava-os com o próprio cabelo e ainda derramava perfume de uma caixa de alabastro sobre os pés dEle. Simão e outros fi caram irritados com isso. Jesus defendeu Maria, salientando para Simão que Maria tinha sido perdoada em muito e por isso muito O amava. Esta lição fala sobre comunidade. Jesus tratou Maria com respeito e incluiu-a em Seu círculo de amigos, embora ela fosse desprezada e desdenhada por muitos outros. Seus seguidores farão o mesmo a todas as pessoas, incluindo as que não são amadas.

Atividades prévias

O Nariz Conhece Com antecedência, colocar em cada potinho algum material perfumado ou especiaria (algodão perfumado, pétalas de flores, extrato de baunilha, canela em pó, cravos, suco de limão, suco de laranja, chocolate, etc.) Se os potinhos forem transparentes, cobri-los de modo que os alunos não vejam o que há dentro. Pedir que os alunos fechem bem os olhos, ou tenham os olhos vendados enquanto é passado um potinho aberto de cada vez perto do nariz deles. Verificar quantos aromas eles conseguem reconhecer. Analisando Por que os cheiros ou aromas são importantes? (Eles nos ajudam a sentir o sabor dos alimentos; são agradáveis.) Hoje estamos falando sobre cheiros e perfumes porque nossa história bíblica é sobre uma mulher que fez algo importante com um certo perfume. Por causa disso, algumas pessoas pensaram que Jesus não devia dar atenção a ela. Mas essa não foi a atitude de Jesus. A mensagem de hoje diz: DEUS QUER QUE EU INCLUA EM MEU CÍRCULO AQUELES QUE costumam ser DEIXADOS DE FORA.

Lição Bíblica

Vivenciando a História

Personagens: rabino, mãe, pai, criança, servo, Jesus, Marta, Maria, Simão, discípulos, convidados.

Montagem do cenário: vestir alguns voluntários com roupas dos tempos bíblicos para juntos encenarem a história. Não esperar que os alunos falem suas partes. Eles podem participar enquanto o professor conta a história e lhes dá um sinal para encenarem. Para tornar a experiência realmente inesquecível, remover as cadeiras e colocar almofadas e travesseiros no chão para todos participarem do banquete. Nos dias de Jesus, em um típico lar judeu quando se ouvia alguém bater à porta [fazer uma pausa e bater] uma criança corria para atender. Era comum o rabino, um honrado mestre, vir fazer uma visita. Assim, a criança convidava o rabino para entrar e com delicadeza dizia: “Papai, mamãe, é o rabino.” Imediatamente o pai da criança se apresentava e dizia: – Seja bem-vindo – e colocando a mão direita sobre o ombro do rabino dava-lhe o beijo da paz. [Pedir que o “pai” dê um beijo na testa do “rabino”.] Enquanto o pai oferecia ao rabino uma almofada para sentar, a mãe chamava um servo para trazer uma bacia, uma jarra com água e uma toalha. [Pedir que o “servo” traga o material e faça como se estivesse lavando os pés do “rabino”.] O pai, então, costumava tocar a testa e os pés do rabino com um óleo perfumado. [Fazer uma breve pausa para o “pai” colocar um toque de perfume na testa e nos pés do “rabino”.] Esses três rituais eram sempre seguidos em demonstração de respeito a um rabino. [Devem sair os que fizeram papel de pai, mãe, criança, servo e rabino.] [Entra “Simão” e “Marta”.] Simão está preparando um banquete. Marta o ajuda. Simão conta para ver se tem almofadas suficientes. Marta verifica se o alimento está pronto. Simão planeja onde cada pessoa sentará. Os convidados começam a chegar. Simão cumprimenta cada um. [Os “discípulos” e “convidados” entram um por vez e sentam nas almofadas.] Depois de tirar as sandálias dos pés eles sentam, reclinados sobre as almofadas, com as pernas e pés estendidos. [Fazer uma pequena pausa até que todos, inclusive “Jesus” estejam sentados.] Simão dá as boas-vindas a todos e pede a bênção sobre o alimento. [Aguardar alguns instantes enquanto “Simão” ora.] Marta se ocupa servindo os alimentos. Durante o jantar, Maria entra e se ajoelha aos pés de Jesus. Ninguém a percebe. As lágrimas de Maria banham os pés de Jesus. Ela derrama um óleo perfumado nos pés dEle. [Acenar para que “Maria” abra o perfume e faça como se derramasse seu conteúdo nos pés de “Jesus”.] À medida que a fragrância enche o ar, os outros convidados começam a olhar para os lados. “O que Maria está fazendo?” ficam imaginando. Simão se mostra descontente. Jesus o curara de lepra. Para mostrar sua gratidão, Simão preparara este banquete para Jesus e convidara muitas pessoas ilustres. Todos sabem que Maria não tem boa reputação. Ela não é uma das pessoas ilustres. Simão preferia que ela não estivesse ali. Mas Maria não está pensando em nenhuma outra coisa senão em Jesus e quanto ela O ama. Suas lágrimas de amor e gratidão se misturam com o óleo perfumado e ela enxuga os pés de Jesus com seus longos cabelos. [“Maria” faz como se enxugasse os pés de “Jesus” com seus longos cabelos.] Ao sentirem a fragrância que enche o ar da sala, as pessoas fazem comentários. [Os “convidados” fazem como se cochichassem uns com os outros.] Judas sussurra: – Isso é coisa cara! Custa todo o salário de um homem durante um ano! Se fosse vendido, o dinheiro poderia ter sido doado aos pobres. Simão fica pensando por que Jesus permite que alguém tão sem importância O toque. Jesus sabe o que Simão está pensando. Sabe também o que Maria está sentindo. – Deixem Maria em paz – Jesus repreende. – Ela fez algo maravilhoso por Mim. Quando cheguei em sua casa hoje, você não lavou Meus pés, não colocou óleo perfumado sobre a Minha cabeça, não Me deu um beijo para Me cumprimentar. Esta mulher foi muito perdoada, e por isso Me ama muito. Então, Jesus promete que pessoas em todos os lugares ouvirão a história de Maria. Essa história ajudará pessoas a compreender que Deus ama e aceita a todos, inclusive os que são desprezados e deixados de fora.

Perseguido em uma Caverna

Jardim da Infância Lição 3 20 de abril de 2013

VERSO PARA DECORAR “Não nos cansemos de fazer o bem.” Gálatas 6:9, NVI

Resumo da Lição

O rei Saul sentia inveja de Davi porque Davi era abençoado por Deus e um dia seria rei. O rei Saul estava procurando Davi para matá-lo. Davi e seus soldados viram o rei Saul chegando, e se esconderam em uma caverna. O rei Saul entrou na caverna, mas não viu Davi nem seus homens. Os soldados de Davi cochicharam no ouvido dele, dizendo que agora ele teria oportunidade de matar Saul. Davi, porém, se recusou a fazer tal coisa. Em vez disso, foi quietinho por trás do rei e cortou um pedaço de seu longo manto. Quando Saul saiu da caverna, Davi o seguiu a distância e o chamou, dizendo a Saul que poderia tê-lo matado. Mas que não o fizera por ser Saul o rei escolhido por Deus. Saul disse que Davi era melhor do que ele. Saul reuniu seus soldados e foi embora. Esta lição fala sobre comunidade. Embora Saul o odiasse, Davi respeitava Saul porque Deus o havia escolhido para ser o primeiro rei de Israel. Nós devemos tratar aqueles que não são bondosos conosco do mesmo modo como Davi tratou Saul – com respeito – porque eles também são filhos de Deus.

Decoração da Sala

Ver lição 1. Acrescentar uma “caverna” de papel preto, cinza ou marrom amassado em cima de uma mesa ou cadeira, ou usar uma pequena tenda. Esta deve ter espaço suficiente para que as crianças possam entrar nela. Esta folha de papel poderá ser usada para fazer a “fornalha ardente” da lição 7, a “cova dos leões” da lição 8, e a “cova” da lição 10.

ATIVIDADES PRÉVIAS

Círculo – Jesus Ama Você Sentar as crianças em um grande círculo. Aproximar-se de uma criança e dizer: Jesus (mostrar a gravura de Jesus) ama você (mostrar o espelho). Jesus (mostrar a gravura de Jesus) o ama muito [nome da criança] (mostrar o espelho). Analisando Dar tempo para respostas. Quem Jesus ama? Todos nós somos especiais para Jesus. Ele ama muito o(a) _________ (apontar para cada criança e dizer-lhe o nome). Porque somos especiais para Jesus, Ele deseja que tratemos uns aos outros com amor. Algumas vezes as pessoas não são bondosas conosco, e é mais fácil sermos maldosos para com elas, mas Jesus nos pede que as tratemos bondosamente porque para Ele elas são também muito especiais. Nossa história bíblica de hoje é sobre alguém que mostrou respeito a um homem que estava tentando fazer-lhe mal. A mensagem de hoje é: PODEMOS FAZER O BEM, MESMO QUANDO OUTRAS PESSOAS NÃO SÃO BONDOSAS CONOSCO.

Lição Bíblica Vivenciando a História Personagens: Adulto vestido como Davi para contar a história, adulto para representar Saul, crianças para serem os amigos de Davi. Montagem do cenário: Fazer uma “caverna” em um canto da sala (ver Decoração da Sala). Durante a semana que passou aprendemos que Davi e Jônatas disseram adeus um ao outro porque o pai de Jônatas, o rei Saul, queria matar Davi. Vocês se lembram de que o rei Saul tinha inveja de Davi porque as pessoas gostavam mais de Davi do que dele? A história desta semana é sobre Davi e o rei Saul. [O rei Saul diz: Tenho que fazer um plano para apanhar Davi!” e sai furiosamente da sala.] O rei Saul estava indo atrás de Davi para apanhá-lo e matá-lo. Jônatas avisara Davi sobre os planos do pai. Davi e todos os seus amigos fugiram. Vamos fazer de conta que somos Davi e seus amigos, e vamos nos esconder! Onde devemos ir? [Guiar as crianças para que“entrem na caverna”, através do túnel de cadeiras cobertas em um dos cantos da sala, ou na tenda, se ela for grande o suficiente.] Devemos ficar bem silenciosos. [Cochichar.] Não queremos que o rei Saul nos ouça. Ele está à nossa procura. [O rei Saul volta à sala e diz: “Onde está Davi e seus amigos?” Ele olha em volta da sala, resmungando. Então se dirige e se agacha em direção à entrada da caverna, estendendo seu manto atrás dele.] O rei Saul está dentro da caverna! Vocês sabem o que os amigos de Davi queriam fazer? Quem adivinha? [Dar tempo para respostas.] Os amigos de Davi queriam matar Saul. Eles queriam que Davi matasse Saul antes que Saul matasse Davi. O que vocês acham que Davi fez? [Dar tempo para respostas.] Davi sabia que Saul era especial para Deus. Deus havia escolhido Saul para ser rei. Davi não podia matar Saul. Deus amava Saul, embora Saul não estivesse sendo bondoso para com ele. Muito silenciosamente, Davi rastejou por detrás de Saul. Pegou sua faca e cuidadosamente cortou um pedaço do manto de Saul. Como um ratinho, Davi escapou de volta para o lado de seus amigos. Então, o rei Saul saiu da caverna. [Nesta parte da história, fazer de conta que corta um pedaço do tecido da capa de“Saul”. Saul deixa a caverna.] Davi começou a sentir-se mal por ter cortado o manto do rei. Não era uma boa coisa o que ele fizera. Ele saiu da caverna porque desejava conversar com o rei Saul. Vamos sair da caverna. Então, Davi disse: “Rei Saul! Rei Saul! Rei Saul! Olhe! Eu tenho um pedaço de seu manto! [Segurar um pedaço de tecido.] Quando você entrou na caverna, eu estava bem pertinho de você! Eu poderia tê-lo matado como você deseja me matar, mas não o fiz. Apenas cortei um pedaço de sua roupa. Estou triste pelo que fiz. Eu sei que Deus o ama. Deus o fez rei, e sei que você é especial para Deus. Eu não quero matá-lo. Não desejo a você nenhum mal. Você está aqui para me matar, mas eu não desejo fazer qualquer maldade a você.” Saul se voltou e olhou. Viu Davi e todos os seus amigos junto à caverna. Ele viu o pedaço de tecido na mão de Davi. O rei Saul começou a chorar. Ele percebeu como tinha sido mau para com Davi. Ele sabia que Davi era um homem bondoso. Davi poderia ter matado o rei Saul, mas não matou. [O rei Saul diz: “Você tem sido bondoso comigo, mas eu tenho sido mau com você.”]

Seria fácil para Davi ter sido mau com Saul, mas em vez disso ele escolheu mostrar bondade, porque ele sabia que o rei Saul era importante para Deus.

Analisando

Conceder tempo para respostas. Algumas vezes, as pessoas não são gentis com vocês? Como vocês se sentem quando isso acontece? Como vocês se sentem quando alguém magoa vocês? (Magoados, tristes.) Davi e seus amigos com certeza se sentiam assim também. Mas Davi, mesmo assim, ainda era bondoso para com o rei Saul. Ele não o prejudicava. Quais algumas maneiras pelas quais podemos ser bondosos às pessoas que não são bondosas conosco? (Partilhando nossos brinquedos; dizendo coisas amáveis em vez de coisas desagradáveis; convidando-as para brincar conosco; não batendo nem puxando o cabelo, etc.) Quando algumas pessoas não são bondosas conosco, não sentimos vontade de tratá-las bondosamente. Mas, então, podemos nos lembrar de como Davi mostrou bondade ao rei Saul. Vamos novamente dizer juntos nossa mensagem: PODEMOS FAZER O BEM, MESMO QUANDO OUTRAS PESSOAS NÃO SÃO BONDOSAS CONOSCO.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Chaveiro de Coração

Ideia de lembrancinha para o Dia das Mães. Fica um chaveiro muito lindinho e super fofo. Acredito que as mamães irão amar. Foi feito com eva atoalhado, enchimento, palha da praia, botão e chaveiro.