Quero agradecer os vários emails que tenho recebido e o carinho de todos que me visitam. Criei esse blog com o único objetivo de trocar ideias no trabalho com crianças na igreja. Também posto as lições de cada trimestre, que retiro do site http://www.advir.com/criancas/ onde baixo todos os auxiliares. Por isso não vejo a necessidade de colocar aqui, todas as partes de cada lição. Até quando puder continuarei postando apenas as histórias das lições, que estão nos auxiliares. Além de atividades e outras coisas mais. Espero estar ajudando e gostaria também de receber ideias novas. E assim continuar com esse site, que considero um trabalho na obra de Deus. Um grande abraço. Malu

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domingo, 10 de novembro de 2013

Fé Recompensada

Lição 7 Juvenis 16 de novembro de 2013

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Verso Para Memorizar “Tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé.” Hebreus 12:2.

Resumo da Lição

Um centurião enviou anciãos da comunidade judaica para pedir a Jesus que curasse seu servo. Os anciãos disseram a Jesus que o centurião merecia esse favor especial porque ele era bom para a nação judaica. Antes, porém, de Jesus chegar à casa do centurião, este Lhe enviou uma mensagem por meio de amigos. Ele disse que não se sentia digno da atenção de Jesus e também expressou sua confiança nEle. Falou que bastava Jesus dizer uma palavra e o servo estaria curado. Jesus curou o servo sem sequer vê-lo, e usou o exemplo do centurião para ilustrar a fé que todos nós precisamos ter. Esta lição fala sobre serviço. Em uma comunidade de crentes nossa fé em Jesus aumenta, e somos preparados e compelidos a partilhar essa fé através de atos bondosos de serviço e bênção a outros.

Estudo da Lição

Introduzindo a História Bíblica

Com antecedência, convidar um membro da igreja (se possível) que trabalhe como médico, dentista, enfermeiro ou qualquer outra profissão relacionada com saúde para vir à classe de Escola Sabatina dos Juvenis. Nossa história bíblica desta semana é sobre Jesus curando alguém. Hoje temos a oportunidade de ter [dizer o nome da pessoa convidada e sua profissão] para nos falar um pouco sobre sua experiência no campo médico. Entrevistar o convidado com as seguintes perguntas: 1. Por que você escolheu seguir essa carreira profissional? 2. O que sua profissão tem a ver com “fé”? Há oportunidades de “servir”? 3. Que oportunidades seu trabalho tem oferecido de você falar a outros sobre Jesus? 4. Se você já testemunhou um milagre em seu trabalho, conte, por favor. 5. Que história ou texto bíblico tem maior significado para você em seu trabalho? Permitir que os alunos façam outras perguntas apropriadas, de preferência relacionadas com fé e serviço.

Vivenciando a História

Pedir que todos os alunos da classe leiam juntos em voz alta Lucas 7:1-10. Agora, formem duplas. Imaginem que um de vocês é um dos amigos que o centurião enviou para falar com Jesus, enquanto o outro faz o papel de âncora de um noticiário de televisão. Aqueles que atuarão como amigos do centurião, quando voltam para casa encontram o menino bem. À medida que a notícia do milagre se espalha, você se vê entrevistado pelo âncora da televisão local. Escreva um breve roteiro da entrevista e da reação da pessoa entrevistada. Depois, dar oportunidade para os alunos partilharem com os demais colegas na classe.

Analisando

Como deve ter sido ver a fé do centurião sendo usada por Jesus para realizar tal milagre? Em que aspecto a fé do centurião é semelhante ou diferente da sua própria fé? Quão profunda vocês desejam que sua fé seja? Que influência sua vida exerce sobre outros? À MEDIDA QUE NOSSA FÉ SE DESENVOLVE, AUMENTA NOSSA HABILIDADE PARA SERVIR.

Julgamento Injusto

Lição 7 dos Adolescentes 16 de novembro

VERSO BÍBLICO: "Desejando soltar a Jesus, Pilatos dirigiu-se a eles novamente. Mas eles continuaram gritando: 'Crucifica-O! Crucifica-O!' Pela terceira vez ele lhes falou: 'Por quê? Que crime este homem cometeu? Não encontrei nEle nada digno de morte. Vou mandar castigá-Lo e depois O soltarei.' Eles, porém, pediam insistentemente, com fortes gritos, que Ele fosse crucificado; e a gritaria prevaleceu." Lucas 23:20-23,
FLASH: "De pé por trás de Pilatos, à vista de todo o pátio, ouvia Cristo os insultos; mas não respondeu nem uma palavra a todas as falsas acusações contra Ele feitas. Toda a Sua atitude dava prova da inocência consciente. Ficou inabalável em face da fúria das ondas que se Lhe quebravam em torno. Era como se os violentos ímpetos da ira, erguendo-se mais e mais alto, como as vagas do clamoroso oceano, se despedaçassem ao Seu redor sem O tocar, no entanto. Ficou mudo, mas eloquente era o Seu silêncio. Era como se o homem exterior fosse iluminado por uma luz provinda do interior."- O Desejado de Todas as Nações, p. 725,
ESTUDANDO A HISTÓRIA: "Então toda a assembleia levantou-se e o e vou a Pilatos. E começaram a acusá-Lo, dizendo: 'Encontramos este homem subvertendo a nossa nação. Ele proíbe o pagamento de imposto a César e Se declara Ele próprio o Cristo, um rei.'
Pilatos perguntou a Jesus: 'Você é o rei dos judeus?' 'Tu o dizes', respondeu Jesus. Então Pilatos disse aos chefes dos sacerdotes e à multidão: 'Não encontro motivo para acusar este homem'.
Mas eles insistiam: 'Ele está subvertendo o povo em toda a Judeia com os Seus ensinamentos. Começou na Galileia e chegou até aqui.'
Ouvindo isso, Pilatos perguntou se Jesus era galileu. Quando ficou sabendo que Ele era da jurisdição de Herodes, enviou-O a Herodes, que também estava em Jerusalém naqueles dias.
Quando Herodes viu Jesus, ficou muito alegre, porque havia muito tempo queria vê-Lo. Pelo que ouvira faiar dEte, esperava vê-Lo realizar algum milagre. Interrogou-O com muitas perguntas, mas Jesus não lhe deu resposta.
Os chefes dos sacerdotes e os mestres da lei estavam ali, acusando-O com veemência. Então Herodes e os seus soldados ridicularizaram-no e zombaram dEle, Vestindo-O com um manto esplêndido, mandaram-nO de volta a Pilatos. Herodes e Pilatos, que até ali eram inimigos, naquele dia tornaram-se amigos.
Pilatos reuniu os chefes dos sacerdotes, as autoridades e o povo, dizendo-lhes: 'Vocês me trouxeram este homem como alguém que estava incitando o povo à rebelião. Eu O examinei na presença de vocês e não achei nenhuma base para as acusações que fazem contra Ele. Nem Herodês, pois ele O mandou de volta para nós. Como podem ver, Ele nada fez que mereça a morte. Portanto, eu O castigarei e depois O soltarei.'
Ele era obrigado a soltar-lhes um preso durante a festa.
A uma só voz eles gritaram; 'Acaba com ele! Solta-nos Barrabás!'
(Barrabâs havia sido lançado na prisão por causa de uma insurreição na cidade e por assassinato.) Desejando soltar a Jesus, Pílatos dirigiu-se a eles novamente. Mas eles continuaram gritando: "Crucifica-O! Crucifica-O!"
Pela terceira vez ele lhes falou: "Por quê? Que crime este homem cometeu? Não encontrei nEle nada digno de morte. Vou mandar castigá-Lo e depois O soltarei 'Eles, porém, pediam insistentemente, com fortes gritos, que Ele fosse crucificado; e a gritaria prevaleceu. então Pilatos decidiu fazer a vontade deles. Libertou o homem que havia sido lançado na prisão por insurreição e assassinato, aquele que eles haviam pedido, e entregou Jesus à vontade deles." Lucas 23:1-25.
VOCÊ SABIA?: O Sinédrio era uma corte suprema com 71 membros compostos pelos escribas, rabinos, fariseus, sacerdotes, saduceus e anciãos, presidido pelo sumo sacerdote.   A constituição do Sinédrio era fiel à lei: não poderia reunir-se à noite - somente durante o dia e somente no Saguão da Pedra Partida nas cortes do Templo, Também, um homem só poderia ser condenado à morte baseado no depoimento de duas testemunhas - nunca pelo testemunho de apenas uma pessoa. Além disso, uma sentença de morte nunca devia ser cumprida no mesmo dia do julgamento ou durante a Páscoa, para que a corte tivesse certeza de que seus membros não tinham  cometido algum equívoco. Essas regras sempre foram estritamente cumpridas -exceto em um caso.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Um Cego se Torna Líder

Lição 6 Jardim da Infância 9 de novembro de 2013

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VErsO PArA DECOrAr “O Senhor […] me mandou para que você veja de novo.” Atos 9:17, NTLH.

Resumo da Lição

Saulo, que estivera perseguindo os cristãos, fi cou cego ao ver a glória de Deus. Ele estava viajando em direção a Damasco. Deus pediu que Ananias se encontrasse com Saulo e orasse por ele a fi m de que enxergasse de novo. Ananias fi cou com medo de Saulo, mas obedeceu. A vista de Saulo foi restaurada, e ele se tornou um servo de Deus. Esta lição fala sobre serviço. Deus pode nos guiar a outros que necessitam de ajuda. Nós devemos estar dispostos a ser conduzidos a lugares ou pessoas que talvez nos deixem receosos. Devemos servir a Deus ajudando a outros a quem Ele nos conduzir.

Decoração da Sala

Ver lição 1. Usar fita-crepe para marcar um caminho sobre o piso. Fazer o contorno dos pés das crianças e colocar as pegadas no caminho. No fim do caminho, colocar uma bandeira com os dizeres: “Deus nos guiará para servirmos a outros.” Ou, pôr os nomes das crianças em contornos de “mãos” e “pés” e colocá‑los na parede em volta de uma gravura grande de Jesus. Ligá‑los a Jesus, colocando um fio de lã das mãos/pés a Jesus. Acima da gravura, escrever: “Deus nos guia para servirmos a outros.”

Lição Bíblica

Vivenciando a História

Com antecedência, combinar com um adulto para representar Saulo e contar a história. Pedir a outro adulto que fique escondido e diga, na hora apropriada, as palavras de Jesus a Paulo. Olá, meninas e meninos! Meu nome é Saulo. Vou contar‑lhes sobre algo maravilhoso que aconteceu comigo. A princípio não foi nada maravilhoso. Tenho que confessar que não me sinto orgulhoso de meu comportamento. Vejam vocês, eu sou judeu, e não gostava dos cristãos. Soube que havia cristãos em Damasco, e desejei capturar todos eles e colocá‑los na prisão. Eu, realmente, não era uma pessoa bondosa. Enquanto eu estava viajando com outros homens em direção a Damasco, de repente, uma luz muito brilhante me deixou cego. [Projetar sobre ele uma luz brilhante/lanterna.] Eu não conseguia enxergar. Caí de joelhos. Não sabia o que estava acontecendo. De repente, ouvi uma voz dizendo: [Voz escondida]: – Saulo, Saulo, por que Me persegues? [Saulo]: – Quem és Tu, Senhor? Que queres que eu faça? [Voz escondida]: – Eu sou Jesus, Aquele a quem você persegue. Levante‑se, entre na cidade e alguém lhe dirá o que você deve fazer. [Saulo]: Eu não enxergava, assim precisava de ajuda para conseguir chegar à cidade. Os homens que viajavam comigo me guiaram até lá. [Encorajar as crianças a guiar Saulo a uma cadeira.] Agradeço a ajuda de vocês. Eu pensei muito acerca do que havia acontecido antes de alguém me dizer o que eu deveria fazer. Durante três dias, permaneci cego. Não comi nada, nem bebi. Finalmente, ouvi uma batida à porta. Um homem chamado Ananias entrou e me disse que Jesus lhe falara naquela manhã e lhe dissera que fosse me ver. Ananias não queria conversar comigo. Ele sabia que eu queria ferir os cristãos, e ele era cristão. Mas Jesus lhe dissera que tinha um trabalho muito especial para eu fazer para Ele. Assim, Ananias colocou suas mãos sobre mim e pude ver! Deus guiou Ananias para me curar da cegueira e para encher‑me do Espírito Santo a fim de que eu pudesse fazer o trabalho que Ele desejava que eu fizesse. Jesus transformou o meu coração enquanto permaneci cego naqueles três dias. Eu tive tempo para pensar sobre quem Ele era. Tive certeza de que desejava obedecer a Jesus e contar aos outros sobre Ele. Fui batizado imediatamente. Então, passei algum tempo com os discípulos de Jesus e aprendi muito com eles. Logo, comecei a pregar sobre Jesus nas igrejas. As pessoas se surpreendiam ao verem aquele que odiara a Jesus e a Seus seguidores, agora falando aos outros sobre Jesus. Eu me sentia feliz por Jesus me ter guiado para servir a outros. Deus me guiou para servir a outros e ajudá‑los a se tornarem cristãos. E Ele também deseja guiar vocês para servir a outros. Analisando Dar tempo para respostas. O que teriam feito se vocês tivessem visto a luz brilhante no caminho para Damasco e ficassem cegos? O que Ananias pensou quando Deus o guiou para ir se encontrar com Saulo, a pessoa que odiava os cristãos? Vocês teriam ido ao encontro de Saulo? O que vocês acham que Saulo sentiu quando ouviu Ananias dizer que Deus tinha um trabalho especial para ele fazer? Como Saulo se sentiu quando pôde enxergar novamente? Vamos dizer nossa mensagem juntos: DEUS NOS GUIA PARA SERVIRMOS a OUTROS.

O Menino que Fez o Melhor que Podia

Lição 6 dos Primários 9 de novembro de 2013

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VERSO PARA DECORAR “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças.” Eclesiastes 9:10, ARA

Resumo da Lição

Jesus foi uma criança que aprendeu na escola do lar. Fiel e diligentemente, trabalhou com José na carpintaria e Se tornou um exímio carpinteiro. A mãe dEle Lhe ensinou a ler e compreender as Escrituras. Ele estudou a natureza e esteve frequentemente em comunhão com Seu Pai celestial. Jesus aprendeu tanto, que anos mais tarde, as pessoas se maravilhavam de que Ele tenha Se tornado tão sábio sem ter frequentado as escolas dos rabis. (Ver João 7:15.) Esta lição fala sobre serviço. Servir como Jesus servia é fazer o melhor que podemos em tudo o que vier à nossa mão para fazer e tentar aprender o máximo possível. Assim como Ele, precisamos ir além do que simplesmente cumprir as obrigações. Então, nosso serviço representará verdadeiramente Aquele que nos dá forças para fazermos tudo da melhor maneira possível, e seremos exemplos às crianças sob nosso cuidado.

Vivenciando a História

Envolver as crianças em uma história interativa. Palavras: Ações: trabalhar, trabalhando bater a mão fechada na palma da outra mão aprender, aprendendo apontar para a cabeça Personagens: José e Jesus com roupas dos tempos bíblicos para encenarem enquanto um professor conta a história. José colocou suas ferramentas na banca de trabalho da carpintaria. Ele estendeu os braços. [Lembrar José de fazer o mesmo.] O cheiro de serragem perfumava o ar. Finas partículas de pó dançavam nos raios de sol que entravam pelas janelas. [Lembrar Jesus de trabalhar com Suas ferramentas.] José lançou o olhar para o local em que Jesus trabalhava [bater uma mão na outra] com Suas ferramentas. Embora pensasse que Ele ainda fosse uma criança, Jesus estava se tornando um ótimo carpinteiro [continuar a lembrar “José” e “Jesus” enquanto a história prossegue.] Jesus ergueu os olhos de Seu trabalho [bater uma mão na outra] e viu que José O observava.

– Acho que está pronto – disse Jesus satisfeito, esfregando os dedos sobre a madeira do banco que José Lhe dera para alisar e lixar. – Você acha que nosso vizinho ficará satisfeito com este banco? José se aproximou de seu Filho junto à banca de carpinteiro. Observou a madeira lisinha e linhas perfeitas. Correu os dedos sobre a madeira para sentir se havia qualquer ponto enrugado ou saliente. Tudo estava perfeito. – Você trabalhou [bater uma mão na outra] bem – replicou José. – Qualquer pessoa vai se sentir satisfeita de possuir tal peça. – Fiz da melhor maneira possível – respondeu Jesus humildemente. José acenou com a cabeça. O Filho especial fizera o melhor que podia. – Deus pode nos usar, Filho, quando fazemos o melhor possível para Ele – sussurrou José. Jesus não respondeu. Seus pensamentos estavam no Templo de Jerusalém, quilômetros adiante. Com a idade de 12 anos Jesus o visitara. Desde aquela época, Ele continuava pensando acerca do cordeiro da páscoa que vira. Sabia que Ele próprio seria algum dia o Cordeiro da Páscoa. Mas, enquanto isso, Jesus estava servindo a Deus ao fazer o melhor que podia na carpintaria e pelo que estava aprendendo [apontar a cabeça]. – Aprenda [apontar a cabeça] tudo o que conseguir – José dizia frequentemente a Jesus. – Assim, Você estará pronto a servir ao mundo quando Deus Lhe mostrar Seu plano. José fazia o melhor que podia para ensinar a Jesus tudo quanto sabia. Sons agudos e risos do lado de fora interromperam as palavras de José. – Jesus pode vir brincar aqui fora? José se voltou e sorriu para os meninos da vizinhança. Jesus, porém, respondeu antes de José: – Ainda tenho algum trabalho [bater uma mão na outra] a fazer – disse Ele. – E depois, vou praticar leitura com Minha mãe. Talvez mais tarde possa ir. O coração de José pulsava de amor ao observar Jesus. Que menino! Era tão bom trabalhador, quanto bom aprendiz. José sorriu para Jesus e para os meninos que esperavam. – Acho que para hoje já basta – anunciou José com um sorriso. Cuidadosamente, ergueu a ferramenta da bancada e a prendeu na parede. – Obrigado, pai – disse Jesus, começando a guardar as ferramentas. Ajuntou rapidamente os cavacos de madeira e os colocou em um cesto. Ele os levaria para casa para serem usados no fogão. José e Jesus caminharam juntos para casa. Jesus Se alegrava com a companhia de Seu pai. Apreciava aprender [apontar a cabeça] para ser um bom carpinteiro. A mãe de Jesus era também Sua professora. Ele aprendeu [apontar a cabeça] a ler e estudar as Escrituras junto aos joelhos dela. Também aprendeu [apontar a cabeça] sobre as plantas e os animais. Jesus e Sua mãe frequentemente oravam a Seu Pai do Céu. Que dedicado estudante era Jesus! Quando Ele cresceu, as pessoas ficaram admiradas de Seu conhecimento (João 7:15). Como Jesus, servimos quando estamos aprendendo [apontar a cabeça] a fazer o melhor que podemos. Analisando A história de nossa lição menciona quatro lugares em que Jesus aprendia. Quais são eles? (Na carpintaria; junto aos joelhos da mãe; na natureza; em oração ao Pai celestial.) Imaginem Jesus morando na vizinhança de vocês. Vocês gostariam de ser amigos dEle? Por quê?

O que vocês poderiam aprender ao brincar com Jesus? (Ser mais amigáveis, mais bondosos, brincar da melhor maneira possível.) Se Jesus fosse seu colega de classe, que diferença isso faria na maneira de vocês fazerem o trabalho? (Faríamos da melhor maneira possível.) Lembrem-se: SIRVO QUANDO FAÇO O MELHOR QUE POSSO.

Pai em Desespero

Lição 6 Juvenis 9 de novembro de 2013

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Verso Para Memorizar “Ao ver as multidões, teve compaixão delas, porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor. Então disse aos seus discípulos: ‘A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos.’ Peçam, pois, ao Senhor da colheita que envie trabalhadores para a Sua colheita.” Mateus 9:36-38.

Resumo da Lição

Jesus procurou maneiras de satisfazer as necessidades das pessoas e ao mesmo tempo revelar- Se a elas como amigo e Salvador. Jesus curou o filho de um oficial do governo romano. Ao fazer isso, Ele fez aumentar a fé do oficial, o qual não só viu a saúde do filho restaurada, mas também aprendeu a confiar plenamente em Jesus. Esta lição fala sobre serviço. Ao servirmos atualmente, podemos seguir o exemplo deixado por Jesus. Podemos procurar servir aos outros e, então, conduzi-los a Jesus, Aquele que pode satisfazer-lhes todas as necessidades.

Estudo da Lição

Introduzindo a História Bíblica

Vocês podem se lembrar de alguma ocasião em sua vida em que precisaram desesperadamente de ajuda, mas tinham apenas promessas de que alguém os ajudaria oportunamente? Dar tempo para os alunos partilharem suas experiências. Nossa história bíblica de hoje é acerca de um homem indeciso cuja fé se desenvolveu porque Jesus lhe prestou ajuda. Hoje estamos aprendendo que JESUS USA NOSSO SERVIÇO PARA AJUDAR OUTRAS PESSOAS A CONFIAR NELE. Vamos repetir juntos o Verso Para Memorizar, em Mateus 9:36-38. Vivenciando a História Pedir que um adulto ou um aluno que saiba ler bem, leia João 4:46-54 em voz alta, enquanto os demais acompanham a leitura. Quando terminar a leitura, pedir que formem pequenos grupos e escolham uma das seguintes atividades: 1. Desenhar uma série de figuras, ou preparar um quadro-mural, ilustrando os eventos descritos no texto que acabaram de ler.

2. Criar uma carta do oficial do governo a seus pais em outro país descrevendo a experiência que acabaram de ter. 3. Criar uma encenação ou peça sobre a história. 4. Escrever uma notícia para o noticiário de televisão relatando o acontecimento. Quando os alunos terminarem seu projeto, ou usarem todo o tempo determinado, pedir que apresentem e expliquem o que criaram aos demais colegas de classe. Analisando Qual era a necessidade desse oficial do governo? A quem ele escolheu para apresentar sua necessidade? Qual foi o resultado para esse homem e sua família? (Eles creram em Jesus.) O que podemos fazer para ajudar outros a crer em Jesus dessa maneira? (Mencionar o Verso Para Memorizar, em Mateus 9:36-38; repeti-lo juntos.) JESUS USA NOSSO SERVIÇO PARA AJUDAR OUTRAS PESSOAS A CONFIAR NELE. Explorando o Texto Bíblico Pedir que os alunos encontrem e estejam preparados para ler os seguintes textos bíblicos: Mateus 9:35-38 e Lucas 9:1-6. Depois de lerem juntos Mateus 9:35, 36, perguntar: O que Jesus fez quando encontrou pessoas que estavam preocupadas e desamparadas? (Teve compaixão delas; supriu suas necessidades.) Depois de lerem juntos Mateus 9:37, 38, perguntar: O que vocês acham que Jesus quis dizer ao falar essas palavras aos discípulos? (Que outras pessoas, além deles, precisam sair e servir aos outros, ajudando-as a desenvolver confiança em Jesus.) Depois de lerem juntos Lucas 9:1, 2, perguntar: Quem Jesus enviou para servir a outros e suprir suas necessidades? (Os discípulos) Quem são Seus discípulos atualmente? (Nós podemos ser. Aqueles que O seguem e servem aos outros.) Depois de lerem juntos Lucas 9:3-6, perguntar: Quanto preparo os discípulos deviam ter para sair e servir aos outros? (Nenhum. Deviam depender inteiramente de Deus. Deviam ir aonde as pessoas se achavam, ficar com elas, e procurar suprir suas necessidades, caso percebessem que tinham necessidades. Se essas pessoas não sentissem necessidade de Jesus, os discípulos deviam seguir adiante em busca de outras que desejassem confiar nEle.) O que, atualmente, sabemos acerca de nosso trabalho como discípulos? JESUS USA NOSSO SERVIÇO PARA AJUDAR OUTRAS PESSOAS A CONFIAR NELE.

A Escolha

Lição 6 dos Adolescentes 9 de novembro de 2013

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I. SINOPSE

Antes das cenas do Calvário se desenrolarem, Jesus enfrentou uma grande luta espiritual no Jardim do Getsêmani, local em que ocorreu um dos pontos-chave para o sucesso da história da redenção. O drama do plano de Deus para redimir a humanidade alcançou o auge no momento em que Cristo teve que escolher entre oferecer a própria vida para nos resgatar ou desistir de tudo. Jesus poderia ter desistido e deixado a humanidade à própria sorte, porém nos amou de tal maneira que escolheu morrer para que pudéssemos um dia viver eternamente ao Seu lado. A história desta semana evoca diversos temas que nos ensinam lições poderosas. Diante do sofrimento de Cristo no Jardim do Getsêmani, por exemplo, percebemos o horror do pecado e de suas consequências. Naquele momento, Cristo, a personifi cação do amor, aceitou tomar sobre Si os vis pecados e a depravação da humanidade. Jesus teve que escolher entre fazer a própria vontade (ser poupado de tal sofrimento) e obedecer à vontade do Pai. Certamente, os jovens já enfrentaram a tentação de fazer as coisas à própria maneira ou já se sentiram ansiosos por ter que confi ar nos planos de Deus e em Sua vontade. No Getsêmani foi travada uma grande luta espiritual de proporções universais. A palavra Getsêmani signifi ca “prensa de azeitonas”, assim não é de admirar que nesse lugar Jesus sentiu-Se pressionado pelo pecado a ponto de perder as forças diante de tamanha agonia. Não se esqueça de enfatizar que, por causa do sacrifício de Cristo, todo ser humano tem a oportunidade de um dia viver eternamente com Deus, sem precisar passar pela segunda morte. No Jardim do Getsêmani, Cristo escolheu tomar sobre Si os pecados do mundo e cumpriu a vontade de Deus em vez dos desejos humanos. Jesus Se “fez pecado por nós; para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus”. 2 Coríntios 5:21, VARA.

Ilustração

Conte esta ilustração em suas próprias palavras:

O oceano é a fronteira misteriosa do planeta Terra. Os cientistas descobriram que, apesar de a maior parte da área oceânica que entra em contato com a terra firme ter aproximadamente 60 metros de profundidade, já apresenta grande diversidade de vida marinha e belezas indescritíveis. Mas essa área oceânica representa apenas 1/20 da área total. O oceano chega a profundidades muito maiores do que meros 60 metros. Algumas áreas bem distantes da terra firme medem de 3.500 a 6.000 metros de profundidade. São chamadas de Planície Abissal, o único e maior meio ambiente da Terra que corresponde a mais da metade da área total da superfície oceânica. Porém, o oceano é muito mais profundo do que isso. Em algumas áreas do Oceano Pacífico há fendas e abismos que chegam a medir de 10.000 a 11.000 metros de profundidade. Temos até dificuldade de imaginar como é a vida marinha nas partes mais profundas do oceano. As áreas mais superficiais apresentam vida e beleza em abundância, mas nas áreas de maior profundidade tudo é escuro e diferente do que estamos acostumados a ver. Se compararmos a diferença entre a natureza presente na superfície oceânica e nas áreas mais profundas e traçarmos um paralelo com as diferenças em cada nível de pecado, que lições poderíamos aprender? Para Jesus, enfrentar a escolha de suportar os piores pecados do mundo, algo que nenhum ser humano jamais sentiu, foi o mesmo que descer às áreas mais profundas do oceano.

Uma Ponte Para a História

Comente com os alunos em suas próprias palavras: No Jardim do Getsêmani, Cristo escolheu enfrentar as consequências dos pecados mais terríveis da humanidade. A humanidade vive normalmente pensando que o pecado não é tão ruim assim. Simplesmente, não fazemos ideia do que Jesus sentiu ao escolher tomar o cálice do sofrimento. A cada momento de oração no jardim, Cristo mergulhou mais e mais na escuridão e na agonia de estar longe de Deus, apenas vislumbrando o horror que O aguardava no Calvário. Os espinhos e os pregos não lhe causaram tanta dor como o abismo de pecado que o separou do Pai. Leia a história de Cristo no Jardim do Getsêmani e tente imaginar a tremenda agonia que sentiu. Preste atenção especial na decisão que Ele tomou em nosso favor.

Apresentando o Contexto e o Cenário Use as informações a seguir para elucidar alguns aspectos da história para seus alunos. Explique em suas próprias palavras. O cenário em que a história da luta de Cristo no Jardim do Getsêmani ocorreu é bastante evidente. As cenas da aflição de Cristo aconteceram na noite de Páscoa, após a ceia com os discípulos, um pouco antes de Sua prisão. Naquele mesmo instante, Judas levava a cabo sua terrível traição. Essa história foi relatada nos quatro Evangelhos. Alguns autores apresentam mais detalhes do que outros, mas a história é a mesma. Ela pode ser encontrada nas seguintes passagens bíblicas: Mateus 26:36-50. Marcos 14:32-46. Lucas 22:39-49. João 18:1 e 2. Cristo sofreu amargamente no Jardim do Getsêmani por causa de uma decisão que precisava ser feita, caso decidisse levar adiante o plano de redenção da humanidade. É interessante notar que a escolha de aceitar pagar o preço do pecado foi feita ali, no jardim. A história humana começou num jardim (Gênesis 2:7-25), assim como o pecado (Gênesis 3). A escolha de Adão e Eva de fazer a própria vontade em vez de obedecer a Deus infectou a humanidade com o vírus do pecado. Cristo enfrentou a mesma decisão: desistir ou obedecer à vontade de Deus e levar adiante o plano da salvação. A Tentação no Jardim Na ocasião em que Jesus foi tentado por Satanás no deserto, não foi tentado a mentir, a trair, a roubar ou a cometer adultério. Foi tentado a anular o plano de Deus de redimir a humanidade através de Seu sangue (Mateus 4).

Na ocasião em que Jesus descreveu Sua morte iminente nas mãos dos judeus, Pedro O censurou fazendo com que proferisse as seguintes palavras: “Para trás de mim, Satanás!” Marcos 8:33. Jesus repreendeu Pedro por sugerir que fizesse o que Satanás mais desejava – EVITAR O CALVÁRIO! Até mesmo no momento em que Jesus estava na cruz, Satanás tentou- O a desistir do plano da salvação instigando o povo a gritar: “‘Ei, você que disse que era capaz de destruir o Templo e tornar a construílo em três dias! Se você é mesmo o Filho de Deus, desça da cruz e salve-Se a Si mesmo!’ Os chefes dos sacerdotes, os mestres da Lei e os líderes judeus também caçoavam dEle, dizendo: ‘Ele salvou os outros, mas não pode salvar a Si mesmo! Ele é o Rei de Israel, não é? Se descer agora mesmo da cruz, nós creremos nEle!’” Mateus 27:39-43, NTLH. A tentação de Jesus sempre foi a mesma durante Seu ministério. O relato encontrado no livro de Mateus mostra que por três vezes Cristo orou: “Meu Pai, se for possível, afasta de Mim este cálice; contudo, não seja como Eu quero, mas sim como Tu queres.” Mateus 26:39. III. ENCERRAMENTO Atividade Encerre com uma atividade. Explique em suas próprias palavras. Divida a classe em duplas e peça para fazerem uma lista de todos os pecados cometidos pelos personagens bíblicos que puderem se lembrar. Dê um ou dois minutos para realizarem a atividade. Em seguida, peça que em um minuto adicionem à lista uma relação dos pecados mais horríveis cometidos ao longo da história. Ao final da lista, deverão escrever: “Meu pecado”. Incentive as duplas a lerem a lista que fizeram em voz alta enquanto você faz a seguinte demonstração: O propósito desta atividade é demonstrar como Cristo aceitou voluntariamente o cálice do pecado. Encha uma xícara grande ou um copo até a metade com água. Em seguida, adicione ingredientes que sujarão a água (terra, óleo, vinagre, molho, etc.). Peça para os alunos lerem a lista de pecados em voz alta enquanto você adiciona os ingredientes mencionados acima. Faça isso lentamente, para que todos tenham a oportunidade de ler a lista que fizeram. Ao final da atividade, quando a xícara estiver cheia, fale: “Jesus disse: “Meu Pai, se for possível, afasta de Mim este cálice; contudo, não seja como Eu quero, mas sim como Tu queres.” Mateus 26:39. Jesus aceitou o cálice no momento em que decidiu enfrentar o Calvário.

Resumo Compartilhe os seguintes pensamentos, usando suas próprias palavras: O Getsêmani sem dúvida foi um dos momentos mais decisivos para Cristo e para o sucesso do plano da redenção. Todos nós passamos por escolhas e decisões difíceis. Temos a opção de seguir por caminhos totalmente opostos, mas sempre haverá a necessidade de fazermos uma escolha. A decisão que tomarmos hoje nos moldará no futuro. Jesus sofreu intensamente com a escolha que tinha a fazer. Qual é a nossa reação diante do que aconteceu com Cristo no jardim? Uma possibilidade é agradecer Sua bondade e amor em aceitar o cálice de sofrimento em nosso lugar. Outra é seguir Seu exemplo e orar: “Não seja feito o que eu quero, mas o que Tu queres.” Certamente, não será nada fácil orar assim, mas escolha seguir o exemplo de Cristo ao orar sobre áreas específicas e sua vida nunca mais será a mesma. A escolha de viver de acordo com o plano de Deus produzirá tamanha paz e confiança que o capacitará a enfrentar qualquer adversidade. Na verdade, ao saber que Cristo escolheu morrer em seu lugar, qualquer dificuldade que venha a enfrentar daqui por diante não será nada em comparação com a recompensa prometida aos fiéis a Cristo. Paulo disse: “Eu penso que o que sofremos durante a nossa vida não pode ser comparado, de modo nenhum, com a glória que nos será revelada no futuro.” Romanos 8:18, NTLH. Ao fazer aquela escolha difícil e angustiante no Getsêmani, possivelmente Cristo pôde apenas vislumbrar parte do futuro, mas Paulo nos assegurou que: “O que ninguém nunca viu nem ouviu, e o que jamais alguém pensou que podia acontecer, foi isso o que Deus preparou para aqueles que O amam.” 1 Coríntios 2:9, NTLH.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

A Viagem de Paulo

Lição 2 do Rol do Berço Novembro

VERSO PARA DECORAR “Falem dos Seus atos maravilhosos.” Salmo 105:2, NTLH.

Resumo da Lição

Paulo estava viajando de navio. Ele advertiu o capitão da embarcação de que haveria uma grande tempestade, mas o capitão não lhe deu atenção. Quando começou os perigos da tempestade, todos fi caram com medo, mas Deus mostrou a Paulo que ninguém perderia a vida. Paulo animou as pessoas, compartilhando com todas elas a mensagem de esperança. Esta lição fala sobre serviço. Se estivermos dispostos, Deus poderá usar-nos para ministrar aos outros que não pertencem à nossa família e comunidade cristãs. Eles precisam do conforto de Jesus, o qual nós podemos compartilhar.

Decoração da Sala

Um cenário da natureza será apropriado – árvores, flores, pedras, arbustos, etc. Um barco (plástico, inflável, canoa, etc.) ajudará a completar a cena. Esse barco será utilizado na seção Vivenciando a História. Um lençol ou tecido azul pode ser colocado em volta do barco para representar a água.

Iniciando a Escola Sabatina

A. Boas-vindas

Bom-dia, meninos e meninas! É muito bom ver cada um de vocês. Como é bom estar na Escola Sabatina. Vocês estão contentes por terem vindo à Escola Sabatina? O relógio está marcando 9 horas. É hora de começarmos nossa Escola Sabatina. Distribuir relógios para as crianças segurarem enquanto cantam juntas “Ouça o Relógio” (ver p. 49, CD faixa 3).

Estou muito feliz em ver vocês aqui. O sábado é um dia muito especial. Vamos cumprimentar uns aos outros dando um aperto de mão. Andar pela sala e apertar a mão de cada criança, com um sorriso, um aperto de mão ou um abraço enquanto cantam “Como é Bom na Igreja Estar” (ver p. 49, CD faixa 5). B. Oração Vamos agradecer a Jesus a Escola Sabatina e todos os amiguinhos que vieram hoje aqui. Conversamos com Jesus quando oramos. Preparar‑se para a oração cantando “Quando Oro, Eu Falo com Jesus” (ver p. 50, CD faixa 8). Fazer uma oração simples dando tempo para as crianças repetirem as palavras, que podem ser assim: Querido Jesus, muito obrigado pela Escola Sabatina. Muito obrigado pelas histórias da Bíblia. E muito obrigado porque nos amas. Amém. Então, cantar “Ouve, Senhor” (ver p. 50, CD faixa 10).

C. Visitas Dar as boas‑vindas a cada visitinha (bem como aos pais que estiverem visitando). Depois, cantar “Hoje Temos Visita” (ver p. 50, CD faixa 12).

D. Ofertas Algumas famílias não sabem que Jesus as ama. O dinheiro da nossa oferta vai ajudar essas pessoas a aprender que Jesus ama a cada uma delas também. Por isso, trazemos nossas ofertinhas para ajudar outras pessoas a aprender que Jesus ama a todos nós. Convidar as crianças a trazer suas ofertas para dar a Jesus. Cantar “Abençoa Esta Oferta” (ver p. 50, CD faixa 16). Muito obrigado, meninos e meninas, por trazerem uma ofertinha. Agora, vamos fechar os olhos enquanto pedimos que Jesus abençoe o dinheiro da oferta. Fazer uma oração simples, com palavras mais ou menos assim: Querido Deus, queremos que outras famílias saibam que Jesus ama a cada uma delas. Por favor, usa nossa ofertinha para isso. Amém.

E. Aniversariantes Há alguém em nossa classe que fez aniversário. Querem saber quem é? É [nome da criança]. Levar a criança que fez aniversário a uma cadeira especial para aniversariantes. Acender as velas do bolo. Enquanto as velas ainda estiverem acesas, cantar “Cântico de Aniversário” inserindo o nome da criança (ver p. 51, CD faixas 18 e 19). Incentivar a criança a soprar a(s) vela(s). Jesus ama muito você. Vamos agradecer a Jesus pelo seu aniversário. Fazer uma oração especial pela criança. Se possível, dar a ela um presentinho em nome da Escola Sabatina.

Vivenciando a História A. Verso Para Decorar Está na hora de lermos nossa Bíblia. Dar a cada criança uma Bíblia pequena contendo pelo menos uma gravura de Jesus, mais algumas gravuras de diferentes cenários, se possível. Vocês podem encontrar uma figura de Jesus em sua Bíblia? Enquanto as crianças olham suas Bíblias, cantar “A Bíblia, a Palavra de Deus” (ver p. 51, CD faixa 23). Nossa história bíblica de hoje é sobre Paulo e Lucas. Eles eram missionários. Isso quer dizer que saíam de casa e viajavam para outros lugares a fim de falar sobre Jesus às pessoas. Nosso Verso Para Decorar diz: “Falem dos Seus atos maravilhosos.” Salmo 105:2. Vamos cantar a música do nosso verso? Cantar “Cantem Louvores” (ver p. 53, CD faixa 69). É exatamente isso que Paulo e Lucas faziam. Eles falavam aos outros a respeito das coisas maravilhosas que Deus fizera. Ensinar às crianças o Verso Para Decorar com os seguintes gestos: “Falem (levar as mãos à boca como que amplificando a voz) dos Seus (apontar para o alto) atos maravilhosos.” (braços junto ao corpo e então se erguendo e abrindo) Repetir várias vezes.

B. Luzes Paulo e Lucas amavam muito a Jesus. Eles queriam que outras pessoas também aprendessem sobre Jesus. Quando as pessoas partilham as boas‑novas sobre Jesus, às vezes dizemos que elas estão deixando sua luz brilhar. Em nossa história de hoje, Paulo e Lucas estavam deixando sua luz brilhar. Apagar as luzes da classe, acender a vela e segurar para que todas as crianças possam ver enquanto cantam o hino “Sempre Vou Brilhar” (ver p. 53, CD faixa 52).

Alternativas: Distribuir velas de feltro para que as crianças coloquem no flanelógrafo ao cantar. Ao deixar sua luz brilhar, vocês falam a outros sobre as coisas maravilhosas que Deus faz por vocês? Sim! Paulo e Lucas falavam a muitas pessoas a respeito de Jesus e de como Ele perdoa nossos pecados. Vamos cantar outra vez o hino do Verso Para Decorar. Cantar “Cantem Louvores” (ver p. 53, CD faixa 69).

C. Viajando no Barco Paulo e Lucas falaram sobre Jesus a muitas pessoas. Mas nem todas as pessoas queriam ouvir a respeito de Jesus. Agora, soldados estavam levando Paulo e Lucas para a cidade de Roma. Eles precisaram viajar em um grande barco. Convidar uma criança de cada vez para sentar‑se no barco enquanto um adulto a balança gentilmente. Se não for possível conseguir um barco, pedir que uma ou duas crianças de cada vez se sentem sobre um lençol ou coberta e dois adultos pegam as pontas do lençol ou coberta e as balançam de um lado para outro enquanto cantam “Vai um Barco Sobre o Mar” (ver p. 54, CD faixa 57).

D. Paulo Adverte o Capitão A viagem de Paulo e Lucas levaria muitos dias. O barco devia parar várias vezes em muitos lugares diferentes. Essa era a época do ano em que havia muitas tempestades. Mas o capitão do navio queria chegar logo a Roma. Por isso, um dia quando uma suave brisa começou a soprar ele decidiu que estava na hora de partir. Mas Paulo sabia que logo cairia uma forte tempestade. Então, ele foi falar com o capitão. Ensinar às crianças o seguinte recitativo com gestos: Senhor capitão, ouça o que vou dizer: (levantar e bater continência) Uma forte tempestade vai logo cair; ( levantar os braços e agitá‑los de um lado para outro imitando galhos sob o efeito de forte vento) Hoje não devemos sair; ( acenar “não” com a cabeça e com o dedo indicador) Escute bem o que estou a dizer. ( mão em forma de concha atrás do ouvido e então apontar para a boca)

E. A Tempestade O capitão não se importou com o que Paulo disse. Achou que era um dia perfeito para viajar de barco. Por isso, recolheu a âncora e começou a navegar. Eles não estavam muito longe quando o vento começou a soprar bem forte. Ligar o ventilador na direção das crianças para que sintam o vento, ou abaná‑las com leque. Logo começou a chover. Borrifar água levemente sobre as crianças. Então, houve trovões e relâmpagos. Tocar a fita cassete com o som de trovões. Apagar e acender repetidas vezes as luzes da sala, ou apagar as luzes e piscar várias vezes uma lanterna. As ondas ficaram cada vez mais altas e agitadas. Estavam no meio de uma tempestade terrível! Se desejar, distribuir tambores e chocalhos às crianças e permitir que façam o barulho de trovões enquanto cantam. Se tiver o barco da Atividade C à disposição, convidar algumas crianças para sentarem no barco enquanto os adultos o balançam de um lado para outro. Borrifar um pouco de água nas crianças.

F. O Anjo As ondas subiam cada vez mais alto. O barco balançava fortemente de um lado para outro. A tempestade durou muitos dias. Todos que estavam no barco ficaram com medo e se sentiram mal. Até Paulo e Lucas estavam tristes. Então, uma noite enquanto Paulo estava tentando dormir, um anjo veio falar com ele. O anjo disse: “Não tenha medo, Paulo. O barco vai virar, mas ninguém vai se afogar.” Jesus enviou o anjo a Paulo com um recado para todas as pessoas que estavam no barco. Distribuir anjos para as crianças e, dependendo do tipo de material, convidá‑las a acenar com os anjos ou colocá‑los no flanelógrafo enquanto cantam “Um Anjo ao Meu Lado” (ver p. 54, CD faixa 35). O anjo queria que Paulo desse a boa notícia a todos que estavam no barco. Vocês podem dizer comigo o Verso Para Decorar? Convidar as crianças para que façam os gestos enquanto falam juntos o verso.

“Falem (levar as mãos à boca como que amplificando a voz) dos Seus (apontar para o alto) atos maravilhosos.” (braços junto ao corpo e então se erguendo e abrindo) Que coisa maravilhosa Deus ia fazer? Ele salvaria a todos da tempestade.

G. Vamos Comer Alguma Coisa Os marinheiros perceberam que o barco estava se aproximando da praia. Já fazia alguns dias que os marinheiros e as outras pessoas que estavam no barco não comiam nada; estavam se sentindo mal e com muito medo. Mas o anjo tinha dito a Paulo que o barco ia virar. Por isso, ele sabia que poderiam precisar nadar até a praia. Precisariam ter forças para nadar. Então, Paulo insistiu que todos comessem alguma coisa. Distribuir alimentos de plástico ou de feltro para cada criança. Então, convidá‑las a colocar as gravuras de feltro no flanelógrafo, ou os alimentos de plástico na cesta.

H. Salvos na Praia No dia seguinte, os homens do barco viram uma ilha com uma praia bonita. Mas o barco encalhou na areia antes de chegar à praia. As fortes ondas quebraram todo o barco. Todas as pessoas tiveram que nadar até a praia ou agarrar algum pedaço de madeira do navio e segurar firme até conseguir chegar à praia. Finalmente, todos estavam a salvos na praia! Convidar as crianças para que acenem suas bandeiras ou toquem seus instrumentos em louvor a Deus por salvar as pessoas, enquanto cantam o hino “Louvem a Jesus” (ver p. 52, CD faixa 24). Deus fez algo maravilhoso! Ele salvou a vida de todas as pessoas que estavam no barco! Vamos dizer outra vez nosso Verso Para Decorar. Vocês se lembram dos gestos? Convidar as crianças para que repitam o verso enquanto fazem os gestos. “Falem (levar as mãos à boca como que amplificando a voz) dos Seus (apontar para o alto) atos maravilhosos.” (braços junto ao corpo e então se erguendo e abrindo)

I. Precisamos Falar Quando Deus faz alguma coisa maravilhosa para nós, gostamos de contar aos outros. Paulo e Lucas contaram aos outros a respeito das coisas maravilhosas que Deus fez por eles. Nós também podemos contar aos outros sobre Jesus. Ensinar o seguinte recitativo com gestos: Quando conhecemos Jesus (apontar para o alto) E também o Seu amor (braços cruzados sobre o peito) Há uma coisa importante (levantar dedo indicador) Que precisamos fazer. (sacudir o dedo indicador com insistência) Precisamos contar, contar, (mãos em forma de concha junto à boca) Cochichando (mãos em forma de concha bem juntinho à boca) Ou gritando. (abrir as mãos como que ampliando o som) Precisamos falar do amor de Jesus (dar alguns pulinhos com os punhos cerrados) Para todas as pessoas! (mão estendida mostrando de um lado a outro)

J. Bocas Bondosas Que tipo de boca fala aos outros a respeito de Jesus? Boca bondosa. As pessoas que falam sobre Jesus aos outros sempre escolhem palavras bondosas e amáveis. Distribuir a gravura de boca às crianças. Vamos colocar as bocas bondosas no flanelógrafo enquanto cantamos “Cuide Bem ao Falar” (ver p. 54, CD faixa 55). Vamos usar nossa boca bondosa para falar mais uma vez o Verso Para Decorar. Convidar as crianças para que repitam o verso enquanto fazem os gestos com você. “Falem (levar as mãos à boca como que amplificando a voz) dos Seus (apontar para o alto) atos maravilhosos.” (braços junto ao corpo e então se erguendo e abrindo)

K. Partilhando as Boas‑novas Quais são as boas‑novas que queremos partilhar com outros? Queremos contar aos outros que Deus os ama tanto que enviou Jesus à Terra para nos salvar. Distribuir às crianças as bandeirinhas ou gravuras de Jesus em feltro para segurarem enquanto cantam “Cantem Louvores” (ver p. 53, CD faixa 69). Deus fez muitas coisas maravilhosas para nós assim como fez para Paulo e Lucas. Vocês podem falar a alguém a respeito de Jesus e de quanto Ele ama vocês? Vão lembrar‑se de fazer isso? Então, vamos cantar novamente a música do nosso Verso Para Decorar “Cantem Louvores” (ver p. 53, CD faixa 69). Vocês se lembram dos gestos? Convidar as crianças para que repitam o verso com os gestos. “Falem (levar as mãos à boca como que amplificando a voz) dos Seus (apontar para o alto) atos maravilhosos.” (braços junto ao corpo e então se erguendo e abrindo)

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Mãos Ajudadoras

Lição 5 do Jardim da Infância   2 de novembro de 2013

VErsO PArA DECOrAr “Aquele que faz o bem aos pobres é feliz.” Provérbios 14:21, NTLH.

Resumo da Lição

Dorcas usou as mãos para ajudar os necessitados. Ela fez roupas para os pobres. Também confortou os tristes e levou alegria a muitas pessoas. Ela foi amada por muitos em Jope. Quando morreu, os crentes de Jope mandaram chamar Pedro. Eles mostraram as roupas que Dorcas fez e contaram sobre sua bondade e amor. Pedro, com o poder de Deus, ressuscitou Dorcas. Esta lição fala sobre serviço. Embora não possamos ressuscitar pessoas, podemos servir aos outros. Podemos levar alegria às pessoas que nos rodeiam por meio de simples atos de bondade e amor. Portanto, nossa vida pode ser uma bênção aos outros.

Lição Bíblica

Vivenciando a História

Vestir a roupa dos tempos bíblicos e encenar que está costurando enquanto conta a história. – Olá, meninos e meninas. Meu nome é Tabita. Esse é meu nome aramaico. Mas algumas pessoas me chamam Dorcas. Vocês podem me chamar por qualquer um dos nomes que eu responderei. Desde que aprendi sobre Jesus e me tornei cristã, realmente desejei ajudar as pessoas como Ele ajudou. Eu acho que as pessoas sabem que ajudarei como puder. Assim, estou ocupada o tempo todo. Quando alguém fica doente, eu descubro, e vocês podem imaginar o que eu faço? [Dar tempo para respostas.] Sim, eu vou visitar o doente. Algumas vezes, levo alimento [encenar dar um prato a alguém] ou talvez um cobertor quentinho [abraçar‑se como se estivesse com frio]. Se eu perceber que a casa precisa ser limpa, eu também faço isso [encenar varrer]. Procuro sempre orar com a pessoa doente [juntar as mãos e fechar os olhos], e sorrir [sorrir], e talvez cantar para ela um cântico alegre sobre Jesus.

Sendo uma Bênção

Lição 5 dos Juvenis 2 de novembro de 2013

Versos Para Memorizar “Jesus ia crescendo em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens.” Lucas 2:52. “Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate por muitos.” Marcos 10:45.

Resumo da Lição

Jesus cresceu na cidade de Nazaré e Sua vida, mesmo na mais tenra idade, foi uma bênção para todos os que viviam naquela cidade. Em interessante comentário sobre a infância de Jesus, Ellen White declara que até mesmo a vida dos animais da floresta e dos animais de carga era mais feliz em Nazaré porque Jesus estava ali. Esta lição fala sobre serviço. Se Jesus tornou melhor até a vida dos jumentos e esquilos, quanto melhor não tornaria a vida das pessoas de Sua cidade! Usando Seu exemplo, considere quantas coisas maravilhosas podemos fazer para servir a outros enquanto ainda somos jovens. Não precisamos esperar para realizar grandes coisas!

Estudo da Lição

Introduzindo a História Bíblica

Dividir o quadro em duas partes. Um de cada vez, gostaria que vocês mencionassem palavras que representam ocupações geralmente consideradas de um servo. À medida que os alunos forem falando, escrever no quadro: garçom, cozinheira, arrumadeira, enfermeira, diarista, assistente, atendente, etc. Agora, vocês devem mencionar palavras que caracterizam o servo de Deus (humilde, manso, amável, bondoso). Vocês gostariam de ter um servo com essas qualidades para servi-los? Hoje, vamos estudar sobre as maneiras através das quais Jesus serviu a outras pessoas quando Ele era da idade de vocês. COMO JESUS, EM QUALQUER IDADE, PODEMOS SERVIR AOS OUTROS.

Vivenciando a História

Pedir que os alunos leiam juntos em voz alta Lucas 2:51, 52. Depois, distribuir cópias do texto “Em Criança”, com trechos do livro O Desejado de Todas as Nações sobre a idade juvenil e jovem de Jesus. Designar partes a diferentes alunos. Após cada uma das leituras, fazer as seguintes perguntas: Após a leitura 1: Como o lugar em que Jesus viveu poderia ter facilitado servir aos outros? Como poderia ter dificultado? Após a leitura 2: O que vocês acham que as “mãos cheias de boa vontade” de Jesus encontraram para fazer de modo a servir aos outros? Que tipo de coisas as “mãos cheias de boa vontade” de vocês podem encontrar para fazer diariamente no lar, na escola, ou no trabalho? O que vocês imaginam que a expressão “abnegada cortesia” significava na vida diária de Jesus? O que ela pode significar na vida de vocês? Após a leitura 3: O que pode a vida das plantas e dos animais ensinar a vocês quanto a maneiras de beneficiar os outros? Após a leitura 4: Que responsabilidades da vida doméstica vocês assumem? O que um “servo voluntário” e um “filho amorável e obediente” têm em comum? Alguma dessas expressões se aplica a vocês? Após leitura 5: Como vocês podem encontrar verdadeira glória e alegria da vida e tornar-se membros úteis da sociedade? Após a leitura 6: De que forma Jesus foi um ajudante? Vocês alguma vez já pensaram em cantar como forma de servir aos outros? De que maneira isso poderia acontecer? Como vocês poderiam servir a outros cantando? Se alguém não souber cantar, de que outras maneiras poderia levar alegria a um ambiente enfadonho ou sombrio? Após a leitura 7: Para que classe de pessoas e/ou animais vocês podem ser de alguma ajuda? Após a leitura 8: Vamos procurar e ler juntos em voz alta, Isaías 42:1: “Eis o Meu servo, a quem sustento, o Meu escolhido, em quem tenho prazer. Porei nEle o meu Espírito, e Ele trará justiça às nações” Imaginem só! Vocês podem reivindicar essas palavras de Deus para si mesmos. COMO JESUS, EM QUALQUER IDADE, PODEMOS SERVIR AOS OUTROS.

Explorando o Texto Bíblico Escrever no quadro onde todos possam ver as quatro características das pessoas que servem, mencionadas abaixo, e a lista de textos bíblicos que acompanha cada uma. 1. Doar (2 Coríntios 8:2-4; 9:7; 2 Timóteo 1:16-18; 1 Pedro 5:2) 2. Perdoar (Mateus 5:23, 24; 18:21, 22) 3. Esquecer (Mateus 7:1-5; 1 Coríntios 13:5; Filipenses 3:13, 14) 4. Pacificar (Provérbios 15:1, 18; Romanos 12:18; 14:19) O que exatamente é um servo? Vamos procurar e ler os textos listados. Então, vocês escreverão algumas definições. Permitir que os alunos trabalhem em pequenos grupos, individualmente, ou todos juntos, dependendo do tamanho da classe. Quando estiverem prontos, debater o que encontraram e completar a lista no quadro com as definições (que poderão ser algo mais ou menos assim): 1. Os servos, pessoas que servem, dão de si mesmos a Deus e aos outros. Eles dão voluntariamente. 2. As pessoas que servem perdoam aos outros porque Deus lhes perdoou. 3. As pessoas que servem recusam deixar-se abalar com problemas e ressentimentos insignificantes do passado. 4. As pessoas que servem procuram restituir a paz e animar uns aos outros. Elas aceitam os outros, são tolerantes e positivas. Como Jesus, quando jovem, refletiu as características de alguém que está sempre pronto a servir? Como vocês podem refleti-las? O que aconteceria a sua família se vocês refletissem essas características em seu lar? Qual é nossa mensagem central de hoje? COMO JESUS, EM QUALQUER IDADE, PODEMOS SERVIR AOS OUTROS.

Aplicação da Lição

Nenhuma Glória

Montar o cenário. Pedir que as duas alunas escolhidas na semana anterior apresentem a encenação. Analisando O que Glória quis dizer quando afirmou que não há glória nenhuma em servir? Vocês concordam com a afirmação dela? Por quê? Como as ações das garotas demonstraram que estavam prontas para servir? Seria realmente boa vontade em servir quando alguém faz a outro aquilo que lhe pode ser retribuído? O que a encenação mostrou a respeito de ter um coração pronto a servir? Em que aspectos as pessoas nessa encenação agiram de maneira semelhante ou diferente do que Jesus agiria como jovem? Vocês acham que Ele servia apenas às pessoas que apreciavam o que Ele fazia? Como vocês se assemelham ou são diferentes das pessoas na encenação? Como o Verso Para Memorizar e nossa mensagem central se relacionam com a encenação? COMO JESUS, EM QUALQUER IDADE, PODEMOS SERVIR AOS OUTROS.

Partilhando a Lição

Sendo uma Bênção Para servir é preciso ter atitude e disposição serviçal. Considerando a atitude serviçal de Jesus como jovem, há alguma coisa que vocês poderiam decidir e permitir que Ele os ajude a mudar quanto à sua atitude no que se refere a servir a outros? Tomem um momento para pensar e escrever no cartão que estão recebendo qual é a atitude para a qual precisam da ajuda dEle para mudar. Escrevam também pelo menos três maneiras em que podem e decidem ser uma bênção a outros durante a semana. Analisando Quem está disposto a partilhar o que escreveu? (Incentivar os alunos a partilhar, mas não forçar ninguém.) Levem para casa o cartão e o coloquem onde possam ver com frequência para se lembrarem de executar seus planos de servir. Orem durante a semana pedindo a Deus oportunidades de ser uma bênção a outros e para terem a atitude serviçal de Jesus. Lembrem-se de que COMO JESUS, EM QUALQUER IDADE, PODEMOS SERVIR AOS OUTROS.

O Traidor

Lição 5 dos Adolescentes 2 de novembro de 2013

I. SINOPSE Nesta lição aprenderemos a respeito do sacrifício de Cristo e o dom da salvação. Descobriremos que, para nos submetermos verdadeiramente a Deus, devemos nos humilhar, assim como Jesus Se humilhou. Aprenderemos que, na Última Ceia, Jesus instituiu uma cerimônia para ser realizada em memória de Seu sacrifício por nós. Para aceitarmos plenamente a morte de Cristo, devemos submeter nossa vida à Sua vontade e obedecer-Lhe humildemente. Judas não se submeteu à vontade do Mestre. Amava o dinheiro e era também muito orgulhoso. Traiu Jesus, mesmo sendo tão amado por Ele. Jesus teria salvado Judas se ele tivesse submetido sua vida a Ele. Judas, porém, não aceitou submeter-se à vontade de um Messias tão humilde. Desejava um guerreiro poderoso. Ao estudarmos as cenas da Última Ceia, devemos pedir que Deus purifi que nosso coração. Tiago 4:6 (NTLH) diz: “Deus é contra os orgulhosos, mas é bondoso com os humildes.” Explique para os alunos o signifi cado de humildade e de que maneira a humildade nos torna conscientes de nossa fraqueza e necessidade da graça de Deus. Uma pessoa humilde é aquela que está disposta a aprender com os outros e sabe que sempre há o que melhorar. O objetivo da lição desta semana é apresentar aos alunos a experiência de Judas e ajudá-los a aprender com os erros desse ex-discípulo para que não cometam os mesmos equívocos mais tarde. Ajude os alunos a entender que a necessidade da graça de Cristo em nossa vida deve nos tornar humildes diante de Deus e do próximo.

Ilustração

Conte esta ilustração em suas próprias palavras: Plutarco, um biógrafo famoso, contou que certa vez César, o imperador romano, ao cruzar os Alpes juntamente com seu grupo de oficiais, encontrou uma pequena vila nativa praticamente abandonada. Parecia ser um lugar muito triste. Os oficiais riram entre si e disseram em tom irônico: – Com certeza aqui também encontraremos pessoas usando o próximo para se beneficiar, fazendo qualquer coisa para conseguir o primeiro lugar e homens importantes brigando pelo poder. César respondeu com profunda seriedade: – Preferiria ser o primeiro homem dessa vila do que o segundo de Roma.

II. ENSINANDO A HISTÓRIA

Uma Ponte Para a História

Comente com os alunos em suas próprias palavras: Em Marcos 9:35, Jesus afirmou: “Se alguém quiser ser o primeiro, será o último, e servo de todos.” Em nossa sociedade moderna, é muito fácil esquecer o que Cristo fez por nós e nos envolvermos com um mundo que está longe do reino de Deus. Ao refletirmos sobre o sacrifício de Jesus, somos levados a nos humilhar diante de Deus e submeter nossa vida completamente a Ele. Não é fácil submeternos à vontade divina por uma série de razões (orgulho, amor ao mundo, desejo de fazer as coisas à própria maneira, etc.). A Última Ceia nos traz à lembrança a morte de Cristo e o sacrifício que fez em nosso lugar. Porém, a história de Judas nos lembra o que acontece quando escolhemos nos distanciar do Mestre.

Aplicando a História (Para Professores)

Após ler com seus alunos a seção Estudando a História, use as perguntas a seguir, em suas próprias palavras, para discutir com eles. O que Jesus quis dizer com as seguintes palavras: “Eu lhes digo que, de agora em diante, não beberei deste fruto da videira até aquele dia em que beberei o vinho novo com vocês no Reino de Meu Pai” (Mateus 26:29)? Em sua opinião, o que levou Judas a trair Jesus? Será que Jesus alguma vez foi realmente seu Mestre? De que maneira Judas apresentava um coração mesquinho? O que você acha que se passou na mente de Cristo ao saber que estava jantando com alguém que em breve O trairia? O que impediu Judas de submeter-se verdadeiramente ao Mestre? Será que há coisas que podem nos impedir de agirmos com humildade? Se sim, quais? Será que para cada pessoa há coisas diferentes? Explique. Utilize as passagens a seguir como fontes alternativas relacionadas à lição desta semana: Salmo 147:6; Provérbios 22:4; Gálatas 6:14.

Apresentando o Contexto e o Cenário

Use as informações a seguir para elucidar alguns aspectos da história para seus alunos. Explique em suas próprias palavras. Havia chegado a Páscoa e por isso Jesus instruiu os discípulos a prepararem um jantar especial. A Páscoa é uma das festas judaicas mais antigas e ainda hoje é comemorada pelo povo judeu no mundo inteiro. O povo judeu comemora a Páscoa durante a primavera e a consideram um dia sagrado. As origens dessa cerimônia encontramse no livro de Êxodo. “Nessa noite Eu passarei pela terra do Egito e matarei todos os primeiros filhos, tanto das pessoas como dos animais. E castigarei todos os deuses do Egito. Eu Sou o Senhor. O sangue nos batentes das portas será um sinal para marcar as casas onde vocês moram. Quando estiver castigando o Egito, Eu verei o sangue e então passarei por vocês sem parar, para que não sejam destruídos por essa praga. Comemorem esse dia como festa religiosa para lembrar que Eu, o Senhor, fiz isso. Vocês e os seus descendentes devem comemorar a Festa da Páscoa para sempre.” Êxodo 12:12-14, NTLH. Os israelitas que viveram na época do Êxodo receberam a ordem divina de sacrificar um cordeiro sem defeito e assá-lo sem quebrar nenhum de seus ossos. Em seguida, deveriam passar o sangue do cordeiro nos batentes das portas de entrada da casa. Isso os protegeria do Anjo da Morte, que mataria o primogênito da casa, caso os batentes não estivessem manchados com o sangue do cordeiro. Essa era a primeira etapa do plano de Deus para retirar o povo do Egito e da escravidão que os afligiu por tantos anos. O mais impressionante a respeito dessa história é que os primogênitos foram salvos pelo sangue colocado nas portas. Ao passar pelas casas e ver o sangue, o Anjo da Morte não fez mal nenhum ao filho mais velho da família. Tratava-se de um símbolo poderoso da salvação pela fé no sangue de Cristo. A família que obedeceu à ordem divina foi protegida pelo sangue do cordeiro. Claro que o sangue de um animal não tinha poder para salvá-los, mas simbolizava o sangue de Jesus que seria derramado pela humanidade. Essa é a razão de séculos mais tarde o apóstolo Paulo ter escrito: “Porque a nossa Festa da Páscoa está pronta, agora que Cristo, o nosso Cordeiro da Páscoa, já foi oferecido em sacrifício.” 1 Coríntios 5:7, NTLH. A comemoração da Páscoa judaica oferece-nos um tipo, um símbolo do plano da salvação. No momento em que o mundo enfrentar o julgamento final de Deus, aqueles que estiverem cobertos pelo sangue do Cordeiro, e que pela fé reivindicam a salvação encontrada em Jesus, serão salvos.

Resumo

Compartilhe os seguintes pensamentos com as suas próprias palavras: Jesus foi o exemplo perfeito de humildade e graça. Muitas pessoas tendem a considerá- Lo um Deus poderoso e arrogante, mas, na realidade, ao vir a este mundo, tomou sobre Si 28 a forma de servo. Muitas vezes nos esforçamos para alcançar o primeiro lugar. Almejamos a glória e as honras. No entanto, essa atitude é muito diferente da atitude demonstrada por Jesus. Marcos 9:35 diz: “Se alguém quiser ser o primeiro, será o último, e servo de todos.” Devemos nos achegar a Cristo com espírito de humildade e dispostos a submetermos nossa vida à Sua vontade. Devemos pedir a ajuda do Espírito Santo para vencermos o orgulho que habita em nosso coração. Cristo morreu por nós. Sacrificou-se em nosso lugar.

Dicas Para um Ensino de Primeira Linha

Dicas Importantes

Procure tornar a lição o mais relevante possível para os alunos. Uma maneira de fazer isso é ressaltar as lições espirituais que podem ser colocadas em prática no cotidiano dos alunos. Pergunte o que significa estar protegido pelo “sangue no batente das portas” hoje. De que maneira podemos estar protegidos pelo sangue? Pense em quais mudanças os alunos precisam fazer como resultado do que acabaram de aprender. Tente tornar a lição prática. Pergunte-se: Será que os alunos serão influenciados pelo que acabaram de aprender? De que maneira poderão fazer as mudanças necessárias em casa? Programe uma visita a uma sinagoga local (se houver uma em sua região). Com antecedência, faça os contatos necessários e, se possível, peça ao rabino responsável para explicar à classe o que significa a Páscoa para os judeus. Lembre os alunos sobre o plano de leitura, em que eles estudarão, na série O Grande Conflito, o comentário inspirado da Bíblia. A leitura correspondente a esta lição é O Desejado de Todas as Nações, capítulos 72 e 73. Ao aceitar Sua morte expiatória, achegue-se a Ele em humildade e aceite o dom da salvação que Ele lhe oferece.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Vivendo Para Servir

Lição 4 dos Adolescentes 26 de outubro de 2013

PREPARANDO-SE PARA ENSINAR

I. SINOPSE O ato de servir geralmente é visto como um dever desagradável, uma obrigação ou um castigo. No entanto, Jesus ensinou que servir deve ser o estilo de vida do cristão. Servir ao próximo não se trata de uma ideia teológica, mas algo que o Espírito Santo coloca no coração humano, quer o indivíduo seja cristão ou não. Ellen White afi rmou que haverá muitas pessoas no Céu que nunca abriram a Bíblia ou souberam da existência de Deus, mas que seguiram os ditames da consciência e ajudaram as pessoas que estavam em necessidade. Jesus ensinou os discípulos sobre a importância de servir ao próximo de uma maneira muito objetiva. Na ocasião, não havia nenhum servo presente para lavar os pés de Jesus e de Seus discípulos. O coração dos discípulos estava cheio de orgulho para se rebaixar à posição de servo, por isso Jesus Se prontifi cou, lavando os pés sujos e empoeirados de todos eles. Naquele momento, Jesus demonstrou a importância do serviço. Através desse ato também ensinou que a ideia de importância social que tinham não condizia com os princípios de Seu Reino. Jesus também contou a parábola das ovelhas e das cabras. As pessoas que fi zerem parte do Reino de Deus e forem salvas serão aquelas que alimentaram, vestiram e confortaram “o menor dos Meus irmãos”. O ato de servir não se trata apenas de levantar fundos para causas sociais, mas também requer que coloquemos a “mão na massa” e ajudemos as pessoas socialmente marginalizadas, desprezadas e rejeitadas. A condição de nosso coração não pode ser medida por aquilo que falamos ou por nossa crença teológica, mas pelas nossas ações. Como temos tratado as pessoas à nossa volta? Quando vemos pessoas em necessidade, tentamos ajudá-las?

Ilustração

Conte esta ilustração em suas próprias palavras: Durante a Revolução Americana, um pequeno grupo de soldados trabalhava no reparo de uma trincheira. O trabalho era árduo, a coluna doía por ter que suportar tanto peso e o comandante não parava de gritar ordens a alguns metros de distância com os braços cruzados sobre o peito. Não era um trabalho grande, mas muito difícil de ser realizado por apenas alguns homens. O comandante estava cada vez mais irritado. Gritava para que trabalhassem depressa e não dessem importância para a dor que sentiam nas costas. Passando por ali a cavalo e vestindo roupas civis, um homem parou para observar a cena. Dirigiu-se ao comandante e fitou-o em silêncio por alguns minutos. – Por que você não os ajuda? – o homem perguntou. – Senhor, sou um oficial militar! – o comandante respondeu rispidamente, irritado com a pergunta. O homem balançou os ombros, desceu do cavalo e começou a ajudar os soldados. Trabalhou, sujou as roupas e forçou a coluna, assim como os outros. Após longas horas, o trabalho finalmente foi concluído. O homem limpou o rosto e as mãos e montou no cavalo. – Senhor oficial – disse –, da próxima vez que tiver que fazer um trabalho como esse e não tiver homens suficientes para realizá-lo, procure o comandante-chefe e virei ajudar. Aquele homem nada mais era do que George Washington.

Apresentando o Contexto e o Cenário

Use as informações a seguir para elucidar alguns aspectos da história para seus alunos. Explique em suas próprias palavras. A sociedade na Judeia antiga era altamente estratificada. As pessoas nasciam numa certa posição social e havia pouco a fazer para mudar de situação. Os meninos aprendiam o ofício do pai e as meninas aprendiam a cuidar da casa. Se os pais fossem ricos e respeitados, os filhos também seriam. Por outro lado, se os pais fossem pobres e marginalizados pela sociedade, os filhos também herdariam a pobreza e a má reputação dos pais. Raramente as pessoas casavam com parceiros de outra posição social, pois os casamentos eram arranjados e decididos pelas famílias, que se preocupavam muito com propriedades, riquezas e relações comerciais. A atração física não importava. Se a pessoa nascesse pobre, carregaria essa condição social até a morte. Se fosse servo, não havia nenhuma esperança de ser outra coisa. Iria se casar com outro servo e os filhos seriam servos também. Os servos eram os responsáveis pelos trabalhos mais humildes da sociedade. Lidavam com a sujeira e a imundice. Lavavam os pés malcheirosos dos patrões usando uma bacia d’água e as mãos para remover a sujeira. Ninguém queria ser um servo. Jamais! As pessoas respeitadas pela sociedade agiam de acordo com a reputação que carregavam. Associavam- se com pessoas da mesma posição social e sempre tentavam impressionar os outros. Ninguém queria ser confundido com alguém pertencente a uma classe social inferior à que pertenciam. Isso era considerado um insulto. Algo totalmente humilhante. Por isso, a lição de Jesus foi tão radical. Jesus ensinou que a posição social não tem o menor valor no Reino de Deus. Aos olhos do Pai, somos todos iguais. Jesus ensinou que servir é o aspecto mais importante da vida! Isso quebrou todos os paradigmas da época. Jesus mostrou às pessoas comuns que elas tinham valor fora da estrutura social. As pessoas fariam parte de Seu reino de acordo com a habilidade de servir ao próximo, não devido à procedência ou à popularidade. De acordo com Jesus, a família, o nível social ou as riquezas que a pessoa possui não têm o menor valor para o Pai. Na verdade, de acordo com alguns estudiosos, Jesus escolheu os alunos que foram rejeitados pelas escolas dos rabinos. Escolheu pescadores que não foram aceitos pelo sistema escolar da época e tiveram que aprender o ofício dos pais. Jesus repreendeu os ricos arrogantes por sua hipocrisia e por abusar dos pobres. Jesus realmente foi radical.

O Pacificador

Lição 4 dos Juvenis 26 de outubro de 2013

Verso Para Memorizar “O fruto da justiça semeia-se em paz para os pacificadores.” Tiago 3:18.

Resumo da Lição

Depois de Absalão ter sido derrotado, as tribos de Israel ficaram confusas quanto a quem dedicar sua lealdade – a Absalão que agora estava morto, ou a Davi. Assim, Davi reconciliou consigo o povo e nomeou Amasa como responsável pelo exército em lugar de Joabe. Nada poderia ser feito até que a paz fosse restaurada. Esta lição fala sobre comunidade. Os atos de Davi nos ensinam como uma comunidade cristã lida com os desacordos. Assim como Davi procurou reconciliação e paz para Israel e Judá, podemos hoje procurar a reconciliação entre todos no lar, na igreja e na comunidade cristã.

Estudo da Lição

Introduzindo a História Bíblica

Com antecedência, escrever no quadro em letras grandes as seguintes palavras: ódio, egoísmo, orgulho, indelicadeza, desonestidade, hipocrisia. Iniciar a introdução ao estudo da lição da semana, pedindo que um voluntário que possua a Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje ou na Nova Versão Internacional leia em voz alta o Salmo 32:1. (“Feliz aquele cujas maldades Deus perdoa e cujos pecados Ele apaga!” ou “Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados!”) Nessas duas versões, o perdão é comparado a um apagador, ou a um quadro limpo. Depois de ouvir a leitura do texto, o professor deverá apagar da melhor maneira possível todas as palavras que estavam escritas no quadro, enquanto explica que o perdão de Deus remove nossos pecados tão completamente quanto (ou melhor ainda do que) foi possível apagar as palavras do quadro.

O que essa ilustração do perdão de Deus nos diz a respeito da espécie de perdão que devemos demonstrar às pessoas em nossa comunidade cristã (bem como aos de fora) com quem temos tido desentendimentos? Como esta espécie de perdão ajuda a restaurar a amizade e a harmonia? Vamos repetir juntos o Verso Para Memorizar, em Tiago 3:18. Lembrem-se de que RESOLVER PACIFICAMENTE OS PROBLEMAS EM NOSSA COMUNIDADE É PARTE DO PROPÓSITO DE DEUS PARA NÓS.

Vivenciando a História

Pedir que os alunos se revezem na leitura em voz alta de 2 Samuel 19. Imaginem que vocês são repórteres para a Folha da Tarde da cidade de Jerusalém. O rei Davi acabara de derrotar Absalão e enviara uma mensagem a Zadoque e Abiatar, os sacerdotes, para que verificassem como ele poderia se reconciliar com os anciãos de Judá. Então, escrevam um artigo para a primeira página do jornal fazendo a cobertura da contenda entre o povo. Incluam o que Davi fez para pôr fim à contenda, reconciliar-se com o povo e promover a paz. Dar tempo suficiente para todos escreverem alguma coisa. Quem gostaria de partilhar com a classe o que escreveu? O que Davi fez para pôr fim à contenda? Que diferença isso causou? Como isso se assemelha ou é diferente (1) do que acontece em nossa própria igreja, (2) de como somos afetados pelo desacordo ou contenda? (3) como lidamos com essas diferenças?

Explorando o Texto Bíblico

Escrever no quadro a tarefa abaixo para grupos de três ou quatro alunos completarem: Você se encontra no centro de um forte desentendimento entre dois de seus melhores amigos. Por causa da maneira agressiva com que Carlos joga basquete, ele feriu um dos olhos de Paulo. Carlos pediu perdão, mas Paulo recusa até mesmo conversar com ele. Qual dos textos bíblicos abaixo pode ajudá-lo na tentativa de persuadir Paulo a perdoar Carlos? 1. Mateus 6:9-15; 2. Mateus 18:21-35; 3. Marcos 11:22-25; 4. Lucas 6:37; 5. Lucas 11:1-4; 6. Lucas 17:3, 4; 7. 2 Coríntios 2:5-8; 8. Colossenses 3:12-14 Depois que os grupos tiverem tido tempo para preparar sua resposta, pedir que um voluntário de cada grupo apresente aos demais colegas da classe o que seu grupo decidiu. O que vocês aprenderam com essa atividade? Quando seria justificável não perdoar? Sabemos que RESOLVER PACIFICAMENTE OS PROBLEMAS EM NOSSA COMUNIDADE É PARTE DO PROPÓSITO DE DEUS PARA NÓS.

Batalha Silenciosa

Lição 4 dos Primários  26 de outubro de 2013

VERSO PARA DECORAR “Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união!” Salmo 133:1.

Resumo da Lição

Deus confiou a Josué instruções exatas sobre como conquistar Jericó. Liderados por sete sacerdotes tocando trombetas de chifre de carneiro e levando a arca, o exército de Israel marchou em volta de Jericó uma vez por dia durante sete dias. No sétimo dia, marcharam em volta da cidade sete vezes e, depois do toque de trombeta, gritaram alto. Juntos, seguiam as instruções, e os muros de Jericó desabaram. Deus entregou Jericó nas mãos deles. Esta lição fala sobre comunidade. Quando o povo de Deus trabalha junto e obedece às Suas instruções, Ele abençoa os esforços unidos. A vitória é do Senhor, mas a comunidade tem uma parte a desempenhar ao trabalhar unida.

Lição Bíblica

Vivenciando a História

Personagens: Josué, sete sacerdotes tocando trombetas, quatro sacerdotes transportando a arca do concerto, soldados. (Grupo pequeno: Todos tocam trombetas, marcham, gritam.)

Montagem do cenário: Com antecedência, providenciar réguas ou varas para servirem de espadas; enrolar o papel sulfite em forma de cone para representar as trombetas; providenciar uma caixa de papelão pintada de dourado para representar a arca; desenhar pedras na faixa de papel para ser o muro. (O muro cai ao som das trombetas.) Vestir as crianças com roupas dos tempos bíblicos e envolvê-las interativamente na história bíblica. [Chamar Josué para ficar em pé no centro da sala.]

“Marchem em volta de Jericó”, Deus dissera a Josué, o líder de Israel. Hoje é o dia que vocês devem começar a marchar. Assim, todos da comunidade de Israel levantaram cedinho. – Venham aqui quatro sacerdotes para levar a arca do concerto – chamou Josué. Rápida e cuidadosamente os sacerdotes obedeceram. [Prontamente os sacerdotes se posicionam ao lado de Josué.] – Sete sacerdotes com trombetas – Josué chama novamente. – Fiquem em frente à arca. [Prontamente os sacerdotes se posicionam em frente à arca.] – Um grupo de soldados armados se posicione na frente dos sacerdotes e da arca – novamente pediu Josué. [Alguns soldados armados tomam seus lugares à frente da fila.] – O restante do exército segue a arca. [Os demais soldados armados se posicionam atrás dos sacerdotes com a arca.] Josué explica, então, que todos começarão a marchar quando os sacerdotes soprarem as trombetas. Eles, porém, não devem dar um grito de guerra nem levantar a voz. Um grito de guerra significava lutar contra o inimigo. Por que Josué não deixou Israel soar o grito de guerra? Porque todos deveriam confiar apenas em Deus. – Não digam nenhuma palavra até o dia que eu disser que vocês podem gritar – Josué relembrou. Eles apenas concordaram silenciosamente com a cabeça. Então, o longo desfile marchou em frente. Os soldados armados abriam caminho. Atrás deles, vinham os sete sacerdotes tocando as trombetas de chifres de carneiro. Depois, vinham os sacerdotes transportando a arca do concerto, seguida pelos demais. [Instruir os “israelitas” a marchar em volta da sala uma vez enquanto é narrado o seguinte:] Quando os israelitas se aproximaram de Jericó, viram que os portões da cidade estavam fortemente fechados. Sabiam que o povo de Jericó estava observando. Olhavam das janelas no alto das muralhas. Quando os sacerdotes pararam de tocar as trombetas durante uns poucos minutos [sacerdotes seguram as trombetas ao lado do corpo], o único som que se ouvia era o som de milhares de pés. O desfile dos israelitas deu toda a volta em torno de Jericó. Depois, os silenciosos israelitas marcharam de volta ao acampamento. No dia seguinte, o mesmo desfile partiu do acampamento israelita e marchou em direção a Jericó. [O desfile começa novamente.] Marcharam em torno de Jericó. Primeiro, os soldados. Depois, sete sacerdotes tocando trombetas. A seguir, os sacerdotes transportando a arca. E finalmente, mais soldados. As trombetas soavam. Os soldados marchavam. Ninguém falava. Cada soldado sabia que estava ajudando, apenas marchando e não dizendo nenhuma palavra. De novo, o desfile circundou a cidade. Novamente marcharam de volta ao acampamento. Que espécie de guerra era aquela? O povo de Jericó não sabia. As pessoas começaram a ficar com medo. O mesmo desfile em torno de Jericó aconteceu no terceiro dia. E também no quarto dia. No quinto e no sexto dias, a mesma coisa. Ao nascer do sol do sétimo dia, o longo desfile de soldados e sacerdotes mais uma vez deixou o acampamento israelita. Silenciosamente, partiram em direção a Jericó. As muralhas da grande cidade pareciam mais altas do que antes. O desfile deu mais uma vez a volta em torno da cidade. Dessa vez, porém, não voltou diretamente para o acampamento como fizera nos dias anteriores. Em vez disso, os soldados e sacerdotes deram uma segunda volta ao redor da cidade. Depois, marcharam pela terceira vez em volta da cidade. [Os “israelitas” marcham continuadamente em volta do muro enquanto a história é narrada.] Marcharam sete vezes em volta da cidade. Ninguém falava, ninguém gritava. Ninguém saiu do desfile. Todos queriam ajudar ao trabalharem juntos como Josué os orientara. Então, o desfile parou. Os sacerdotes levaram as trombetas aos lábios e sopraram fortemente. – Gritem – ordenou Josué. O Senhor lhes tem dado a cidade! [Incentivar “Josué” e seus soldados a gritar.] Os soldados dobraram a cabeça para trás e gritaram com todas as forças. Então, o que era completamente inesperado, absoluta e positivamente impossível, aconteceu. Com um estrondo ensurdecedor, os muros de Jericó se partiram e vieram abaixo. Os israelitas apressadamente entraram em Jericó e tomaram a cidade. Deus havia entregue Jericó às mãos de Israel. A vitória era de Deus. Mas os israelitas fizeram a sua parte. Tinham trabalhado juntos, enquanto Josué os instruía.

Liberto da Prisão

Lição 4 Jardim da Infância 26 de outubro de 2013

VErso PArA DECOrAr “A igreja continuava a orar […] por ele.” Atos 12:5, NTLH.

Resumo da Lição

Pedro foi preso por ensinar sobre Jesus. Seus amigos oraram por ele. Deus ouviu as orações e enviou um anjo para libertá-lo da prisão de modo maravilhoso. Quando ele se encontrou com seus amigos, eles se surpreenderam e fi caram felizes. Eles oraram novamente para agradecer a Deus porque havia trazido Pedro de volta. Esta lição fala sobre comunidade. Os amigos de Pedro se preocuparam com ele. Eles oraram juntos pela segurança dele. Quando oramos pelos outros, mostramos que nos preocupamos com eles. As pessoas na família de Deus oram umas pelas outras.

Decoração da Sala

Acrescentar grades de prisão à casa (ver lição 1) ou fazer uma cela separada, usando uma mesa. Fixar tiras de fita-crepe do topo da mesa até o piso, uns cinco centímetros distante uma da outra e acrescentar um anjo. Ou colocar um formato de janela em uma parede com grades de cartolina na janela e uma cama de enrolar sobre o piso. Um jarro velho e correntes completam a cena.

Lição Bíblica

Vivenciando a História

Antes de começar a história, deixar as crianças se revezarem. Colocar as correntes em volta dos pulsos delas para que possam sentir quão pesadas são. Dar tempo para respostas. Como vocês se sentem acorrentados? Como se sentiriam se vocês tivessem que usar essas correntes durante o tempo todo, mesmo quando fossem comer ou dormir? Nossa história de hoje é sobre Pedro e a ocasião em que foi lançado em uma prisão e preso com correntes. Vamos encenar a história bíblica de hoje.

Escolher algumas crianças para ser soldados postados junto à prisão, outras para orar pela libertação de Pedro, Pedro, um anjo e Rode (que foi atender à porta da casa). Posicionar os que vão orar dentro ou junto à “casa”. Colocar Pedro em um canto. Manter um anjo em pé junto à prisão (mesa imitando uma cela – ver decoração da sala). Pedir às crianças que ouçam atentamente a história para poder fazer os movimentos certos à medida que a história for sendo relatada. O rei Herodes era um rei mau. Ele queria deixar os judeus felizes. Para que isso acontecesse, ele mataria as pessoas que criam em Jesus. Assim, para que os judeus gostassem dele, o rei Herodes resolveu colocar Pedro na prisão. O rei Herodes gritou aos guardas: – Procurem aquele pregador Pedro e o coloquem na prisão! [Assegurar‑se de que os soldados coloquem Pedro na prisão.] Na prisão, Pedro é acorrentado a dois homens. [Colocar dois soldados ligados a Pedro na prisão, um de cada lado dele.] Soldados estão por todos os lados em volta da prisão. Eles não querem que Pedro fuja! Logo, os amigos de Pedro ouvem a notícia de que Pedro está preso. Eles choram. [Os amigos de Pedro soluçam.] Então, os amigos dele se reúnem em uma casa e decidem orar por ele. Eles oram durante a noite inteira. [Os amigos de Pedro mantêm‑se ajoelhados, como se estivessem orando.] Eles oram, oram e oram. Lá na prisão, de repente, uma luz brilhante aparece na cela de Pedro. [Apontar a luz de uma lanterna sobre o anjo.] Era um anjo! Pedro está dormindo! O anjo toca em Pedro para acordá‑lo. [O anjo faz de conta que acorda Pedro.] O anjo diz: – Levante‑se, Pedro. As correntes caem. Pedro acha que está sonhando. – Coloque suas sandálias – o anjo continua dizendo – e venha comigo. O anjo conduz Pedro pelo meio de todos os soldados. [Fazê‑los sair da “prisão” e ir na direção da casa, deixando os soldados paralisados.] Um grande portão de ferro se abre para eles passarem. Depois disso, o anjo desaparece. Pedro caminha em direção da casa onde ele acha que seus amigos estão. Ele bate à porta. [Pedro chega a casa e encena bater à porta.] Rode, uma serva vai atender. Quando ela ouve a voz de Pedro, fica tão feliz que corre de volta para contar aos outros que Pedro está ali, e se esquece de deixá‑lo entrar. – Pedro está lá fora! – diz ela às pessoas que estão orando na casa. Ninguém acredita nela. Pedro continua batendo. Finalmente, algumas pessoas vão até a porta e veem por si mesmas que Pedro está ali. Agarram Pedro e o levam para dentro. Então, Pedro conta o que Deus fez por ele. Agora, eles mudam sua oração! Louvam a Deus e agradecem por enviar o anjo para levar Pedro de volta para eles. Deus estava com Pedro o tempo todo. Ele também está com vocês durante todo o tempo.