Quero agradecer os vários emails que tenho recebido e o carinho de todos que me visitam. Criei esse blog com o único objetivo de trocar ideias no trabalho com crianças na igreja. Também posto as lições de cada trimestre, que retiro do site http://www.advir.com/criancas/ onde baixo todos os auxiliares. Por isso não vejo a necessidade de colocar aqui, todas as partes de cada lição. Até quando puder continuarei postando apenas as histórias das lições, que estão nos auxiliares. Além de atividades e outras coisas mais. Espero estar ajudando e gostaria também de receber ideias novas. E assim continuar com esse site, que considero um trabalho na obra de Deus. Um grande abraço. Malu

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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Um Cego se Torna Líder

Lição 6 Jardim da Infância 9 de novembro de 2013

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VErsO PArA DECOrAr “O Senhor […] me mandou para que você veja de novo.” Atos 9:17, NTLH.

Resumo da Lição

Saulo, que estivera perseguindo os cristãos, fi cou cego ao ver a glória de Deus. Ele estava viajando em direção a Damasco. Deus pediu que Ananias se encontrasse com Saulo e orasse por ele a fi m de que enxergasse de novo. Ananias fi cou com medo de Saulo, mas obedeceu. A vista de Saulo foi restaurada, e ele se tornou um servo de Deus. Esta lição fala sobre serviço. Deus pode nos guiar a outros que necessitam de ajuda. Nós devemos estar dispostos a ser conduzidos a lugares ou pessoas que talvez nos deixem receosos. Devemos servir a Deus ajudando a outros a quem Ele nos conduzir.

Decoração da Sala

Ver lição 1. Usar fita-crepe para marcar um caminho sobre o piso. Fazer o contorno dos pés das crianças e colocar as pegadas no caminho. No fim do caminho, colocar uma bandeira com os dizeres: “Deus nos guiará para servirmos a outros.” Ou, pôr os nomes das crianças em contornos de “mãos” e “pés” e colocá‑los na parede em volta de uma gravura grande de Jesus. Ligá‑los a Jesus, colocando um fio de lã das mãos/pés a Jesus. Acima da gravura, escrever: “Deus nos guia para servirmos a outros.”

Lição Bíblica

Vivenciando a História

Com antecedência, combinar com um adulto para representar Saulo e contar a história. Pedir a outro adulto que fique escondido e diga, na hora apropriada, as palavras de Jesus a Paulo. Olá, meninas e meninos! Meu nome é Saulo. Vou contar‑lhes sobre algo maravilhoso que aconteceu comigo. A princípio não foi nada maravilhoso. Tenho que confessar que não me sinto orgulhoso de meu comportamento. Vejam vocês, eu sou judeu, e não gostava dos cristãos. Soube que havia cristãos em Damasco, e desejei capturar todos eles e colocá‑los na prisão. Eu, realmente, não era uma pessoa bondosa. Enquanto eu estava viajando com outros homens em direção a Damasco, de repente, uma luz muito brilhante me deixou cego. [Projetar sobre ele uma luz brilhante/lanterna.] Eu não conseguia enxergar. Caí de joelhos. Não sabia o que estava acontecendo. De repente, ouvi uma voz dizendo: [Voz escondida]: – Saulo, Saulo, por que Me persegues? [Saulo]: – Quem és Tu, Senhor? Que queres que eu faça? [Voz escondida]: – Eu sou Jesus, Aquele a quem você persegue. Levante‑se, entre na cidade e alguém lhe dirá o que você deve fazer. [Saulo]: Eu não enxergava, assim precisava de ajuda para conseguir chegar à cidade. Os homens que viajavam comigo me guiaram até lá. [Encorajar as crianças a guiar Saulo a uma cadeira.] Agradeço a ajuda de vocês. Eu pensei muito acerca do que havia acontecido antes de alguém me dizer o que eu deveria fazer. Durante três dias, permaneci cego. Não comi nada, nem bebi. Finalmente, ouvi uma batida à porta. Um homem chamado Ananias entrou e me disse que Jesus lhe falara naquela manhã e lhe dissera que fosse me ver. Ananias não queria conversar comigo. Ele sabia que eu queria ferir os cristãos, e ele era cristão. Mas Jesus lhe dissera que tinha um trabalho muito especial para eu fazer para Ele. Assim, Ananias colocou suas mãos sobre mim e pude ver! Deus guiou Ananias para me curar da cegueira e para encher‑me do Espírito Santo a fim de que eu pudesse fazer o trabalho que Ele desejava que eu fizesse. Jesus transformou o meu coração enquanto permaneci cego naqueles três dias. Eu tive tempo para pensar sobre quem Ele era. Tive certeza de que desejava obedecer a Jesus e contar aos outros sobre Ele. Fui batizado imediatamente. Então, passei algum tempo com os discípulos de Jesus e aprendi muito com eles. Logo, comecei a pregar sobre Jesus nas igrejas. As pessoas se surpreendiam ao verem aquele que odiara a Jesus e a Seus seguidores, agora falando aos outros sobre Jesus. Eu me sentia feliz por Jesus me ter guiado para servir a outros. Deus me guiou para servir a outros e ajudá‑los a se tornarem cristãos. E Ele também deseja guiar vocês para servir a outros. Analisando Dar tempo para respostas. O que teriam feito se vocês tivessem visto a luz brilhante no caminho para Damasco e ficassem cegos? O que Ananias pensou quando Deus o guiou para ir se encontrar com Saulo, a pessoa que odiava os cristãos? Vocês teriam ido ao encontro de Saulo? O que vocês acham que Saulo sentiu quando ouviu Ananias dizer que Deus tinha um trabalho especial para ele fazer? Como Saulo se sentiu quando pôde enxergar novamente? Vamos dizer nossa mensagem juntos: DEUS NOS GUIA PARA SERVIRMOS a OUTROS.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

A Viagem de Paulo

Lição 2 do Rol do Berço Novembro

VERSO PARA DECORAR “Falem dos Seus atos maravilhosos.” Salmo 105:2, NTLH.

Resumo da Lição

Paulo estava viajando de navio. Ele advertiu o capitão da embarcação de que haveria uma grande tempestade, mas o capitão não lhe deu atenção. Quando começou os perigos da tempestade, todos fi caram com medo, mas Deus mostrou a Paulo que ninguém perderia a vida. Paulo animou as pessoas, compartilhando com todas elas a mensagem de esperança. Esta lição fala sobre serviço. Se estivermos dispostos, Deus poderá usar-nos para ministrar aos outros que não pertencem à nossa família e comunidade cristãs. Eles precisam do conforto de Jesus, o qual nós podemos compartilhar.

Decoração da Sala

Um cenário da natureza será apropriado – árvores, flores, pedras, arbustos, etc. Um barco (plástico, inflável, canoa, etc.) ajudará a completar a cena. Esse barco será utilizado na seção Vivenciando a História. Um lençol ou tecido azul pode ser colocado em volta do barco para representar a água.

Iniciando a Escola Sabatina

A. Boas-vindas

Bom-dia, meninos e meninas! É muito bom ver cada um de vocês. Como é bom estar na Escola Sabatina. Vocês estão contentes por terem vindo à Escola Sabatina? O relógio está marcando 9 horas. É hora de começarmos nossa Escola Sabatina. Distribuir relógios para as crianças segurarem enquanto cantam juntas “Ouça o Relógio” (ver p. 49, CD faixa 3).

Estou muito feliz em ver vocês aqui. O sábado é um dia muito especial. Vamos cumprimentar uns aos outros dando um aperto de mão. Andar pela sala e apertar a mão de cada criança, com um sorriso, um aperto de mão ou um abraço enquanto cantam “Como é Bom na Igreja Estar” (ver p. 49, CD faixa 5). B. Oração Vamos agradecer a Jesus a Escola Sabatina e todos os amiguinhos que vieram hoje aqui. Conversamos com Jesus quando oramos. Preparar‑se para a oração cantando “Quando Oro, Eu Falo com Jesus” (ver p. 50, CD faixa 8). Fazer uma oração simples dando tempo para as crianças repetirem as palavras, que podem ser assim: Querido Jesus, muito obrigado pela Escola Sabatina. Muito obrigado pelas histórias da Bíblia. E muito obrigado porque nos amas. Amém. Então, cantar “Ouve, Senhor” (ver p. 50, CD faixa 10).

C. Visitas Dar as boas‑vindas a cada visitinha (bem como aos pais que estiverem visitando). Depois, cantar “Hoje Temos Visita” (ver p. 50, CD faixa 12).

D. Ofertas Algumas famílias não sabem que Jesus as ama. O dinheiro da nossa oferta vai ajudar essas pessoas a aprender que Jesus ama a cada uma delas também. Por isso, trazemos nossas ofertinhas para ajudar outras pessoas a aprender que Jesus ama a todos nós. Convidar as crianças a trazer suas ofertas para dar a Jesus. Cantar “Abençoa Esta Oferta” (ver p. 50, CD faixa 16). Muito obrigado, meninos e meninas, por trazerem uma ofertinha. Agora, vamos fechar os olhos enquanto pedimos que Jesus abençoe o dinheiro da oferta. Fazer uma oração simples, com palavras mais ou menos assim: Querido Deus, queremos que outras famílias saibam que Jesus ama a cada uma delas. Por favor, usa nossa ofertinha para isso. Amém.

E. Aniversariantes Há alguém em nossa classe que fez aniversário. Querem saber quem é? É [nome da criança]. Levar a criança que fez aniversário a uma cadeira especial para aniversariantes. Acender as velas do bolo. Enquanto as velas ainda estiverem acesas, cantar “Cântico de Aniversário” inserindo o nome da criança (ver p. 51, CD faixas 18 e 19). Incentivar a criança a soprar a(s) vela(s). Jesus ama muito você. Vamos agradecer a Jesus pelo seu aniversário. Fazer uma oração especial pela criança. Se possível, dar a ela um presentinho em nome da Escola Sabatina.

Vivenciando a História A. Verso Para Decorar Está na hora de lermos nossa Bíblia. Dar a cada criança uma Bíblia pequena contendo pelo menos uma gravura de Jesus, mais algumas gravuras de diferentes cenários, se possível. Vocês podem encontrar uma figura de Jesus em sua Bíblia? Enquanto as crianças olham suas Bíblias, cantar “A Bíblia, a Palavra de Deus” (ver p. 51, CD faixa 23). Nossa história bíblica de hoje é sobre Paulo e Lucas. Eles eram missionários. Isso quer dizer que saíam de casa e viajavam para outros lugares a fim de falar sobre Jesus às pessoas. Nosso Verso Para Decorar diz: “Falem dos Seus atos maravilhosos.” Salmo 105:2. Vamos cantar a música do nosso verso? Cantar “Cantem Louvores” (ver p. 53, CD faixa 69). É exatamente isso que Paulo e Lucas faziam. Eles falavam aos outros a respeito das coisas maravilhosas que Deus fizera. Ensinar às crianças o Verso Para Decorar com os seguintes gestos: “Falem (levar as mãos à boca como que amplificando a voz) dos Seus (apontar para o alto) atos maravilhosos.” (braços junto ao corpo e então se erguendo e abrindo) Repetir várias vezes.

B. Luzes Paulo e Lucas amavam muito a Jesus. Eles queriam que outras pessoas também aprendessem sobre Jesus. Quando as pessoas partilham as boas‑novas sobre Jesus, às vezes dizemos que elas estão deixando sua luz brilhar. Em nossa história de hoje, Paulo e Lucas estavam deixando sua luz brilhar. Apagar as luzes da classe, acender a vela e segurar para que todas as crianças possam ver enquanto cantam o hino “Sempre Vou Brilhar” (ver p. 53, CD faixa 52).

Alternativas: Distribuir velas de feltro para que as crianças coloquem no flanelógrafo ao cantar. Ao deixar sua luz brilhar, vocês falam a outros sobre as coisas maravilhosas que Deus faz por vocês? Sim! Paulo e Lucas falavam a muitas pessoas a respeito de Jesus e de como Ele perdoa nossos pecados. Vamos cantar outra vez o hino do Verso Para Decorar. Cantar “Cantem Louvores” (ver p. 53, CD faixa 69).

C. Viajando no Barco Paulo e Lucas falaram sobre Jesus a muitas pessoas. Mas nem todas as pessoas queriam ouvir a respeito de Jesus. Agora, soldados estavam levando Paulo e Lucas para a cidade de Roma. Eles precisaram viajar em um grande barco. Convidar uma criança de cada vez para sentar‑se no barco enquanto um adulto a balança gentilmente. Se não for possível conseguir um barco, pedir que uma ou duas crianças de cada vez se sentem sobre um lençol ou coberta e dois adultos pegam as pontas do lençol ou coberta e as balançam de um lado para outro enquanto cantam “Vai um Barco Sobre o Mar” (ver p. 54, CD faixa 57).

D. Paulo Adverte o Capitão A viagem de Paulo e Lucas levaria muitos dias. O barco devia parar várias vezes em muitos lugares diferentes. Essa era a época do ano em que havia muitas tempestades. Mas o capitão do navio queria chegar logo a Roma. Por isso, um dia quando uma suave brisa começou a soprar ele decidiu que estava na hora de partir. Mas Paulo sabia que logo cairia uma forte tempestade. Então, ele foi falar com o capitão. Ensinar às crianças o seguinte recitativo com gestos: Senhor capitão, ouça o que vou dizer: (levantar e bater continência) Uma forte tempestade vai logo cair; ( levantar os braços e agitá‑los de um lado para outro imitando galhos sob o efeito de forte vento) Hoje não devemos sair; ( acenar “não” com a cabeça e com o dedo indicador) Escute bem o que estou a dizer. ( mão em forma de concha atrás do ouvido e então apontar para a boca)

E. A Tempestade O capitão não se importou com o que Paulo disse. Achou que era um dia perfeito para viajar de barco. Por isso, recolheu a âncora e começou a navegar. Eles não estavam muito longe quando o vento começou a soprar bem forte. Ligar o ventilador na direção das crianças para que sintam o vento, ou abaná‑las com leque. Logo começou a chover. Borrifar água levemente sobre as crianças. Então, houve trovões e relâmpagos. Tocar a fita cassete com o som de trovões. Apagar e acender repetidas vezes as luzes da sala, ou apagar as luzes e piscar várias vezes uma lanterna. As ondas ficaram cada vez mais altas e agitadas. Estavam no meio de uma tempestade terrível! Se desejar, distribuir tambores e chocalhos às crianças e permitir que façam o barulho de trovões enquanto cantam. Se tiver o barco da Atividade C à disposição, convidar algumas crianças para sentarem no barco enquanto os adultos o balançam de um lado para outro. Borrifar um pouco de água nas crianças.

F. O Anjo As ondas subiam cada vez mais alto. O barco balançava fortemente de um lado para outro. A tempestade durou muitos dias. Todos que estavam no barco ficaram com medo e se sentiram mal. Até Paulo e Lucas estavam tristes. Então, uma noite enquanto Paulo estava tentando dormir, um anjo veio falar com ele. O anjo disse: “Não tenha medo, Paulo. O barco vai virar, mas ninguém vai se afogar.” Jesus enviou o anjo a Paulo com um recado para todas as pessoas que estavam no barco. Distribuir anjos para as crianças e, dependendo do tipo de material, convidá‑las a acenar com os anjos ou colocá‑los no flanelógrafo enquanto cantam “Um Anjo ao Meu Lado” (ver p. 54, CD faixa 35). O anjo queria que Paulo desse a boa notícia a todos que estavam no barco. Vocês podem dizer comigo o Verso Para Decorar? Convidar as crianças para que façam os gestos enquanto falam juntos o verso.

“Falem (levar as mãos à boca como que amplificando a voz) dos Seus (apontar para o alto) atos maravilhosos.” (braços junto ao corpo e então se erguendo e abrindo) Que coisa maravilhosa Deus ia fazer? Ele salvaria a todos da tempestade.

G. Vamos Comer Alguma Coisa Os marinheiros perceberam que o barco estava se aproximando da praia. Já fazia alguns dias que os marinheiros e as outras pessoas que estavam no barco não comiam nada; estavam se sentindo mal e com muito medo. Mas o anjo tinha dito a Paulo que o barco ia virar. Por isso, ele sabia que poderiam precisar nadar até a praia. Precisariam ter forças para nadar. Então, Paulo insistiu que todos comessem alguma coisa. Distribuir alimentos de plástico ou de feltro para cada criança. Então, convidá‑las a colocar as gravuras de feltro no flanelógrafo, ou os alimentos de plástico na cesta.

H. Salvos na Praia No dia seguinte, os homens do barco viram uma ilha com uma praia bonita. Mas o barco encalhou na areia antes de chegar à praia. As fortes ondas quebraram todo o barco. Todas as pessoas tiveram que nadar até a praia ou agarrar algum pedaço de madeira do navio e segurar firme até conseguir chegar à praia. Finalmente, todos estavam a salvos na praia! Convidar as crianças para que acenem suas bandeiras ou toquem seus instrumentos em louvor a Deus por salvar as pessoas, enquanto cantam o hino “Louvem a Jesus” (ver p. 52, CD faixa 24). Deus fez algo maravilhoso! Ele salvou a vida de todas as pessoas que estavam no barco! Vamos dizer outra vez nosso Verso Para Decorar. Vocês se lembram dos gestos? Convidar as crianças para que repitam o verso enquanto fazem os gestos. “Falem (levar as mãos à boca como que amplificando a voz) dos Seus (apontar para o alto) atos maravilhosos.” (braços junto ao corpo e então se erguendo e abrindo)

I. Precisamos Falar Quando Deus faz alguma coisa maravilhosa para nós, gostamos de contar aos outros. Paulo e Lucas contaram aos outros a respeito das coisas maravilhosas que Deus fez por eles. Nós também podemos contar aos outros sobre Jesus. Ensinar o seguinte recitativo com gestos: Quando conhecemos Jesus (apontar para o alto) E também o Seu amor (braços cruzados sobre o peito) Há uma coisa importante (levantar dedo indicador) Que precisamos fazer. (sacudir o dedo indicador com insistência) Precisamos contar, contar, (mãos em forma de concha junto à boca) Cochichando (mãos em forma de concha bem juntinho à boca) Ou gritando. (abrir as mãos como que ampliando o som) Precisamos falar do amor de Jesus (dar alguns pulinhos com os punhos cerrados) Para todas as pessoas! (mão estendida mostrando de um lado a outro)

J. Bocas Bondosas Que tipo de boca fala aos outros a respeito de Jesus? Boca bondosa. As pessoas que falam sobre Jesus aos outros sempre escolhem palavras bondosas e amáveis. Distribuir a gravura de boca às crianças. Vamos colocar as bocas bondosas no flanelógrafo enquanto cantamos “Cuide Bem ao Falar” (ver p. 54, CD faixa 55). Vamos usar nossa boca bondosa para falar mais uma vez o Verso Para Decorar. Convidar as crianças para que repitam o verso enquanto fazem os gestos com você. “Falem (levar as mãos à boca como que amplificando a voz) dos Seus (apontar para o alto) atos maravilhosos.” (braços junto ao corpo e então se erguendo e abrindo)

K. Partilhando as Boas‑novas Quais são as boas‑novas que queremos partilhar com outros? Queremos contar aos outros que Deus os ama tanto que enviou Jesus à Terra para nos salvar. Distribuir às crianças as bandeirinhas ou gravuras de Jesus em feltro para segurarem enquanto cantam “Cantem Louvores” (ver p. 53, CD faixa 69). Deus fez muitas coisas maravilhosas para nós assim como fez para Paulo e Lucas. Vocês podem falar a alguém a respeito de Jesus e de quanto Ele ama vocês? Vão lembrar‑se de fazer isso? Então, vamos cantar novamente a música do nosso Verso Para Decorar “Cantem Louvores” (ver p. 53, CD faixa 69). Vocês se lembram dos gestos? Convidar as crianças para que repitam o verso com os gestos. “Falem (levar as mãos à boca como que amplificando a voz) dos Seus (apontar para o alto) atos maravilhosos.” (braços junto ao corpo e então se erguendo e abrindo)

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Investigadores da Bíblia

Lição 13 Primários 24 de setembro de 2011

VERSO PARA DECORAR “Os berneamos [... ]receberam a mensagem com grande interesse, examinando todos os dias as Escrituras.” Atos 17:11.

Resumo da Lição

Após intensa oposição em Tessalônica, Paulo e Silas saíram de noite e viajaram para Bereia. Ao chegarem ali, foram à sinagoga judaica. Os judeus dali eram mais moderados. Estavam prontos a receber as boas-novas e examinavam diariamente as Escrituras para ver se as coisas que Paulo e Silas ensinavam estavam corretas. Muitos deles creram. Quando os judeus de Tessalônica souberam que Paulo estava pregando a Palavra de Deus em Bereia, eles foram lá e agitaram a multidão. Os irmãos berneamos despediram Paulo em segurança durante a noite. Silas e Timóteo permaneceram ali para continuar o trabalho. Esta lição fala sobre adoração. Os berneamos adoravam a Deus ao estudar as Escrituras para aprender por si mesmos, se os ensinos de Paulo estavam corretos. Nós também adoramos a Deus quando examinamos as Escrituras em busca da verdade.

Lição BíBLica

Vivenciando a História

Convidar um homem da igreja, vestido em roupas dos tempos bíblicos, para contar a história da lição, como se fosse Paulo. Pedir a todos os alunos que prestem bastante atenção  história para saber distinguir entre os judeus de Tessalônica e os judeus de Bereia. Antes de iniciar a história, praticar um pouco os gestos a seguir para que todos se familiarizem com eles. Palavras: A•› es: Eu, me e mim mostrar os polegares para cima Judeus bereanos juntar as m‹os em ora•‹ o Escrituras juntar as m‹os e, ent‹o, abri-las como um livro Judeus de Tessalônica mostrar os polegares para baixo Meu nome Paulo. Jesus me deu uma miss‹o especial. Sou chamado de ap—stolo, que quer dizer alguŽm que viu Jesus. Meu trabalho Ž contar a hist— ria de Jesus primeiro aos judeus, depois a todos os demais. Os judeus chamavam as pessoas de outras ra•as de gentios.

Sempre que chego a uma nova cidade, vou primeiro ˆ sinagoga no s‡bado. AtravŽs das Escrituras mostro aos judeus que Jesus Ž o Messias. Depois lhes conto como Jesus me encontrou na estrada de Damasco e me tornei crist‹o. Quando cheguei ˆ cidade de Tessal™ nica, alguns judeus e uma por•‹ o de gentios creram na minha mensagem. Muitas pessoas se tornaram crist‹s. Os judeus que n‹o criam em Jesus ficaram com inveja. Eles queriam se livrar de mim. Mas n‹o havia muitos judeus na cidade, por isso, eles precisavam de ajuda para conseguir seu intento. Os judeus de Tessal™ nica foram ˆ pra•a do mercado onde as pessoas que n‹o tinham o que fazer se reuniam. Ali, encontraram alguns que gostavam de causar confus‹o. Eu e meu companheiro de viagem, Silas, est‡vamos na casa de um homem chamado Jasom. Os perturbadores, liderados pelos judeus de Tessal™ nica, foram ˆ casa de Jasom ˆ nossa procura. Quando n‹o nos encontraram ali, eles arrastaram Jasom e alguns outros crist‹os para o tribunal. Os judeus disseram que eu e Silas est‡vamos desobedecendo ˆ lei romana, a CŽsar, dizendo que Jesus era rei. Eles tambŽm convenceram as autoridades a punirem Jasom porque ele nos havia hospedado em sua casa. Os oficiais acreditaram na multidão e forçaram Jasom a pagar uma multa. Silas e eu nos escondemos e a multid‹o n‹o conseguiu nos encontrar. Naquela noite, os outros crist‹ os nos enviaram a uma cidade chamada Bereia, a aproximadamente 75 km de dist‰ncia dali. Como de costume, Silas e eu fomos diretamente ˆ sinagoga. Os judeus de Bereia, chamados de bereanos, foram mais bondosos do que os judeus de Tessal™ nica. Eles ouviam atentamente o que eu dizia. Depois que ouviam, eles examinavam as Escrituras por eles mesmos para ver se o que eu dissera era verdade. Depois de estudarem, os judeus bereanos creram e se tornaram crist‹ os. Eles continuaram estudando diariamente a B’blia, mesmo depois de se tornarem crist‹os. Estudavam n‹o apenas porque estavam curiosos. Estudavam porque queriam aprender mais sobre Jesus. Anjos permaneciam ao lado deles para ajud‡-los a compreender o que estavam lendo. Quando alguns dos judeus de Tessal™ nica souberam que Silas e eu est‡ vamos em Bereia, eles nos seguiram. Encontraram a mesma espŽcie de perturbadores em Bereia e come•aram outro tumulto. Mas os crist‹ os bereanos me ajudaram a escapar e agora estou na cidade de Atenas esperando por Silas e Tim— teo. Eles permaneceram na cidade para ajudar os crist‹ os bereanos a aprender mais sobre Jesus. Alguns dos novos crist‹ os bereanos viajaram comigo. Quando chegamos a Atenas, eu os enviei de volta ˆ Bereia e pedi que dissessem a Tim— teo e Silas que viessem se encontrar comigo quando terminassem seu trabalho em Bereia. Eu me senti muito feliz ao trabalhar com os bereanos. N‹o h‡ nada melhor do que estudar a Palavra de Deus. Saibam que quanto mais voc•s estudarem, mais felizes se sentir‹o.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Serviço de Cânticos à Meia-noite

Lição 12 dos Primários 17 de setembro de 2011

VERSO PARA DECORAR

“Por volta da meia-noite, Paulo e Silas estavam orando e cantando hinos a Deus.” Atos 16:25.

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Resumo da Lição

Paulo e Silas foram açoitados e lançados na prisão porque haviam expulsado um demônio de uma jovem escrava. Na prisão, eles foram acorrentados juntos, mas não ficaram tristes. Entoaram cânticos de louvor e adoraram a Deus. Deus enviou um terremoto e os prisioneiros que poderiam ter fugido, não fugiram. Como resultado, o carcereiro e sua família se tornaram cristãos. Esta lição fala sobre adoração. Paulo e Silas adoraram a Deus quando parecia que Ele Se havia esquecido deles. Por meio da adoração e do testemunho deles, o carcereiro e sua família aprenderam sobre Deus. Como Paulo e Silas, nós também podemos adorar a Deus, não importando as circunstâncias.

Lição BíBLica

Vivenciando a História

Personagens: Moça escrava, seus proprietários, juiz, Paulo, Silas, carcereiro, e a família do carcereiro. Encorajar os alunos a encenar a história, enquanto ela é contada. Os demais alunos podem fazer parte da multidão e da família do carcereiro. Paulo e Silas estavam em viagem, visitando algumas das igrejas mais novas, ajudando a levar o evangelho a outros lugares. Quando chegaram em Filipos, algo estranho aconteceu.

“Estes homens são servos do Deus Altíssimo”, soava a voz de uma moça escrava ao seguir Paulo e Silas pela rua. [ A moça acompanha Paulo e  Silas .] Ela os estivera seguindo durante dias, gritando cada vez mais: “Estes homens são servos do Deus Altíssimo.” Finalmente, Paulo decidiu que devia fazê-la parar. [ Paulo vira e faz um gesto de ordem.] Ele se voltou e ordenou: “Em nome de Jesus, saia dela!” Imediatamente, o espírito mau a deixou, e ela ficou quieta. Seus proprietários a observaram, espantados. [Olhares de espanto, ira e, então, agarram  Paulo e o arrastam para a pra•a. A multidão os acompanha.] Então, o espanto deles se transformou em ira ao perceberem o que Paulo fizera. A moça escrava os tinha enriquecido ao predizer o futuro das pessoas. Agora, o espírito mau a havia deixado! Ela não podia mais ler sortes! Não mais poderia ganhar dinheiro para eles. Os proprietários da moça agarraram Paulo e Silas e os arrastaram à praça do mercado, apresentando-os ao juiz local, dizendo: “Estes homens são judeus. Eles estão agitando, criando problemas e incentivando pessoas a ir contra as práticas dos romanos.” Uma multidão agressiva rapidamente se reuniu. O juiz ordenou que Paulo e Silas fossem açoitados e colocados na prisão. [Fazer como se estivessem batendo em Ò Paulo e  Silas e levando-os ao carcereiro.] O carcereiro os levou para seu calabouço mais profundo. Colocou-lhes os pés em troncos e travou a porta, deixando-os no escuro. [Sentá-los no chão, amarrar seus tornozelos juntos, e deixá -los.] A cela era fria e úmida. Suas costas feridas sangravam. Os troncos apertavam seus tornozelos. Eles não podiam se mexer. Enquanto assentados na cela escura, Paulo começou a cantar. Silas se juntou a ele no cântico. Quanto mais cantavam, melhor se sentiam. Esqueceram a dor nas costas e tornozelos. Adoravam a Deus por estarem vivos. Eles O louvavam por estar com eles, cuidando deles, mesmo na prisão. Os outros prisioneiros ouviam surpresos. Como aqueles homens podiam cantar, depois de terem sido rudemente açoitados? Por volta da meia-noite, um terremoto sacudiu a prisão. [Cambalear de um lado para outro como se a terra estivesse se mexendo.] As correntes dos prisioneiros se soltaram. As portas da cela se escancararam. Eles podiam escapar da prisão. O carcereiro correu para fora de sua casa. Viu as portas da prisão abertas e tinha certeza de que todos os prisioneiros haviam escapado. Imediatamente, ele pegou sua espada para pôr fim à vida. [Carcereiro aparece espantado e puxa da espada .] Ele sabia que a penalidade por deixar prisioneiros escapar era uma morte muito dolorosa. Preferia acabar com a própria vida! Paulo gritou para o carcereiro: “Pare! Estamos todos aqui!” O carcereiro pediu luz. Apressou-se a ir até a cela onde Paulo e Silas estavam. Sim, eles estavam ali. Os troncos e as correntes n‹o mais os prendiam e a porta da cela estava escancarada. Paulo e Silas poderiam ter fugido, mas não fugiram. O carcereiro caiu ajoelhado, tremendo. Depois, se levantou e conduziu Paulo e Silas para fora. – Que devo fazer para me salvar? – perguntou ele, conduzindo-os para fora da prisão. [ Carcereiro conduz Paulo e Silas para fora da prisão.] – Crê no Senhor Jesus Cristo – responderam Paulo e Silas. O carcereiro levou Paulo e Silas para sua casa. Ele havia ouvido Paulo e Silas cantando e adorando a Deus na cela. Enquanto lavava seus cortes e ferimentos, pediu-lhes que lhe falassem mais do Deus que adoravam. [Colocar curativos e ataduras nos Ò ferimentos de  Paulo e  Silas ] Enquanto os dois homens contavam a maravilhosa história de Jesus e de como Deus enviara Seu Filho para morrer por seus pecados, o carcereiro e sua família ouviam atentamente. Decidiram, então, seguir a Jesus. Imediatamente, se juntaram a Paulo e Silas em adoração a Deus. [Cantar um hino de louvor com a classe.]Na manhã seguinte, Paulo e Silas foram libertados. O juiz pediu desculpas quando soube que eles eram cidadãos romanos. Quando Paulo e Silas deixaram a cidade, eles adoraram a Deus por ter-lhes dado a oportunidade de testemunharem ao carcereiro e à sua família.

sábado, 24 de abril de 2010

Firme no Tribunal Ilegal

Lição 5 dos Adolescentes 1º de maio de 2010

Texto Bíblico: Atos 25:1-12.
Comentário: Atos dos Apóstolos, capítulos 39, 40, 41 e 42.
Verso Bíblico: Atos 25:8.

I. SINOPSE
A lição desta semana retrata uma das muitas cenas de julgamento que o apóstolo Paulo teve que enfrentar durante os últimos dois anos de sua vida. Apesar de Paulo saber que seria perigoso ir a Jerusalém, não sabia que Deus tinha planos para que fosse levado
a Roma, local em que escreveria e animaria muitos fiéis, cidadãos e líderes romanos a seguirem a Cristo. Na verdade, Paulo estava pronto para morrer em Jerusalém se isso fosse preciso para levar o evangelho ainda mais adiante. No julgamento abordado nesta lição, Paulo teve que enfrentar Félix, Festo e Agripa sob falsas acusações dos líderes judeus. No momento em que os líderes judeus perceberam que estavam perdendo sua influência e que suas falsas acusações não convenceram os encarregados de julgar Paulo, conspiraram para assassiná-lo. Perante Festo, Paulo apelou
para a autoridade de César. Ao fazer isso, deu início a uma grande jornada que o levou para longe da tirania judaica diretamente para a corte secular de Roma. Durante essa jornada feita por terra e por mar, o Senhor operou maravilhas para proteger e orientar Seu servo, demonstrando, assim, que Deus tem um plano e nenhum rei ou governador tem poder para impedir que Sua vontade prevaleça.
Nesta lição também surge o tema da integridade pessoal e nobreza de caráter. Os alunos enfrentarão um futuro incerto de julgamentos e para isso deverão preparar-se hoje através de uma vida de devoção a Cristo. À medida que o relacionamento com Cristo amadurece, seu caráter é moldado e aperfeiçoado fazendo
com que sejam capazes de permanecer fi rmes, como Paulo, com o coração repleto de confiança e paz que transcende o poder humano.

II. ENSINANDO A HISTÓRIA
Uma Ponte Para a História
Comente com os alunos em suas próprias palavras: Todos nós ansiamos por sermos tratados com misericórdia quando preciso e ficamos terrivelmente sedentos por justiça quando pessoas más precisam ser punidas. Na lição desta semana, Paulo foi falsamente acusado e maltratado pelos pretensos líderes do povo de Deus. O comportamento egocêntrico dos líderes revelou seu verdadeiro caráter e ressaltou a integridade e o cristianismo de Paulo.
Leia a história do julgamento de Paulo e responda às perguntas que o ajudarão a analisar a história com maior profundidade.

Aplicando a História (Para Professores)
Após ler com seus alunos a seção Estudando a História, use as perguntas a seguir, em suas próprias palavras, para discutir com eles.
Como você descreveria a atitude e o comportamento dos chefes dos sacerdotes e dos líderes judeus mencionados na história?
Em sua opinião, de que maneira os líderes judeus poderiam justificar a conspiração de assassinato de Paulo antes mesmo de ser julgado?
De que maneira você enxerga a confiança de Paulo em Deus ao longo dessa história?
Que lições de vida podem ser extraídas dessa história?

Perguntas Adicionais Para os Professores
Quais são outros exemplos apresentados na Bíblia de pessoas que fizeram o mal pensando que estavam fazendo o bem? O que essas histórias têm em comum?
De que maneira você descreveria a atitude de Festo nessa história? Leia o capítulo 40 do livro Atos dos Apóstolos para ampliar sua percepção dos fatos ocorridos entre os líderes judeus, Paulo e Festo.
Em sua opinião, qual é a frase ou verso principal dessa passagem bíblica? Por quê? Paulo preferiu ser julgado por um juiz que não cria em Deus do que pelo Sinédrio. O que isso nos diz a respeito da integridade dos líderes judeus? Por que será que Paulo confiou mais num juiz secular?
Que qualidades de Paulo são reveladas ao ser tratado tão injustamente? Se for verdade que as provações revelam quem somos realmente, quem foi Paulo?
No momento em que Paulo apelou para ser julgado por César, segundo seu direito como cidadão romano, escolheu um caminho que levaria o seu caso a Roma. Como Paulo sabia que estava fazendo a coisa certa?
De que maneira devemos considerar as autoridades humanas que têm a grande responsabilidade de promover a justiça? Como saber
quando se submeter às autoridades ou se defender e clamar por uma autoridade maior? Em sua opinião, de que maneira as provações revelam a verdadeira natureza de nosso caráter?
Utilize as passagens a seguir como fontes alternativas relacionadas à lição desta semana:
Salmo 26:1-3; Provérbios 11:3-5; 21:3; Atos 24:1-9, 22-27; 26.

Apresentando o Contexto e o Cenário
Use as informações a seguir para elucidar alguns aspectos da história para seus alunos.
Explique em suas próprias palavras. A lição desta semana apresenta a cena de um julgamento e engloba o relato dos capítulos 24-28 do livro de Atos. O foco principal da lição é a revelação do caráter de Paulo durante o julgamento e o apelo que fez para ser julgado por César, segundo seu direito como cidadão romano. No entanto, alguns nomes mencionados na história são muito conhecidos, por isso a seguir encontra-se uma breve descrição de quem são esses personagens. Chefes dos Sacerdotes
Os levitas, que descendiam da linhagem de Arão e serviam a Deus no templo, eram os líderes principais de Israel e os intermediadores do poder político no Sinédrio, o grupo governante oficial dos judeus.

Ananias

Sumo sacerdote judeu corrupto que tentou acusar falsamente Paulo de rebelião. Ananias
havia sido julgado em Roma por atos de violência ilegais contra os samaritanos, mas foi absolvido através da influência de Agripa.
Mais tarde, foi assassinado por uma multidão de judeus no início da Guerra Judaica aproximadamente em 67 d.C.

Tértulo
Advogado contratado pelos líderes judeus para acusar Paulo. Tértulo tentou ser bem-sucedido através da bajulação (ver Atos 24:1-4). No entanto, estava agindo com falsidade, pois Félix era um homem muito perverso e todos sabiam disso.

Félix
Governador romano (assim como Pilatos) responsável pela região da Judeia. Félix foi um homem terrivelmente imoral e um governador muito perverso. Possuía três esposas e acreditava ser capaz de fazer tudo o que bem entendesse, pois tinha muita influência com as autoridades superiores. Foi durante o período de governo de Félix que os Sicarri ou os zelotes multiplicaram-se devido ao fato de não haver justiça em parte alguma durante o seu reinado.

Festo
Festo substituiu Félix como governador da Judeia. Félix aprisionou Paulo até que Festo subisse ao poder. Festo tinha escrúpulos e certo conhecimento da lei. Não permitiu que os judeus conspirassem para assassinar o apóstolo.
Segundo solicitado por Paulo, enviou-o para ser julgado por César.

Rei Agripa II
Seu pai foi o rei Agripa I, que perseguiu os cristãos em Jerusalém, e seu avô foi Herodes, o Grande. Agripa II desejava ver Paulo antes de sua partida para Roma.
Os judeus quebraram as próprias leis e votos para tentar espancar, acusar sem testemunhas e até mesmo assassinar Paulo, cuja mensagem que proclamava de Cristo ameaçava a posição que tinham entre o povo judeu. Era contra a lei judaica até mesmo acusar alguém sem testemunhas. Era contra a lei agredir ou prejudicar fisicamente alguém que ainda não tinha sido condenado. Era totalmente oposto ao espírito da lei judaica assassinar alguém que havia sido absolvido. Na verdade, a lei judaica foi criada para proteger o inocente, mesmo que o culpado fosse absolvido. Tinham a noção de que nesse caso Deus julgaria e puniria o culpado, caso a justiça humana falhasse. É importante notar também que Paulo permaneceu na prisão em Cesareia por mais de dois anos, durante a transição de governo de Félix e Festo (57-60 d.C.). A viagem rumo à capital romana ocorreu em 60 d.C. e Paulo permaneceu na prisão em Roma por mais dois anos antes de ser executado.

III. ENCERRAMENTO
Atividade
Encerre com uma atividade. Explique em suas próprias palavras.
Escolha três personagens bíblicos (ou de sua igreja) que estão acima de qualquer suspeita e que seriam bons candidatos a serem
levados a julgamento. Pergunte: “Qual seria uma acusação totalmente falsa que poderíamos fazer contra esse personagem?” Ester, por exemplo, nunca poderia ser acusada de não amar ou de não ter coragem de defender seu povo. Seria difícil acusar José de não ser fiel a Deus nas adversidades. Seria totalmente injusto dizer que Pedro era tímido demais e deveria falar mais. Se preferir, divida os alunos em duplas e peça para levantarem acusações falsas uns contra os outros (respeitosamente) de maneira que todos saibam ser mentira por causa do modo de cada um agir. Leve a julgamento três acusações falsas e instrua todos a julgarem com justiça, revelando o verdadeiro caráter e modo de viver da pessoa apesar das acusações lançadas contra ela. O objetivo da atividade é demonstrar como o caráter e a maneira como vivemos podem falar em nossa defesa da mesma forma que aconteceu com Paulo nos julgamentos que enfrentou.

Resumo
Compartilhe os seguintes pensamentos, usando suas próprias palavras: Quanto mais estudamos a vida de Paulo, mais admiramos sua dedicação à obra de Cristo e sua sabedoria. Em meio à perseguição e julgamento, Paulo parecia estar sozinho para defender o evangelho – sem mencionar sua própria vida. Mas Paulo não se deixou intimidar. Permaneceu firme diante das autoridades que tentaram utilizar todos os artifícios possíveis para condená-lo à morte. Além de seus acusadores serem mentirosos, eram também poderosos. Em nosso mundo, quando parece que as pessoas no poder estão determinadas a seguir seus
próprios desejos malignos, podemos ter a certeza de que Deus ainda está no controle e que tudo acontecerá conforme Sua vontade. Na verdade, a história desta semana nos convida a permanecermos fiéis a Cristo e permitirmos que Deus seja nosso juiz. Apesar de termos que nos submeter às autoridades humanas, nem sempre podemos confiar nelas.
As pessoas que estão longe de Deus são egoístas, suscetíveis ao mal e não dão ouvidos à influência do Espírito de Deus. Seremos vitoriosos apenas através da confiança contínua na graça de Deus e na promessa de Sua presença e orientação em meio às adversidades. Mas isso será possível somente se decidirmos manter um relacionamento com Cristo hoje! As pessoas que são verdadeiras em tempos de paz sairão vitoriosas em meio à perseguição, até mesmo diante da morte. Paulo estava disposto a permanecer fiel a Deus a despeito do que pudesse acontecer. E você?

sábado, 17 de abril de 2010

Milagres à Meia-noite

Lição 4 Primários 24 de abril de 2010

SERVIÇO
Outros podem ver Jesus em nós.
VERSO PARA DECORAR
“Porque aos Seus anjos Ele dará ordens a seu respeito, para que o
protejam em todos os seus caminhos.” Salmo 91:11, NVI.
REFERÊNCIAS
Atos 20:1-12; Atos dos Apóstolos, p. 251, 252, 257-272.
OBJETIVOS
A criança deverá:
SAB ER que ajudar pessoas em situações de emergência é uma
maneira de servir a Deus.
SEN TIR o desejo de sempre ajudar os outros, mesmo se isso não
for conveniente.
RES PONDER atendendo às necessidades de outros que têm uma
situação de emergência.
MENSAGEM CENTRAL
Sirvo a Deus ao ajudar pessoas em situações de emergência.

Resumo da Lição
Paulo e sua equipe estavam juntos em Trôade. Na última noite de permanência de Paulo ali, ele e os crentes se reuniram para comer. Paulo apresentou uma mensagem de despedida.
Ele devia partir pela manhã. Ele falou até meia-noite. Um jovem chamado Êutico assistia à reunião e dormiu, caindo da janela. Ele morreu por causa da queda. Paulo imediatamente parou de falar, foi até o jovem, colocou seus braços em volta dele, e fervorosamente pediu a Deus para restaurar-lhe a vida. Êutico voltou a viver e houve grande alegria.
Esta lição fala sobre serviço. Algumas vezes as oportunidades de servir surgem inesperadamente, e de maneiras que exigem atenção imediata. Devemos estar prontos para agir e ajudar quando necessário, mesmo que isso significa que mudança em nossos planos e deixar algumas tarefas importantes para depois.

Lição Bíblica
Vivenciando a Lição
Personagens: Paulo, Êutico, pessoas na parte de cima da casa (todas as outras crianças).
Montagem do cenário: Fazer uma janela cortando o lado de fora da caixa grande de papelão. Colocar a caixa sobre uma cadeira ou mesa para que todos possam ver. Posicionar uma boneca ou fantoche para cair no momento adequado da história. Pedir que um narrador partilhe a história com as crianças de uma forma animada.
[Paulo fica em pé diante da classe e apresenta-se para pregar.]
Êutico deu um tapa em um mosquito que zumbia junto a seu ouvido. “Caramba! Está muito quente aqui!”, pensou ele. “Gostaria de respirar um pouquinho mais de ar fresco.” O salão que ficava no terceiro andar estava lotado. Parecia que todos os habitantes de Trôade tinham ido dizer adeus a Paulo. Era a última noite que Paulo passava com eles. Mas ninguém queria que ele fosse embora! Depois de comerem juntos, eles haviam pedido que Paulo pregasse um pouco mais.
– Sejam fortes em Jesus! – encorajava Paulo.
O tempo passava rapidamente enquanto Paulo pregava, e não demorou muito já era meia-noite. Sentado no parapeito de uma janela aberta, Êutico começou a bocejar. [Apontar para a “janela” e para o boneco ou fantoche.] Não que a reunião estivesse cansativa!
Ouvir Paulo pregando era quase tão bom quanto ouvir o próprio Jesus! Mas tinha sido um longo dia e o calor deixava Êutico sonolento. Ele se acomodara no parapeito da janela, pois havia chegado tarde. Como a sala estava muito cheia, esse lhe parecera um bom lugar para sentar. E talvez fosse até um pouco mais fresco. Ele bocejou novamente.
De repente, um amigo que estava sentado próximo de Êutico ficou assustado. [Fazer o boneco ou fantoche cair da “janela”.]
– Êutico! – ele gritou. – Oh, não! Êutico caiu da janela!
O homem levantou-se de um salto em direção à porta, desceu a escada e correu para a rua. [Um membro da classe corre até o boneco ou fantoche caído.] Paulo o seguiu bem de perto. [Paulo para de pregar e corre em direção ao boneco caído.] Todas as outras pessoas no salão estavam chocadas pelo que acontecera.
Muitas delas correram para baixo para ver se podiam fazer alguma coisa. [O restante da classe corre até o boneco caído.] Elas se aproximaram de Êutico, mas ele não se mexia. Não havia dúvida de que ele estava morto. As pessoas ficaram abaladas; não sabiam o que dizer.
Paulo se curvou sobre Êutico, ergueu-o e tomou-o em seus braços. Silenciosamente, ele orou. [Paulo se curva, abraça o boneco, e ora.] Finalmente, ele olhou para seus amigos e disse:
– Não fiquem tristes. Êutico está vivo! [Paulo olha e sorri para o grupo.]
Êutico abriu os olhos e olhou em volta. Viu as lágrimas no rosto de seus amigos.
– O que aconteceu? – ele perguntou. – Por que vocês estão chorando?
A noite não era mais monótona! De repente, todos estavam bem acordados e muito felizes.
– Êutico! Êutico, você está vivo! Ó, Deus, nós Te agradecemos! – exclamavam todos. [O grupo vibra e repete animadamente as palavras acima.]
As pessoas voltaram a subir as escadas e entraram no salão abafado. [O grupo volta para seus lugares.] Agora ninguém estava sonolento! Paulo continuou a pregar à atenta multidão. Ele falou a seus amigos até de manhãzinha. [Paulo continua a “pregar”.]
Embora Paulo estivesse falando a seus amigos acerca de Jesus, ele interrompeu imediatamente seu sermão para ajudar Êutico.  É isto que Deus deseja que nós façamos. Peçam a Jesus agora mesmo que ajude vocês a auxiliarem outras pessoas em alguma ocasião. Servir a Jesus significa que não importa o que façamos, nem onde estejamos, estaremos sempre prontos e desejosos de ajudar os outros.

Encerramento
Cantar “Mãos” (ver p. 108, CD faixa 11). Orar para que nós todos estejamos prontos e dispostos a ajudar se percebermos que alguém está com problemas nesta próxima semana.

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Eutico

Esta é a Minha História

Lição 4 dos Adolescentes 24 de abril de 2010

Texto Bíblico: Atos 20:4-23:35.
Comentário: Atos dos Apóstolos, capítulos 37 e 38.
Verso Bíblico: Atos 22:14-16.

I. SINOPSE

Os dias finais da vida de Paulo estavam se aproximando. Apesar de os líderes religiosos em Jerusalém estarem ansiosos para prendê-lo, o apóstolo mal podia esperar para partilhar com os fi éis os milagres e as maravilhas que Deus estava operando para levar avante o evangelho entre os gentios. Paulo também desejava entregar-lhes as ofertas generosas que haviam sido enviadas pelos gentios convertidos de várias partes do mundo. A lição desta semana fala da última visita de Paulo a Jerusalém, ocasião em que foi entregue às autoridades. Esse ato havia sido profetizado por Ágabo, que “tomou o cinto de Paulo e, amarrando as suas próprias mãos e pés, disse: ‘Assim diz o Espírito Santo: Desta maneira os judeus amarrarão o dono deste cinto em Jerusalém e o entregarão aos gentios’” (Atos 21:11). A notícia da chegada do apóstolo se espalhou depressa e as autoridades não perderam tempo em prendê-lo. Nessa ocasião, Paulo pediu permissão para falar com a multidão e teve oportunidade de contar-lhes a história de sua conversão. A lição para os jovens de hoje é moldada por Paulo ao testemunhar a história de sua conversão. Uma das maiores falhas dos líderes religiosos da época, e talvez o mesmo possa estar ocorrendo hoje, foi não admitir mudanças em sua religião. Ellen White afirmou: “Esses homens haviam perdido de vista o fato de que Deus é o Mestre de Seu povo; que cada obreiro em Sua causa deve alcançar uma experiência pessoal em seguir o divino Líder.” – Atos dos Apóstolos, p. 401. Nesta semana, desafie os alunos a ter um encontro pessoal com Deus, para que sejam capazes de influenciar o mundo, assim como Paulo influenciou pelo poder de Cristo.

II. ENSINANDO A HISTÓRIA
Uma Ponte Para a História
Comente com os alunos em suas próprias palavras: Como se sentiria no lugar de John Currier? E se alguém esquecesse ou propositalmente se recusasse a contar-lhe a verdade a respeito do término de sua sentença e o mantivesse preso por toda a vida? Paulo sentia tanta urgência em partilhar a mensagem do evangelho com as outras pessoas que parecia que não havia nada que pudesse impedi-lo de contar a todos sobre a liberdade oferecida por Jesus Cristo. John Currier representa as pessoas que podem vir a conhecer a alegria da salvação se alguém se prontificar a dar as boas-novas de uma forma que possam compreender. Paulo teve a oportunidade de dar seu testemunho
diante de uma multidão hostil e tentar usar sua experiência de conversão para ajudar as pessoas a conhecerem e aceitarem o Salvador. O que ele poderia dizer a uma multidão enfurecida como aquela? De que maneira suas palavras poderiam penetrar o coração de pedra dos judeus em Jerusalém que insistiam em atrapalhar o movimento cristão?

Aplicando a História (Para Professores)
Após ler com seus alunos a seção Estudando a História, use as perguntas a seguir, em suas próprias palavras, para discutir com eles.Leia os versos da passagem bíblica em que Paulo revelou o que aconteceu com ele. Em  sua opinião, qual é a parte mais convincente do testemunho de Paulo? Por quê? Sublinhe as palavras ou frases que em sua opinião são importantes para compreender a mensagem transmitida por essa história.
Circule os nomes das pessoas mencionadas na história e tente identificá-las. Em sua opinião, por que a multidão enfurecida ficou em silêncio quando Paulo começou a falar em hebraico? Diante da oportunidade de falar, Paulo escolheu testemunhar a história de sua conversão em vez de tentar se defender das acusações que o povo tinha contra ele. Por que você acha que ele fez essa escolha? Ananias é descrito como um homem “piedoso segundo a lei” (Atos 22:12). Tanto Gamaliel quanto Ananias eram considerados judeus devotos. O que você acha que os ouvintes sentiram ao ouvir esses nomes relacionados à própria reputação de Paulo? Em sua opinião, que impacto o testemunho de Paulo causou no povo? Para você, qual a mensagem principal dessa história?

Perguntas Adicionais Para os Professores
Que impacto a história da conversão de Paulo causou na multidão? Pense na maneira de uma multidão reagir e na tendência de as pessoas pensarem diferente quando estão sozinhas do que quando reunidas em grandes massas. Com isso em mente, de que maneira Paulo plantou sementes do evangelho no coração de Jerusalém? Em sua vida, com quem você relacionaria a multidão hostil de judeus? Há algum amigo, vizinho ou colega de classe que tem preconceito da mensagem de Cristo?
Utilize as passagens a seguir como fontes alternativas relacionadas à lição desta semana: Atos 9; Atos 1; João 4; Apocalipse 12:14; 1 João 1:1-4.


Apresentando o Contexto e o Cenário
Use as informações a seguir para elucidar alguns aspectos da história para seus alunos. Explique em suas próprias palavras. A lição desta semana apresenta o auge da sequência de eventos que descreve o momento mais atroz do relato de dois capítulos e meio. Paulo estava determinado a levar as ofertas para Jerusalém e informar ao “quartel-general” as boas-novas do trabalho entre os gentios. Em Atos 20:17-38, encontra-se o relato da vigília e da reunião de despedida em que um garoto caiu da janela e foi trazido de volta à vida. No capítulo 21, Paulo prossegue rumo a Jerusalém, mas é advertido de forma dramática pelo profeta Ágabo (Atos 21:7-14).
Em sua obra, Barclay afirmou que “quando as palavras eram inadequadas, os profetas costumavam dramatizar a mensagem” (The Daily Study Bible, p. 154). (Alguns exemplos são Isaías 20:3, 4; Jeremias 13:1-11; Ezequiel 4; 1 Reis 11:29-31.) Apesar de todos os perigos e das advertências dos fiéis, Paulo segue rumo à morte certa em Jerusalém. Por que os líderes judeus queriam ver Paulo morto? A insistência de Paulo de que os gentios eram bem-vindos à irmandade abalou os fundamentos dos judeus cristãos. Já era difícil para eles aceitar que tinham crucificado o Messias, mas questionar sua herança religiosa era demais para muitos.
Por que prenderam Paulo? Para Paulo, a linha de separação entre os judeus e os gregos (gentios) não existia mais. A única distinção que fazia entre as pessoas era se criam em Jesus Cristo, o Filho de Deus, ou não. Em 1 Coríntios 12:13, Paulo disse: “Pois em um só corpo todos nós fomos batizados.” À igreja da Galácia deu a seguinte advertência: “Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher, pois todos são um em Cristo Jesus” (Gálatas 3:28). Assim que Paulo chegou a Jerusalém, os judeus da Ásia viram Paulo levar Timóteo (um gentio não circuncidado) para o templo, local em que era proibida a entrada de qualquer gentio sob a ameaça de morte. O povo se aglomerou ao redor do apóstolo e quase o mataram a pancadas, até que as autoridades chegaram e o protegeram. As pessoas que estavam ansiosas para ver Paulo preso encontraram um motivo para acusá-lo, motivo este que originou o problema principal da igreja do Novo Testamento: De que maneira os gentios convertidos podem adequar-se e relacionar-se com a igreja? A prisão planejada de Paulo foi feita sob pretextos tão duvidosos quanto a prisão de Cristo. Lembre-se, enquanto Paulo trabalhava incansavelmente pelos gentios, seu coração estava com o povo judeu e ansiava para que compreendessem sua missão. Para Paulo, o perigo que corria não era tão importante quanto os judeus submeterem o preconceito a Deus e cooperarem para a disseminação do evangelho.


III. ENCERRAMENTO
Atividade
Encerre com uma atividade. Explique em suas próprias palavras.
Divida a classe em três grupos. Peça para cada grupo ler um dos relatos da conversão de Paulo (Atos 9; 22; 26). Pergunte: Quais são as informações principais dessa história – os detalhes mais importantes? Reúna os grupos e numa lousa de giz ou numa cartolina desenhe três grandes círculos concêntricos. Ou seja, parte dos círculos deverão sobrepor-se (local em que as semelhanças entre as histórias deverão ser escritas). Deixe espaços independentes nos círculos para escrever detalhes singulares de cada relato. Pergunte: Quais são as semelhanças e as diferenças entre os três relatos? Cada uma das histórias foi contada a auditórios completamente diferentes uns dos outros. Embora a história seja a mesma, alguns detalhes aparecem e outros não, provavelmente por alguma razão importante.
Incentive os alunos a imaginar que razão seja essa. Peça que escolham o relato que gostaram mais e justifiquem sua escolha. Conclua, convidando-os a começar a pensar em sua própria história e como poderá ser contada a grupos diferentes de pessoas.


Resumo
Compartilhe os seguintes pensamentos, usando suas próprias palavras:
Apesar de Paulo saber que os judeus estavam procurando algum motivo para condená-lo, seguiu sua viagem rumo a Jerusalém porque acreditava que a causa de Cristo era mais importante do que sua própria segurança. Além do mais, os gentios, com grande dedicação e sacrifício, arrecadaram ofertas para serem enviadas aos fiéis em Jerusalém que enfrentavam lutas e perseguição. Mas a generosidade dos gentios conversos não amoleceu o coração dos judeus. Eles desprezaram o presente e não perderam tempo em prender Paulo. Por quê? Os judeus estavam vendo sua herança
escapar pelos vãos dos dedos à medida que novos gentios se convertiam. A era do cristianismo havia começado assinalando o fim da era judaica. A prisão de Paulo ocorreu principalmente pelo preconceito dos judeus contra os gentios, algo que não tem lugar na igreja até hoje. Paulo sabia que sua história perduraria muito mais na memória do povo do que qualquer argumento que fizesse a favor de sua missão. Assim, decidiu silenciar a multidão testemunhando de sua experiência de conversão que o transformou de Saulo em Paulo. Se você for chamado para testemunhar, de qual experiência falará? Que história da graça e da direção de Deus contará? Você conhece a Cristo de tal maneira que, assim como Paulo, tem uma história pessoal com Ele para contar?

Dicas Para um Ensino de Primeira Linha
Compare e Contraste
Há várias maneiras de pensar como as coisas se relacionam. (1) Sequência/Ordem (aquilo que vem primeiro e o que se segue), (2) Causa e Efeito, (3) De que maneiras as partes formam um todo e (4) O ato de comparar e contrastar. O diagrama de Venn  (círculos concêntricos, ou seja, que têm o mesmo centro) permite-nos organizar as semelhanças e as diferenças entre duas ou mais informações. Essa é uma ferramenta muito útil para comparar eventos, perspectivas e conceitos diferentes. Geralmente, exercícios como esse exigem empenho e dedicação.
Os alunos se sentirão desafiados a pensar. Antes de propor essa atividade aos alunos, tente realizá-la sozinho com as informações a respeito da história de conversão de Paulo encontradas em três fontes diferentes (Atos 9; 22; 26) e veja o que consegue descobrir!

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Nós e os Demais

Lição 10 dos Adolescentes 6 de março de 2010

Texto Bíblico: Atos 15:1-17.
Comentário: Atos dos Apóstolos, capítulos 19, 20 e 21.
Verso Bíblico: Atos 15:8-11.

I. SINOPSE
A história abordada na lição desta semana ilustra o objetivo principal de nossa missão e mostra-nos como podemos lidar com problemas relacionados à política, às preferências pessoais, às tradições e às práticas cotidianas.
Na época em que esta história ocorreu, os gentios estavam começando a “abrir as portas” para conhecer o amor de Cristo, mas os judeus criam firmemente que para ser um seguidor de Cristo a pessoa deveria ser um judeu praticante. Com o passar do tempo, as tradições e os costumes judaicos se enraizaram tanto que o povo tinha muita dificuldade em separar a verdade das tradições. Por essa razão, a igreja primitiva realizou um concílio – uma Assembleia da Associação Geral ou uma reunião administrativa – para lidar com os problemas que haviam surgido. Paulo, Barnabé e Pedro participaram do concílio presidido por Tiago. A discussão foi intensa, pois a igreja, a fé e a vida eterna são questões muito importantes e dignas de serem discutidas e estudadas. Nesse concílio histórico, o amor pelo evangelho prevaleceu e os servos de Deus abraçaram com grande convicção o fundamento da fé – a graça de Cristo demonstrada no Calvário e assegurada por Sua ressurreição é um presente a TODOS os seres humanos, concedido gratuitamente e sem preferência de raça, gênero, idade ou classe social. Outro elemento importante que contribuiu para o sucesso desse concílio foi o relato de Paulo e Barnabé sobre a maneira maravilhosa como Deus estava atuando entre os gentios (Atos 15:12). O relato selou o concílio com um senso de renovação do propósito e do compromisso com a missão dada por Cristo.
Esta lição nos oferece a oportunidade de encararmos a dura realidade dos problemas e das tradições existentes entre os cristãos. Mostra-nos como reavivar o coração de nossa missão através de testemunhos da atuação maravilhosa de Deus e nos lembra a razão de estarmos aqui.

Aplicando a História
(Para Professores)
Após ler com seus alunos a seção Estudando a História, use as perguntas a seguir, em suas próprias palavras, para discutir com eles.
Leia a história e sublinhe as frases que para você são as mais importantes para compreender essa passagem bíblica.
Desenhe um círculo ao redor de todos os personagens ou grupos de pessoas mencionados na história.
Em sua opinião, quais foram as dinâmicas sociais e religiosas que ocorreram na época da igreja do Novo Testamento?
Quem são “alguns homens” que exigiram que os cristãos gentios fossem circuncidados? Em sua opinião, qual era o foco espiritual desses indivíduos?
Por que Paulo e Barnabé foram para Jerusalém e por que você acha que passaram pelo território gentio a caminho do concílio com os apóstolos?
Qual é o “jugo” mencionado por Pedro em Atos 15:10?
Após o discurso de Pedro, Paulo e Barnabé relataram aos líderes da igreja primitiva as histórias dos cristãos gentios que conheceram durante a viagem missionária. De que maneira essa história os impressionou? Qual é a importância de histórias como essas para as decisões que tomamos hoje?
O que Deus está tentando nos dizer através dessa história?

Perguntas Adicionais Para os Professores
Sempre que as pessoas se unem em prol de uma causa digna surgem diferenças. De que maneira essas diferenças podem separar a igreja ou uni-la ainda mais?
O tema da discussão foi se os gentios deveriam seguir as tradições dos judeus (comer apenas carnes limpas, celebrar as festas religiosas, etc.) como parte de sua fé em Cristo. O que Cristo ordenou que ensinassem (Mateus 28:19 e 20) e o que eram apenas tradições e costumes?
Quais tradições fazem parte apenas de sua cultura? Há algum princípio bíblico para orientar-nos quanto ao que fazer e por que fazê-lo?
Utilize as passagens a seguir como fontes alternativas relacionadas à lição desta semana:
Mateus 20; Mateus 21; Atos 7:51-52; Romanos
12; 1 Coríntios; Apocalipse 14:12; 12:17.

Apresentando o Contexto e o Cenário
Use as informações a seguir para elucidar alguns aspectos da história para seus alunos. Explique em suas próprias palavras.
É provável que mais de 10 anos tinham se passado desde que Cristo ascendera ao Céu e a igreja começara a se expandir cada vez mais. Pedro e Tiago estavam ocupados trabalhando, ensinando os judeus e as pessoas intimamente ligadas à fé judaica. Paulo e Barnabé haviam iniciado o trabalho missionário entre os não judeus, os gentios.
Nessa época, havia certa estrutura e um procedimento estabelecido para lidar com os problemas que a igreja enfrentava. Houve períodos de fome e falta de dinheiro. Certos grupos se sentiram negligenciados (Atos 6). A igreja contava com a força e a liderança dos discípulos de Jesus, mas também sofria a resistência
dos fariseus e saduceus. As adversidades que haviam dificultado o ministério de Cristo não tinham desaparecido e precisavam ser enfrentadas (especialmente à luz do sermão de Pedro em Atos 2 e da defesa de Estêvão em Atos 9). Assim, surgiram discussões. Um dos temas principais de discussão relacionava-se à comida. Naquele tempo, era comum as pessoas utilizarem alimentos em rituais religiosos e depois venderem nos mercados.
Para isso, a comida era preparada de uma forma especial. Deus instruiu os judeus a sacrificarem os animais que serviriam de alimento de tal forma que o sangue fosse completamente drenado da carne. As doenças (e na mente dos judeus – o pecado) eram transmitidas pelo sangue. Mas os gentios que se tornaram cristãos não sabiam disso nem mesmo viam a necessidade de praticar essas coisas. Assim, surgiram as discussões.
A discussão abordada na lição desta semana foi iniciada por “alguns homens” judeus que passaram a ensinar que para os gentios serem salvos teriam que ser circuncidados. Talvez o preconceito e as tensões entre os judeus e os gentios ainda eram tão fortes que essas pequenas discussões serviram para expressar o que sentiam em relação um ao outro.
“Em toda sociedade ou grupo organizado há sempre dois lados representados: os conservadores, que olham para o passado, e os liberais, que olham para o futuro. Os judeus conservadores da igreja criam que não poderia haver salvação fora de Israel; portanto, todos os discípulos gentios deveriam ser circuncidados e observar as tradições judaicas.” – Jesse Lyman Hurlbut, The Story of the Christian Church, p. 26.
Essa história é um exemplo de como a igreja pode permanecer no caminho e focada na missão, mesmo em meio aos problemas. Eles superaram os conflitos da seguinte maneira:
(1) Pedro lembrou-os de que a graça divina é concedida a todas as pessoas da mesma forma, através da fé. (2) Paulo e Barnabé relataram as histórias dos milagres operados por Deus em favor dos gentios. (3) Tiago, o líder da igreja na época, permaneceu firme e focado na missão em vez de deixar que pequenas desavenças desviassem a igreja de seu objetivo. Em que essa história se assemelha aos nossos dias?

Resumo
Compartilhe os seguintes pensamentos, usando suas próprias palavras:
A história desta semana, a princípio, não parece apresentar uma boa visão dos cristãos primitivos, pois eles aparecem discutindo entre si se os gentios deveriam ou não ser circuncidados.
Para nós, parece ser uma questão trivial, mas para eles era muito importante. O que torna essa história inspirada foi a maneira como resolveram a questão! Pararam para pensar naquilo que realmente importava. Lembraram-se de como se haviam tornado discípulos de Cristo. Pedro deve ter se lembrado das muitas vezes em que tropeçou e da maneira maravilhosa como foi perdoado por Cristo e transformado em um grande líder. Tiago, irmão de Jesus, também teve suas dificuldades, assim como Paulo. Todos os cristãos presentes no concílio voltaram-se para as crenças fundamentais de sua fé e decidiram trabalhar em união. Pedro deu seu testemunho.
Paulo e Barnabé contaram as histórias da atuação maravilhosa de Deus. Tiago encerrou a questão e conduziu todos de volta à missão de levar o evangelho até os confins da Terra. Que função você está disposto a desempenhar na igreja hoje?

Dicas Para um Ensino de Primeira Linha
Contando Histórias
Quem não gosta de ouvir uma boa história? Muitos especialistas em educação revelam que as pessoas aprendem muito ao ouvir histórias. A ferramenta de ensino mais penetrante e inesquecível depois da experiência pessoal é o ato de contar histórias. Na verdade, muitas organizações estão trocando as apresentações em Power Point e os gráficos utilizados em suas reuniões pelo ato de contar histórias. Por quê? Porque as pessoas não mudam por causa de fatos, mas são transformadas pela experiência. As histórias levam-nos a refletir e a avaliar nossas atitudes, o que significa muito mais do que apenas convencer-nos de que algo é verdadeiro – elas podem levar-nos a mudar de vida.
Note como Paulo e Barnabé mudaram o rumo da discussão do concílio de Jerusalém ao contarem as histórias de sua viagem missionária (Atos 15:12).

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Missionários em Ação

Lição 9 dos Adolescentes 27 de fevereiro de 2010

Texto Bíblico: Atos 11:19-26; 13; 14:1-26.
Comentário: Atos dos Apóstolos, capítulos 16, 17, 18.
Verso Bíblico: Atos 13:38.

I. SINOPSE
Você pode imaginar o choque que os membrosda igreja primitiva sentiram ao receber a tarefa de levar o evangelho ao mundo? Na verdade, Lucas não mencionou em nenhum momento que se sentiram assim! O que ficou evidente é que em meio à perseguição e às dificuldades, os cristãos primitivos estavam cheios de alegria – e não conseguiam ficar parados. Estavam tão repletos de Cristo que sua empolgação era contagiante. Quando falamos de trabalho missionário hoje, parece que sentimos o peso de tudo o que ainda precisa ser feito “antes de podermos finalmente voltar para casa”. Esse tipo de atitude não aparece em nenhum momento ao lermos o relato da primeira viagem missionária liderada por Paulo.
Os cristãos de Antioquia estavam tão firmes na fé que dois eventos interessantes aconteceram:
(1) A notícia de sua fé chegou a Jerusalém e dois líderes da igreja primitiva foram enviados para ver o que estava acontecendo. (2) O povo de Antioquia criou o termo “cristão” para descrever as pessoas que aceitaram o evangelho de Cristo.
Deus escolheu o lugar certo para que Seu povo iniciasse a todo vapor o trabalho missionário.
Antioquia localizava-se num ponto estratégico do império romano. Os cristãos daquele lugar formavam um grupo multicultural e multirracial. Foram escolhidos dois indivíduos com as características perfeitas para ir até lá. Barnabé, um ancião cheio de compaixão e que possuía o dom do encorajamento, e Paulo, um judeu altamente educado que também era um cidadão romano e um helenista.
Que equipe! Que grupo especial de cristãos deveria ser aquele!

II. ENSINANDO A HISTÓRIA
Uma Ponte Para a História
Comente com os alunos em suas próprias palavras:
Há quase dois mil anos, os discípulos de Jesus de Nazaré aceitaram um grande desafio: levar a boa-nova da salvação para um mundo desesperançado. Podemos viver em várias partes do mundo sem um automóvel, mas não poderemos ver Deus sem Jesus. Os discípulos entregaram a vida para levar essa mensagem de esperança às pessoas de sua época. Hoje, é a nossa vez de obedecer à Grande Comissão e tornar o Deus de Abraão, Isaque e Jacó acessível às pessoas que não O conhecem. Quais métodos nossa igreja tem usado atualmente para cumprir a ordem de Cristo em nossa geração? De que maneira Deus o tem chamado para participar desse ministério tão importante?

Aplicando a História
(Para Professores)
Após ler com seus alunos a seção Estudando a História, use as perguntas a seguir, em suas próprias palavras, para discutir com eles.
• Há muitos relatos na Bíblia que descrevem como Deus transformou uma situação desanimadora e a usou para cumprir Seus propósitos, sim, para Sua glória. Seja a história de José sendo lançado no poço pelos irmãos, a caminho da escravidão no Egito e depois numa prisão, ou a expulsão de Moisés do palácio do Faraó, ou a dispersão dos cristãos primitivos de Jerusalém, Deus sempre pode transformar uma tragédia numa oportunidade.
Escreva alguns exemplos de transformações assim que ocorreram em sua vida ou na vida de alguém que você conhece.
• O grupo de pessoas que aceitou as boas-novas de Cristo em Antioquia não era formado apenas por judeus, mas também por gentios – pessoas que desconheciam o Deus de Israel e julgavam-nO inacessível, a menos que fossem circuncidadas e aceitassem as tradições judaicas. Os evangelistas enviados para visitar a cidade não se importaram com os paradigmas da época. Pregaram as boas-novas do evangelho e as pessoas aceitaram. Você vê uma oportunidade semelhante ao seu alcance hoje? Há grupos de alunos ou colegas de trabalho para quem você possa levar a mensagem de Cristo?
• Paulo e Barnabé passaram um ano ensinando em Antioquia antes de receberem o chamado para o campo missionário. Há algo que deva fazer hoje para começar a se preparar para cumprir o propósito que o Senhor talvez tenha para você daqui a um ou dois anos?
• Em sua primeira viagem missionária, Paulo e Barnabé visitaram primeiro as sinagogas locais e pregaram para as pessoas que estavam mais suscetíveis a aceitar a mensagem.
No entanto, os gentios ouviram e aceitaram a mensagem também. Isso se assemelha de alguma forma à sua experiência? O trabalho
missionário de sua igreja se depara com resultados inesperados?
• Em Antioquia da Pisídia, os missionários pregaram tão bem que foram convidados a voltar no sábado seguinte para continuar o assunto. De que maneira podemos expressar nossa fé de uma forma que as pessoas continuem nos fazendo perguntas?
Utilize as passagens a seguir como fontes alternativas relacionadas à lição desta semana:
Atos 7; 8:1-3; 9; 18:1-10; Romanos 15:14-22; Efésios 3:7-13; 1 Tessalonicenses 2:1-12.

Apresentando o Contexto e o Cenário
Use as informações a seguir para elucidar alguns aspectos da história para seus alunos. Explique em suas próprias palavras.
Deus trabalha de maneira maravilhosa. Pode-se ver um exemplo disso na forma com que Saulo de Tarso foi escolhido para formar a equipe, juntamente com Barnabé, para realizar a primeira viagem missionária. Note que a perseguição de Estêvão foi uma das razões pelas quais os cristãos foram obrigados a fugir da Judeia e espalharem-se pela região. Não se esqueça de que Paulo liderava com todo furor a perseguição à igreja primitiva. A Bíblia relata que Saulo segurou as túnicas das pessoas que apedrejaram Estêvão até a morte. Enquanto Saulo perseguia os cristãos que fugiram de Jerusalém e da Judeia, Deus o encontrou, tirou-lhe a visão e revelou mais tarde que levaria a mensagem da salvação aos gentios.
Paulo era altamente qualificado para desempenhar a tarefa. Primeiro, porque Deus o havia escolhido e, segundo, porque Paulo era um fariseu e um líder de destaque entre os judeus. Além disso, também era cidadão romano e um helenista. Não se restringia apenas à comunidade judaica, mas era um judeu que havia sido criado entre os “pagãos”. Sua visão de mundo não se limitava ao judaísmo. Falava grego e hebraico. Vale a pena ressaltar também que Deus escolheu iniciar o trabalho missionário na Antioquia. Ali havia uma comunidade cristã multicultural e multirracial. Esse grupo estava unido na alegria de espalhar a mensagem por toda a região, sem se incomodar com as diferenças culturais ou étnicas. Haviam aceitado a Cristo e sua alegria era tanta que desejam que outras pessoas O conhecessem, independentemente se eram “pagãs” ou não. Para eles, não havia preconceito.
Outro fato interessante foi a maneira com que Paulo lidou com o feiticeiro e falso profeta judeu chamado Barjesus na visita que fez, juntamente com Barnabé e João Marcos, à ilha de Pafos. Na ocasião em que Barjesus tentou impedi-los de levar a mensagem de salvação ao procônsul, Paulo o repreendeu e disse que ficaria cego. Paulo, cheio do Espírito Santo, fez com Elimas (como se interpreta o nome Barjesus) o mesmo que Deus havia feito com ele na época em que lutava para impedir a disseminação do evangelho. Assim como Paulo, Elimas não ficaria para sempre cego. Não se sabe se Elimas aceitou a verdade depois, mas a Palavra de Deus foi levada ao procônsul, que creu no ensino do Senhor.
Deus é infinitamente sábio e utiliza todas as nossas experiências para fortalecer nossa fé ao sermos duramente provados e “bombardeados” pelo inimigo. No momento em que aceitamos
o chamado de Deus para realizarmos Sua obra, somos capacitados a servi-Lo e isso fortalece nossa fé e nos dá a alegria de mantermos um relacionamento com o Senhor.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Chamado por Cristo

7ª Lição dos Adolescentes 13 de fevereiro de 2010

Texto Bíblico: Atos 9:1-18.
Comentário: Atos dos Apóstolos, capítulos 12, 13 e 14.
Verso Bíblico: Filipenses 3:13 e 14.

I. SINOPSE

Saulo. Paulo. Somente os nomes quase já descrevem toda a história. Descrevem um homem que viveu duas vidas totalmente diferentes uma da outra. O apóstolo Paulo é respeitado hoje e, com razão, por ajudar a lançar o fundamento da igreja cristã. Suas cartas, suas experiências de vida e sua audácia santificada moldaram a fé.
Entretanto, muito antes de esse gigante da fé partir para cumprir a missão que Cristo lhe deu, realizava outra bem diferente. Antes de conhecer a Jesus, Paulo era conhecido por respirar “ameaças de morte contra os discípulos do Senhor” (Atos 9:1). Teria sido maravilhoso para a igreja primitiva se Saulo somente respirasse ameaças de morte, mas era muito mais do que isso. Ele liderou o assassinato de Estêvão e de muitos outros crentes. Era sincero em seus esforços de livrar o mundo dos importunos seguidores de Cristo, mas estava sinceramente errado.
Esse é um dos pontos a ser enfatizado durante o estudo da lição. Às vezes, podemos nos equivocar ao avaliarmos a fé de nosso próximo. Portanto, jamais devemos apressar-nos para condenar. Devemos seguir as orientações da Palavra de Deus e do Espírito Santo ao interagirmos com as pessoas que possuem uma fé diferente da nossa.
O trabalho de destruição de Saulo era tão eficiente e meticuloso que Jesus precisou detê-lo, mudar seu nome e mudar o curso de sua vida. A jornada começou com um encontro com Jesus na estrada de Damasco, um milagre de enormes proporções. Deus escolheu o homem mais dedicado em destruir Sua igreja para torná-lo um de Seus grandes líderes. Cristo deseja fazer o mesmo na vida de todos que aceitarem Seu convite e se submeterem a Ele. No momento em que Paulo vir Jesus face a face, terá completado sua jornada.

Apresentando o Contexto e o Cenário
Use as informações a seguir para elucidar alguns aspectos da história para seus alunos. Explique em suas próprias palavras.
1. O Resultado de Muito Trabalho. Como sempre é o caso, aquilo que parece ocorrer apenas em uma fração de segundo é o resultado de muito trabalho. Ellen White escreveu que Deus já estava trabalhando com Saulo havia algum tempo. Saulo se convenceu da verdade através do sermão de Estêvão perante o Sinédrio. Às vezes, passava a noite em claro debatendo-se com a convicção de que Jesus realmente era o Messias (Atos dos Apóstolos, pp. 116 e 117).
O auge do longo trabalho para atingir Saulo ocorreu no momento em que ele ouviu pela primeira vez a voz de Jesus. Naquela hora Jesus atraiu completamente sua atenção.
2. Batizado com o Espírito. Jesus ordenou que Ananias impusesse as mãos sobre Paulo para que fosse batizado com o Espírito Santo. Esse batismo ocorreu cerca de três dias depois do encontro na estrada de Damasco. Paulo havia aceitado Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador, mas ainda precisava ser ungido com o Espírito Santo para efetuar o trabalho de Cristo em sua vida.
Antes de deixar os discípulos, Jesus prometeu:
“Mas quando o Espírito da verdade vier, Ele os guiará a toda a verdade. Não falará de Si mesmo; falará apenas o que ouvir, e lhes anunciará o que está por vir. Ele Me glorificará, porque receberá do que é Meu e o tornará conhecido a vocês. Tudo o que pertence
ao Pai é Meu. Por isso Eu disse que o Espírito receberá do que é Meu e o tornará conhecido a vocês.” João 16:13-15.
O Espírito tem a função de nos auxiliar a crescer em Cristo. Paulo precisava da ajuda do Espírito para habilitá-lo a cumprir sua missão e nós também.
3. Comece Agora. Uma das partes mais bonitas da história da transformação de Paulo é sua disposição quase que instantânea em começar a trabalhar por Cristo. Não se preocupou em começar seu ministério de forma discreta e sutil, mas entrou de cabeça no trabalho que tinha a fazer. Atos 9:19, 20 relata-nos que, após cumprir os três dias de jejum, ele imediatamente começou a pregar nas sinagogas que Jesus era o Filho de Deus. Você pode imaginar o impacto que Paulo causou nas pessoas que o ouviram pregar?
Há um ponto muito importante que precisa ser ressaltado. As pessoas que aceitam Jesus como Salvador pessoal devem envolver-se no trabalho de levar outras pessoas aos pés de Cristo. Não devem receber certas responsabilidades até que estejam prontas para executá-las, mas não devem ser impedidas de testemunhar a história de sua conversão.

Resumo
Compartilhe os seguintes pensamentos, usando suas próprias palavras:
Deus Se encontra neste momento envolvido na missão de salvar toda a humanidade da destruição do pecado. Na verdade, Ele já cumpriu essa missão. Deus cumpriu Sua missão e andou a segunda milha, ao enviar Seu Filho, Jesus, para morrer pelos pecados do mundo. A salvação é gratuita e está disponível a todos que a aceitarem.
O apóstolo Paulo aceitou o chamado de Jesus para uma nova vida. Repleto do Santo Espírito, saiu para cumprir a missão que Deus havia planejado para ele. De uma vida determinada a destruir, Deus criou uma vida determinada a amar. Paulo caminhou com Jesus até que os dois se tornaram um, habilitando-o a declarar: “Porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro.” Filipenses 1:21.
Um dia, se permanecermos fiéis, veremos Paulo no Céu. Teremos a oportunidade de perguntar-lhe se valeu a pena todo o sofrimento que ele passou para estar ali. Talvez repita o que escreveu ao romanos: “Considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada.” Romanos 8:18.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

A viagem de Paulo

9ª LIÇÃO DO JARDIM DA INFÂNCIA 28/11

 

Paula naufraga, vai a Malta e cura doentes

Servimos ao dar aos outros

Verso BÍBLICO PARA DECORAR (jd 4t 09 09):

"Animem e ajudem uns aos outros". 1 Tessalonicenses 5:11, BLH

Texto(s) Chave e Referências

Atos 27:13 a 28:10; Atos dos Apóstolos, págs. 442-446.

Objetivos

SABER que Deus deseja que tenhamos pensamentos positivos e encorajadores.
SENTIR compaixão de pessoas em situações difíceis.
RESPONDER encorajando outros quando enfrentam situações difíceis.

A Mensagem

Servimos os outros quando os animamos

A Lição Bíblica de Relance

Paulo e outras pessoas estão a bordo de um navio enfrentando terrível tempestade. Deus envia um anjo para confortar e encorajar Paulo.

Paulo partilha as boas notícias do anjo de que nenhum passageiro do navio perderá a vida. Paulo encoraja as pessoas a alimentar-se e novamente lhes diz que não vão morrer.

O navio encalha, mas todos alcançam a praia a salvo.

Os habitantes da Ilha de Malta se mostram bondosos e fazem uma fogueira para aquecer os náufragos. Públio, o principal de Malta, convida as pessoas a irem a sua casa. Ele cuida deles durante três dias. Paulo cura o pai de Públio e outros doentes.

Este estudo hoje enfoca o Serviço.

Deus usou Paulo para encorajar e abençoar outras pessoas em ocasiões de dificuldade. Nós podemos também encorajar e levar bênçãos a pessoas que estão angustiadas e doentes. Podemos servir a Deus por meio de palavras e atos que animem outras pessoas.

Enriquecimento:
            "“O inverno estava-se aproximando rapidamente, ‘sendo já perigosa a navegação’; e os que tinham a responsabilidade do navio tiveram que desistir de alcançar seu destino antes que a época favorável para a navegação marítima se encerrasse naquele ano.

“Paulo e os outros prisioneiros estavam agora ameaçados por um perigo maior que o naufrágio. Os soldados viram que enquanto estivessem procurando alcançar a terra, ser-lhes-ia impossível vigiar os prisioneiros. Cada homem teria que fazer todo o possível para salvar-se. Entretanto, se algum dos prisioneiros faltasse, perderia a vida o responsável por eles. Por isso os soldados desejavam matar todos os prisioneiros. A lei romana sancionava essa cruel prática, e o plano teria sido imediatamente executado, não fosse aquele a quem todos muito deviam. Júlio, o centurião, sabia que Paulo tinha sido o instrumento em salvar a vida de todos a bordo; e, além disso, convencido de que o Senhor estava com ele, temeu fazer-lhe mal. ... Quando se verificou a lista, nenhum faltava.” — Atos dos Apóstolos, págs. 440, 441 e 445.

Vivenciando a História
• borrifador de agua
• barco de caixa usado na Atividade Preparatória A

lençol ou fita-crepe
• sombrinhas

• mantas ou toalhas

lenha para fogueira
• homem para fazer a voz de Paulo
Dizer às crianças que elas estarão fazendo de conta que vão -
fazer uma viagem de navio com Paulo. Em uma classe maior, al- gumas crianças poderão representar a tempestade; em uma classe
menor, um professor representará a tempestade. Pedir às crianças
que entrem no navio-caixa que enfeitaram (Atividade Preparatória A), ou sentem-se sobre o lençol, ou usar fita-crepe para marcar uma área que representará o navio. Contar a história. Paulo estava viajando em um grande navio com mais de
duzentos passageiros quando começou uma forte tempestade.
O navio balançava de um lado para outro, de um lado para outro. [Uma criança ou professor sacode o barco ou lençol.] Começou a chover, mais e mais forte. [As crianças no barco abrem uma sombrinha, e um professor borrifa água sobre a sombrinha.] Todas as pessoas no navio estavam com medo; elas achavam que o navio se partiria e, certamente, elas se afogariam! [Crianças fingem estar com medo.]
A tempestade rugiu durante catorze dias. As pessoas no navio n ão comeram durante todo aquele tempo. Então, ouviu-se a voz de Paulo acima do barulho da tempestade.
Voz de Paulo: “Por favor, ouçam-me: Vocês já estão sem comer durante todos esses dias, e precisam comer alguma coisa! Vocês precisam de força!
“Não tenham medo! Um anjo do Senhor me disse a noite passada que Deus salvará todos os que estão no navio, mas iremos de encontro a uma ilha. Eu confio em Deus. Ele prometeu nos salvar.”
O grande navio foi se aproximando cada vez mais da ilha. De repente, ele encalhou em um banco de areia, e as grandes ondas batendo contra ele o partiram em pedaços. [As crianças saem de seu navio; rasgar o barco de papelão. Cada criança segura um pedaço como se estivesse boiando.] A água estava muito fria. Todos, pegando um pedaço do navio boiaram até à terra firme. Ao alcançarem a praia, as pessoas estavam geladas e molhadas. O povo que morava na ilha veio para ajudar. Eles fizeram uma fogueira para que os passageiros do navio pudessem secar a roupa e aquecer-se. [As crianças se reúnem em volta da lenha, enroladas em mantas/toalhas. Elas tremem como se estivessem com frio e molhadas.] Os habitantes da ilha deram alimento e roupa seca para eles.

O homem principal daquela ilha se chamava Públio. Era um homem bondoso e levou Paulo para sua casa e cuidou dele durante três dias. Paulo soube que o pai de Públio estava muito doente. Paulo o visitou e orou pelo homem doente. [Uma criança imita o doente, e outras crianças se reúnem e colocam a mão sobre ela. Orar para que o doente se sinta melhor Depois da oração, o doente se levanta.1 O pai de Públio ficou curado — estava se sentindo bem. Muitas pessoas ouviram que Paulo ajudara o pai de Públio e também foram em busca de ajuda. Paulo ficou feliz ao falar sobre Jesus e sobre o poder divino de cura. Paulo orou por todas as pessoas doentes e Deus as curou.
Paulo animou muitas pessoas naquela ocasião. Ele animou as pessoas no navio. E animou e ajudou as pessoas na ilha. Deus também deseja que animemos e oremos pelos outros.


Analisando
Quem estava no navio?

Como acham que eles se sentiram quando a tempestade não passava?

O que um anjo disse a Paulo?

O que Paulo disse para animar as pessoas?

De quem era a mensagem?

Por que Paulo pediu que Deus curasse o pai de Públio? As orações de Paulo pela cura do pai de Públio e pelos outros doentes os animaram? (Sim.)

Você acha que as pessoas queriam conhecer mais sobre Deus por causa do encorajamento que Paulo lhes deu?

Você se lembra de nossa mensagem? Vamos dizê-la juntos:
SERVIMOS OS OUTROS QUANDO OS ANIMAMOS.
Repita comigo

Estudo da Bíblia

Abrir a Bíblia em Atos 27:13-28:10 e ler o texto

Por que os passageiros do navio estavam com medo? (A tempestade era forte; eles achavam que o navio ia afundar.)

O que disse Paulo que o anjo falara? (Todos seriam salvos; eles dariam de encontro a uma ilha.)

O que Paulo fez quando chegou à ilha? (Orou pelos doentes e Deus os curou.)

Quem foi bondoso para com Paulo e os outros? Quem convidou Paulo para ir à sua casa? (Públio.)

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Venham à Minha Casa

7ª Lição do Jardim da Infância 14/11

 

Verso para decorar: Venham ficar em minha casa… Atos 16:15

 

Referências: Atos 16:6-15

 

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

A Viagem de Paulo

Lição do Rol do Berço mês de Novembro

 

SERVIÇO
Servir significa dar aos outros.

VERSO PARA DECORAR
“Falem dos Seus atos maravilhosos.” Salmo 105:2, NTLH.

REFERÊNCIAS
Atos 27 e 28; Atos dos Apóstolos, p. 439‑446.

OBJETIVOS
A criança deverá:

SABER que ela pode partilhar com outras pessoas as boas‑novas sobre Jesus.
SENTIR-SE segura de que Jesus estará com ela.
RESPONDER confortando outras pessoas.

 

MENSAGEM CENTRAL
Falarei aos outros sobre Jesus.

As viagens de Paulo

Resumo da Lição
Paulo estava viajando de navio. Ele advertiu o capitão da embarcação de que haveria uma grande tempestade, mas o capitão não lhe deu atenção. Quando começou os perigos da tempestade, todos ficaram com medo, mas Deus mostrou a Paulo que ninguém perderia a vida. Paulo animou as pessoas, compartilhando com todas elas a mensagem da esperança.
Esta lição fala sobre serviço. Se estivermos dispostos, Deus poderá usar‑nos para ministrar aos outros que não pertencem à nossa família e comunidade cristãs. Eles precisam do conforto de Jesus, o qual nós podemos compartilhar.

Enriquecimento Para o Professor
“O fato de Paulo lhes fazer recordar o que havia dito (Atos 27:21) não era uma censura ou desagradável repreensão, mas tinha o propósito de persuadir os oficiais da embarcação a prestar atenção ao que lhes falaria agora. Se houvessem atendido seu conselho (verso 10), poderiam ter evitado o perigo e o temor dos últimos dias. Fariam bem em ouvir o novo conselho que ele tinha para eles.” – Comentario Bíblico Adventista del Séptimo Día, tomo 6, p. 443.
“Durante catorze dias flutuaram sob um céu sem sol e sem estrelas. O apóstolo, embora sofrendo
ele próprio fisicamente, tinha palavras de esperança para o momento mais crítico, uma mão auxiliadora em cada emergência. Agarrou‑se pela fé ao braço do Poder Infinito, e seu coração
se apoiava em Deus. Não temia por si; sabia que Deus o preservaria para testificar em Roma da verdade de Cristo. Porém seu coração se comovia de piedade pelas pobres pessoas que lhe estavam ao redor, pecadoras, degradadas e não preparadas para morrer. Ao suplicar ardentemente

 

Decoração da Sala
Um cenário da natureza será apropriado – árvores, flores, pedras, arbustos, etc. Um barco (plástico, inflável, canoa, etc.) ajudará a completar a cena. Esse barco será utilizado na seção Vivenciando a História. Um lençol ou tecido azul pode ser colocado em volta do barco para representar a

água.

 

Atividades