Quero agradecer os vários emails que tenho recebido e o carinho de todos que me visitam. Criei esse blog com o único objetivo de trocar ideias no trabalho com crianças na igreja. Também posto as lições de cada trimestre, que retiro do site http://www.advir.com/criancas/ onde baixo todos os auxiliares. Por isso não vejo a necessidade de colocar aqui, todas as partes de cada lição. Até quando puder continuarei postando apenas as histórias das lições, que estão nos auxiliares. Além de atividades e outras coisas mais. Espero estar ajudando e gostaria também de receber ideias novas. E assim continuar com esse site, que considero um trabalho na obra de Deus. Um grande abraço. Malu

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Devoção Real

Lição 8 dos Adolescentes 25 de fevereiro de 2012

História Bíblica: 2 Crônicas 14-16; 1 Reis 15:8-16:34. Comentário: Profetas e Reis, capítulo 8.

I. SINOPSE

Por várias vezes, encontramos na Bíblia tristes descrições de reis que governaram Israel, como por exemplo: “Ele pecou contra Deus, seguindo o mau exemplo do seu pai” (1 Reis 22:53; 2 Reis 8:18; 15:18, etc.). Por outro lado, é maravilhoso encontrar as raras exceções, como o rei Asa, que foi lembrado como o rei que “fez o que era bom e direito e assim agradou ao Senhor, seu Deus”. 2 Crônicas 14:2, NTLH Antigamente, a devoção total a Deus era uma rara virtude em Israel. Mesmo em nossos dias, a devoção total e completa raramente é encontrada. Em muitos aspectos, nossa cultura hoje exige comprometimento. Portanto, Jesus nos chama para sermos Seus, exclusivos, dedicados e totalmente comprometidos em fazer parte do reino de Deus na Terra. Ellen White escreveu a respeito da necessidade de homens plenamente devotados (homens e mulheres são igualmente chamados a cumprir este elevado ideal): “A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fi el ao dever como a bússola o é ao polo;

homens que permaneçam fi rmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus.” – Educação, p. 57. De muitas maneiras, Asa foi um dedicado seguidor de Deus. Ele obedeceu ao Senhor durante os primseiros dez anos de seu reinado. Aboliu praticamente toda a idolatria em Judá. Ele depôs Maacá, sua avó, que adorava ídolos. Depois, por confi ar a batalha totalmente a Deus, obteve uma importante e esmagadora vitória contra os exércitos de Cuche. Ao compararmos com os terríveis propósitos de Acabe e Jezabel, Asa se destaca pelos nobres traços de caráter que serão discutidos nesta lição. Apesar de todas as suas qualidades, nem toda a vida do rei Asa esteve livre de erro. Fez alianças não aprovadas por Deus com outras nações e povos pagãos. Quando Hanani revelou o pecado do rei, ele reagiu com ira e impetuosidade. Mas, apesar de alguns altos e baixos, ele ainda é lembrado por ter deixado um exemplo positivo. O livro de 2 Crônicas, capítulo 15, verso 17, resume a história do rei Asa assim: “Embora os altares idólatras não tivessem sido eliminados de Israel, o coração de Asa foi totalmente dedicado ao Senhor durante toda a vida.”

II. ENSINANDO A HISTÓRIA

Uma Ponte Para a História

Em suas próprias palavras, compartilhe o seguinte: Nossas lutas contra as tentações ocorrem da mesma maneira. Se depender do esforço pessoal, a carne sempre vence. Mas quando vivemos na presença do nosso Pai celestial, permitimos que Ele lute em nosso lugar e vença a batalha para nós. Para Thomas Kelly, a vitória vem assim: “Não adianta ranger os dentes, cerrar os punhos e dizer: ‘Vou conseguir, vou conseguir.’ Relaxe. Solte-se. Entregue-se a Deus. Aprenda a viver na voz passiva... E deixe que a vida seja dirigida para você.” – “Holy Obedience”, citado em http://www.quaker.org/panphlets/ wp11939p.html O rei Asa descobriu esse princípio espiritual quando venceu a épica batalha contra os formidáveis cuxitas. Ao invés de lutar com suas próprias forças, ele “clamou ao Senhor, o seu Deus: ‘Senhor, não há ninguém como Tu para ajudar os fracos contra os poderosos. Ajuda-nos, ó Senhor, ó nosso Deus, pois em Ti pomos a nossa confiança, e em Teu nome viemos contra este imenso exército. Ó Senhor, Tu és o nosso Deus; não deixes o homem prevalecer contra Ti.’” 2 Crônicas 14:11. Ao tomar essa atitude, Asa descobriu que a batalha não é nossa, mas do Senhor (2 Crônicas 20:15).

Apresentando o Contexto e o Cenário

Use as informações a seguir para elucidar a história para seus alunos. Explique em suas próprias palavras. 1. Durante o reinado de Asa em Judá, não havia paz entre Judá e Israel. Em 2 Crônicas 14:1 está registrado que “seu filho Asa foi o seu sucessor [de Abias], e em seu reinado o país esteve em paz durante dez anos”. Essa década de paz não foi mencionada em 1 Reis 15:16. Ao contrário, está escrito que “houve guerra entre Asa e Baasa, rei de Israel, todos os seus dias” (VARA). Logicamente, o texto não indica que houve combates contínuos durante os quarenta e um anos do reinado de Asa (veja 2 Crônicas 16:13 e 1 Reis 15:10); o que havia era uma tensão incessante entre as dez tribos de Israel, ao norte, e as duas tribos do reino de Asa, ao sul. 2. Quem foram os cuxitas que Deus derrotou através de Asa? Cuche (proveniente da palavra hebraica que quer dizer “desconhecido”) foi filho de Cam e o ancestral de povos: Sebá, Havil, Sabtá, Raamá e Sabteca (Gênesis 10:6-8; 1 Crônicas 1:8). A terra dos cuxitas era conhecida como Etiópia e ficava na região ao sul do Egito. Mais tarde, foi chamada de Núbia, onde hoje está localizado o Sudão. 3. Os capítulos 14 e 15 de 2 Crônicas devem ser lidos juntos, por mostrarem os dois aspectos das reformas que Asa realizou em Judá. No começo, no capítulo 14, vemos a prosperidade resultante das reformas de Asa. No capítulo 15 estão registrados os detalhes interiores e espirituais das reformas realizadas. Como resultado dessa dupla reforma, o capítulo 15 conclui: “Embora os altares idólatras não tivessem sido eliminados de Israel, o coração de Asa foi totalmente dedicado ao Senhor durante toda a sua vida. Ele trouxe para o templo de Deus a prata, o ouro e os utensílios que ele e seu pai haviam consagrado. E não houve mais nenhuma guerra até o trigésimo quinto ano do seu reinado.” 2 Crônicas 15:17-19. 4. Segundo Crônicas 15:16 relata que Asa tirou sua avó da posição de rainha mãe, “porque ela havia mandado fazer uma figura imoral para servir como poste-ídolo”. O site Wikipedia.com dá uma ideia do que eram as imagens ou os postes-ídolos de Aserá: “Um poste-ídolo de Aserá era um poste ou possivelmente uma árvore plantada para adorar a deusa-mãe ugarítica Aserá.” Os postes de Aserá são mencionados na Bíblia Hebraica nos livros de Êxodo, Deuteronômio, Juízes, Livro dos Reis, segundo livro das Crônicas, nos livros de Isaías, Jeremias e Miqueias. A Bíblia Hebraica sugere que os postes eram feitos de madeira. No sexto capítulo do livro de Juízes, Deus ordenou que Gideão derrubasse um poste-ídolo que ficava ao lado do altar a Baal e usar a madeira do poste para queimar um sacrifício. A Bíblia Hebraica também relata que Deus não tolerava os postes de Aserá. Deuteronômio 16:21 (VARA) diz que “não estabelecerás poste-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do Senhor, teu Deus, que fizeres para ti”. Observa-se que essa passagem contrasta com a evidência arqueológica, que sugere que até o século sexto a.C., o povo judeu mantinha em sua casa imagens ou pinturas de Aserá, o que é muito comum de ser encontrado nos sítios arqueológicos (http:// en.wikipedia.org/wiki/Asherah_pole).

Resumo

Em suas próprias palavras, compartilhe os seguintes pensamentos: Asa foi um homem de Deus. Um comentário o descreveu assim: “O coração de Asa esteve com o Senhor em todos os seus dias. Os primeiros dez anos de seu reinado foram ocupados em abolir a idolatria e nas reformas religiosas. Reconhecendo Deus em todos os seus caminhos, Asa foi divinamente dirigido.” – Herbert Lockyer, All the Kings and Queens of the Bible, pág. 118. Asa não era perfeito. Cometeu uma série de erros. Mas ele foi “divinamente guiado” e sua jornada espiritual foi significativamente diferente da vida de Acabe, Jezabel e muitos outros reis e rainhas de Israel, principalmente devido à sua dependência incondicional de Deus. Ele clamou ao Senhor pedindo ajuda e Deus veio em seu socorro. Consequentemente, como Davi, Asa é lembrado como um grande rei que teve o coração guiado por Deus. Nós também podemos fazer coisas extraordinárias através do poder de Deus. Tudo o que é necessário é um relacionamento com Jesus e a coragem para confiar em Sua providência. Lembre os alunos sobre o plano de leitura, em que eles estudarão, na série O Grande Conflito, o comentário inspirado da Bíblia. A leitura correspondente a esta lição é Profetas e Reis, capítulo

Dicas Para um Ensino de Primeira Linha

A história da História

Para alguns alunos, estudar História pode parecer a verdadeira cura para a insônia. Se perceber que os alunos estão ficando sonolentos enquanto apresenta as histórias dos reis de Israel, não entre em desespero. Embora História seja um tanto difícil de ensinar, um método prático é ensinar como se estivesse contando uma história. Por exemplo, você ou um voluntário poderia ir vestido de rei Asa e contaria a história na primeira pessoa. Se houver uma sinagoga em sua cidade, convide um rabino para contar a história do povo judeu. Outra opção é procurar um filme que mostre a vida na época dos reis de Israel. Os alunos serão muito mais receptivos às lições se tiverem o interesse despertado e puderem vivenciar o período que estão estudando, ao invés de simplesmente memorizarem fatos e datas históricas

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Um Desfile de Animais

Lição 6 do Jardim da Infância 11 de fevereiro de 2012

VERSO PARA DECORAR “Ó Deus, eu sempre Te louvarei pelo que tens feito.” Salmo 52:9, NTLH.

image

Resumo da Lição

Deus disse a Noé que ele deveria salvar os animais, fazendo um lugar para eles na arca e também armazenando alimento para eles. Noé obedeceu a Deus, e no momento certo, pouco antes de começar a chover, os anjos conduziram os animais para a arca e eles entraram nela. Depois do dilúvio, os animais saíram de perto de Noé e de sua família. Eles se espalhararam pela Terra inteira. Esta lição fala sobre adoração. Louvamos a Deus porque atualmente Ele cuida de nós como cuidou de Noé e dos animais na época do dilúvio.

Lição BíBLica

Cantar “Estamos Quietinhos” (ver p. 105, CD faixa 11). Vivenciando a Hist—r ia Noé e seus filhos finalmente terminaram de construir a arca. Noé estava satisfeito. Sabia que havia seguido todos os planos de Deus na construção daquele grande barco. Agora, eles precisavam providenciar todo o alimento para as pessoas e para os animais. [Pedir às crianças que ajudem a carregar todos os sacos de “mantimento” ou alimentos não perecíveis até o lugar designado como arca.] Agora, tudo estava pronto. Havia só mais uma coisa que Noé queria fazer. Durante todo o tempo que Noé gastara para construir a arca, ele avisara as pessoas a respeito do dilúvio que logo viria. Algumas pessoas simplesmente fingiam não ouvir Noé. Outras, entretanto, zombavam dele e o xingavam de nomes feios. Muitas diziam que ele estava louco. Sabem de uma coisa? Nunca havia chovido. Até aquela época, a terra era regada durante a noite por um orvalho que evaporava da própria terra e das águas. Ninguém jamais vira água cair do céu. Eles não tinham ideia do que era uma enchente, um dilúvio. Aquelas pessoas não amavam nem adoravam a Deus. Elas não acreditavam nEle. Por isso, quando Noé dizia que Deus lhe falara que iria chover bastante, as pessoas riam muito. Mas Noé queria dar às pessoas mais uma oportunidade de se salvarem. A arca ficou totalmente pronta e Noé se levantou diante da porta e insistiu em dizer que as pessoas que quisessem se salvar entrassem na arca junto com a família dele. Mas todos simplesmente davam gargalhadas. De repente, alguém apontou e gritou: – Olhem os leões! Andando em direção à arca, vindo da floresta, vinha um casal de leões. – Olhem aqueles coelhos! – gritou outro. E muitos outros começaram a gritar, admirados: – Olhem os cangurus! – Olhem os cachorros! – Olhem os pássaros! [Arranjar as crianças de duas em duas ou, se houver poucas crianças, que cada uma use duas “luvinhas” de dedo do mesmo animal e os leve a entrar na área designada como “arca” na classe; ou as crianças podem imitar os animais enquanto entram na “arca”.] As pessoas ficaram em silêncio, observando aquele estranho desfile de animais. Animais vinham andando, pulando ou voando até entrarem na arca. Como eles podiam saber que deviam ir para a arca e aonde ir? Parecia que ninguém os conduzia. As pessoas não podiam ver, mas um anjo de Deus conduzia os animais. Noé e seus familiares ajudavam cada um a ir para o seu devido lugar, suas gaiolas, jaulas ou cercados dentro da arca. [Arrumar as crianças como se estivessem em gaiolas ou jaulas dentro da “arca”.] Depois que os últimos animais entraram na arca, Noé veio mais uma vez até à porta. – Por favor, entrem para salvar-se – ele convidava. Mas ninguém entrou. Então, Noé, sua esposa, seus filhos e as esposas deles entraram na arca. Finalmente, Deus fechou a porta da arca e os trancou com segurança ali dentro. [Se houver uma porta que se feche em sua “arca”, fechar a porta com as crianças dentro da arca e pedir que elas tentem abrir, enquanto um adulto a segura com firmeza, mantendo-a fechada.] Deus mesmo cuidaria deles. Eles estariam seguros ali.

Analisando

Conceder tempo para respostas. Como vocês se sentiriam se tivessem observado Noé construindo a arca? O que vocês teriam escolhido: entrar na arca ou ficar do lado de fora? Como vocês acham que Noé se sentiu ao ver todos os animais entrando na arca? Como acham que as pessoas que estavam zombando de Noé se sentiram ao virem os animais entrando na arca?

Encerramento

Em oração, agradecer a Deus porque nos ama e sempre cuida de cada um de nós, assim como Ele cuidou de Noé e dos animais. Cantar o “Cântico de Despedida” (ver p. 106, CD faixa 13).

image

Fogo que não se Apagava

Lição 6 Primários 11 de fevereiro de 2012

VERSO PARA DECORAR “Tira as sandálias dos teus pés, porque o lugar em que estás é terra santa.” Êxodo 3:5.

Resumo da Lição

Depois de quarenta anos vivendo como pastor no deserto, Moisés viu um arbusto queimando, o qual não se consumia. Quando foi investigar, Deus falou com ele. Disse a Moisés que voltasse ao Egito e libertasse os israelitas da escravidão. Moisés fez perguntas a Deus. Ele prometeu estar com Moisés e ajudá-lo a ter êxito. Esta lição fala sobre adoração. Deus Se revelou a Moisés na forma de um arbusto queimando. Quando Moisés se aproximou do arbusto, Deus lhe disse que tirasse as sandálias, pois ele estava pisando em solo sagrado. Podemos não precisar tirar os sapatos quando entramos na igreja, mas devemos mostrar respeito e reverência de outras maneiras.

Lição BíBLica

Vivenciando a História

Personagens: Homem vestido de Moisés, “voz de Deus” (gravada com antecedência, ou pedir que alguém leia as palavras de Deus). Pedir que Moisés se assente no deserto. Solicitar que alguém lidere as crianças a fazer o seguinte: Palavras: Ações: Moisés inclinar-se e fazer de conta que tiram os sapatos. Deus acenar rosto alegre. Alô! Meninos e meninas. Meu nome é Moisés. Moro no deserto e trabalho como pastor cuidando das ovelhas de meu sogro. Já se passaram quase quarenta anos desde que fugi do Egito. Talvez vocês já tenham ouvido falar que eu matei um egípcio. Eu não sei o que estava pensando naquele momento. Achei que libertaria meu povo, os israelitas, mas só me meti em confusão. Deus tem sido meu amigo, e embora eu tenha cometido muitos erros, Ele esteve comigo e me protegeu enquanto eu viajei através do deserto. Eu me lembro do primeiro entardecer ao chegar aqui. Algumas pastoras se aproximaram para tirar água do poço para seus animais. Então, alguns pastores chegaram e tentaram afastar as moças. Achei que não era correto o que estava acontecendo, de maneira que pedi aos homens que esperassem sua vez ou usassem outro poço. Então, ajudei as moças a tirar água. Elas me convidaram para um encontro com Jetro, pai delas, e acabei ficando ali. Eu me casei com uma das filhas de Jetro, Zípora, e tivemos dois filhos. O Faraó, da época que fugi, morrera. Mas meu povo, os israelitas, estava agora em pior situação do que nunca. O novo Faraó era mais cruel do que o anterior. Como realmente desejei não ter resolvido as coisas a meu modo e ter matado aquele egípcio! Se tão somente tivesse esperado que Deus me tivesse mostrado quando devia agir, talvez meu povo já pudesse estar livre! Olhem! O que é aquilo? Olhem ali! [Apontar o “arbusto ardente”.] Que coisa estranha! Arbustos frequentemente pegam fogo no deserto, mas esse fogo não consome o arbusto. Vou ver o que está acontecendo. [Moisés se aproxima do “arbusto ardente”.] [Deus] – Moisés! Moisés! [Moisés] – Eis me aqui. [Deus] – Não se aproxime. Tire as sandálias dos pés, pois o lugar em que você está é terra santa. [Moisés se inclina, tira os sapatos, e permanece ajoelhado diante do arbusto.] [Deus] – Eu sou o Deus de seu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacó. Tenho visto a opressão sobre o Meu povo no Egito. Quero que você diga a Faraó que deixe o Meu povo sair. [Moisés] – Mas, Senhor, quem sou eu para me apresentar a Faraó? [Deus] – Eu serei com você. Prometo que ao você tirar Meu povo do Egito, todos vocês virão a este monte para Me adorar. [Moisés] – Mas, que direi aos israelitas? Quem eu direi que me enviou? [Deus] – Diga aos israelitas que o Deus de seus antepassados o enviou. Diga-lhes que Eu sei o que se passa com eles. Diga que Eu o enviei para libertá-los. Eles o atenderão. Eu sei que o rei dos egípcios não acreditará em você. Mas isso Me dará grande oportunidade. Farei sinais e maravilhas para que todos saibam que Eu sou o Deus verdadeiro. Então, tudo silenciou, e percebi que Deus tinha ido embora. Meus olhos! Eu pude ainda sentir a luz brilhante em meus olhos! Mal podia acreditar naquilo! Permaneci ali junto ao arbusto durante um longo tempo e orei, pedindo forças e sabedoria para fazer o que Deus desejava que eu fizesse. Precisava ir. Precisava fazer a vontade de Deus. Na próxima semana contarei a vocês o que aconteceu no Egito. Analisando Dar tempo para respostas. Por que vocês acham que Deus esperou quarenta anos antes de conversar com Moisés sobre os israelitas? Por que Deus desejava que Moisés falasse com Faraó? Por que Ele deixou Moisés cuidar das ovelhas durante quarenta anos? (Quando Moisés fugiu, ele queria fazer as coisas a seu próprio modo. Enquanto Moisés permaneceu no deserto ele aprendeu a ser paciente e a ouvir a Deus.) Por que Deus disse a Moisés que tirasse os sapatos? (Era a maneira de mostrar respeito ou reverência.) Como devemos mostrar respeito e reverência hoje? (Ficando quietos. Andando na igreja sem fazer barulho. Prestando atenção.) Nossa mensagem nos diz que

ADORAMOS A DEUS QUANDO SOMOS REVERENTES.

Aplicação da Lição

Visitando o Rei Imaginem que o líder de seu país está vindo para uma visita. Vocês gostariam de escolher algumas roupas que gostariam de usar para recebê-lo? Dar tempo. Por que vocês não escolheram as roupas velhas? (Usar roupas velhas não mostra respeito.) Quando vamos à igreja, temos um encontro com o Rei dos reis; alguém mais importante do que os líderes de nosso país. Vamos falar sobre como podemos mostrar nosso respeito a Deus na igreja. Escrever as sugestões no quadro de giz ou branco. Reserválas para a próxima atividade.

Analisando

Resumir as sugestões das crianças. Sempre fazemos estas coisas? Que efeito exercemos sobre os outros quando eles veem que somos reverentes? (Eles ficam quietos, são mais reverentes, ouvem a Deus lhes falando.) Vamos louvar a Deus por termos oportunidade de ir reverentemente à Sua presença ao cantar “Agradeço” (ver p. 108, CD faixa 6). A mensagem de hoje diz:

ADORAMOS A DEUS QUANDO SOMOS REVERENTES.

PartiLhando a Lição

Seguir Nosso Exemplo Formar pequenos grupos. Dar a cada grupo, uma ou mais sugestões da Aplicação da Lição e pedir-lhe que façam uma representação prática por que aquilo é importante. Dar tempo para que eles encenem a representação.

Encerramento

Orar para que um espírito de reverência encha a vida de cada criança.

image

Para Onde Ele Foi?

Lição 6 dos Juvenis 11 de fevereiro de 2012

Verso Para MeMorizar

“Bendirei o Senhor, que me aconselha; na escura noite o meu coração me ensina! Sempre tenho o Senhor diante de mim. Com Ele à minha direita, não serei abalado.” Salmo 16:7, 8.

Resumo da Lição

Jesus ia todos os sábados à sinagoga para adorar a Deus. Ele participava do culto. Lia as Escrituras Sagradas. Ele conhecia as histórias do Antigo Testamento e sabia aplicar os textos às coisas que estavam acontecendo em Seus dias. Muitas vezes, porém, as pessoas não apreciavam Jesus nem as coisas que Ele dizia. Certo dia, elas praticamente O empurraram para fora da igreja e penhasco abaixo. Esta lição fala sobre adoração. Cristo é o centro de toda a adoração cristã. Respondemos ao Seu amor, mantendo-O como o enfoque e centro de nossa adoração.

Estudo da Lição

Introduzindo a História Bíblica

“Juvenis Net”

Com antecedência, dar as cópias do roteiro aos alunos escolhidos e combinar horário para ensaiar a encenação. Apresentar a encenação.

Analisando

Vocês usam um livro especial para sua adoração pessoal? Qual é o assunto dele? Ele os motiva a ler também a Bíblia? Hoje, vamos falar sobre o que podemos fazer para tornar Jesus o centro da nossa adoração. A mensagem central da lição desta semana é: QUANDO RESPONDEMOS AO AMOR DE DEUS, CRISTO SE TORNA O CENTRO DE NOSSA ADORAÇÃO. Vivenciando a História

Nossa história bíblica na verdade fala sobre pessoas que decidiram NÃO fazer de Jesus o centro de sua adoração. Vamos ler a história na própria Bíblia, em Lucas 4:16 e 17. Pedir a um aluno que leia o texto em voz alta. (Escolher sempre alunos que tenham boa leitura e incentivar os outros a participar respondendo às perguntas.) Onde estava Jesus? (Em Nazaré, onde morava.) Quão surpreso ficou o povo ao vê-Lo ali? (Não ficaram surpresos; estavam acostumados a vê-Lo ali.) Por que vocês acham que O convidaram para ler? (Ele conhecia bem as Escrituras; provavelmente Ele tivesse uma boa voz.) Pedir que outro aluno leia em voz alta os versos 18 e 19. Que fez Jesus ao terminar de ler o texto bíblico de Isaías? Pedir que outro aluno leia em voz alta o verso 20. As pessoas sentadas ali estavam surpresas pelo grande significado que Jesus dera às palavras da profecia. Mas Ele era um jovem que eles haviam conhecido durante toda sua vida. As pessoas simplesmente não podiam aceitar que Jesus fosse quem dizia ser. Além disso, Ele mencionou que não faria as coisas que todos esperavam que o Messias fizesse. Como eles responderam a isso? Pedir a outro aluno que leia em voz alta os versos 28 e 29. Vocês podem imaginar uma multidão zangada, expulsando esse Jovem da sinagoga em direção a um penhasco para lançá-Lo abaixo? Que sons vocês imaginam, eram ouvidos dentre a multidão? Que tipo de semblante vocês imaginam que as pessoas mostravam? Mas Jesus sabia que não havia chegado a Sua hora de morrer. Por isso, Ele saiu de modo despercebido. Pedir a alguém que leia em voz alta o verso 30. Vocês podem imaginar o semblante das pessoas na multidão à beira do penhasco quando perceberam que o Jovem desaparecera?

Por acaso existem ocasiões em que Jesus parece não ser o centro de nossa adoração? Quando? Por que vocês acham que isso acontece? Lembrem-se de que QUANDO RESPONDEMOS AO AMOR DE DEUS, CRISTO SE TORNA O CENTRO DE NOSSA ADORAÇÃO.

aPLicação da Lição

Situação

Apresentar aos alunos a seguinte situação: Cíntia ora a Deus assim que se levanta de manhã, ora antes de cada refeição e a última coisa que faz antes de deitar-se à noite é orar. Mas, por alguma razão, não sente estar conversando com alguém a quem realmente conheça como amigo. Considerando os versos que acabamos de estudar, que conselho vocês lhe dariam acerca de adorar a Deus? Incentivar os alunos a debater sobre a necessidade de se concentrar em Jesus com o propósito de conhecer a Deus e de fazer de sua vida uma resposta ao amor de Deus. QUANDO RESPONDEMOS AO AMOR DE DEUS, CRISTO SE TORNA O CENTRO DE NOSSA ADORAÇÃO.

PartiLhando a Lição

Comissões de Adoração Arranjar assentos em volta da sala para formar grupos. Cada grupo deverá considerar um aspecto do culto divino de sua igreja, baseado nas últimas semanas (música, sermão, oferta, louvor, oração, etc.). Para a divisão dos grupos deve-se levar em consideração o interesse dos participantes nos diversos assuntos. Cada grupo deve fazer plano para dirigir seu tema de modo cristocêntrico. (Prover um moderador adulto para cada grupo, mas instruir essa pessoa a deixar os alunos se expressarem e serem criativos.) Os assuntos ao serem discutidos devem incluir: número de participantes, material necessário, tempo, etc. Recolher os planos no fim do tempo estipulado para a atividade. Guardá-los para o próximo sábado.

Analisando

Como vocês se sentiram planejando vocês mesmos, parte do culto de adoração? (Entusiasmados; empolgados.) Lembrem-se de que continuaremos trabalhando nesses planos para elaborar um culto que possamos partilhar com os demais em nossa igreja em alguma ocasião futura.

Encerramento

Orar pedindo que, durante a semana, Jesus Se revele aos alunos de modo especial, através do Espírito Santo. Você Precisa

Explorando o Texto Bíblico

Deus criou seres humanos para que O conhecessem. Embora as pessoas pertençam a diferentes religiões no mundo inteiro, todas elas estão em busca do único Deus verdadeiro. Como podemos aprender sobre Deus? Vamos procurar e ler João 14:9 e 10. (Ler o texto todos juntos.) Quem é o enfoque da nossa adoração? Vamos procurar e ler o texto de 1 Coríntios 2:2. (Jesus e Seu sacrifício por nós.) Quem torna possível a nossa adoração? Vamos procurar e ler o texto de Gálatas 2:20. (Cristo vive em nós, e torna possíveis todas as coisas que fazemos.)

Ídolos Ameaçadores

Lição 6 dos Adolescentes 11 de fevereiro de 2012

História Bíblica: 1 Reis 11:14-43; 12:1-24; 2 Crônicas 9:29-12:16. Comentário: Profetas e Reis, capítulo 6.

I. SINOPSE

Um dos programas de TV mais populares dos tempos modernos é conhecido por American Idol (na versão brasileira, é chamado de Ídolos). Esse programa tem atraído milhões de espectadores que sintonizam o televisor para acompanhar candidatos que desejam se tornar cantores famosos e chegar ao sucesso. A cada semana, os espectadores votam nos cantores que lhes agradaram mais. Aqueles que receberam menos votos são eliminados do programa. No fim da temporada, os vencedores tornam-se estrelas e vão embora com a garantia de assinar grandes contratos e obter fama instantânea. Mas, o que a palavra “ídolo” significa? Será que se trata de uma palavra que pode ser usada por programa de TV da forma que bem entender ou será que carrega um significado espiritual mais profundo? A história de Roboão é um lembrete importante de que a idolatria – em qualquer forma – não será tolerada por Deus. Claro que se curvar diante de uma estátua de ouro não representa mais uma grande tentação para a maioria das pessoas hoje. No entanto, um ídolo é tudo aquilo que ocupa o lugar de Deus. Em outras palavras, um ídolo é tudo aquilo que é colocado em primeiro lugar em nossa vida. Jesus disse: “Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração.” Mateus 6:21. Nesse verso, Jesus identificou a essência da idolatria – o coração das pessoas pertence àquilo a que elas valorizam mais. Esta lição desafia os alunos a refletirem a respeito de suas prioridades ao estudarem a maneira como Deus lidou com a idolatria de Roboão. Há muitas outras oportunidades de ensino nesta lição. Por exemplo, a história tem muito a nos ensinar quanto à liderança. Algumas vezes, Roboão demonstrou uma liderança nobre, mas parecia sempre ter períodos de tremendo fracasso. Ellen White afi rmou que o fracasso na liderança de Roboão apresentou resultados devastadores para a nação inteira. Outro tema que pode ser explorado nesta lição é a comunicação. Esta história apresenta muitos exemplos (Roboão dando ouvidos aos conselheiros jovens, o apedrejamento trágico de Adonirão, a mensagem de Semaías, etc.) que podem ser usados para ilustrar o valor de uma comunicação honesta.

II. ENSINANDO A HISTÓRIA

Uma Ponte Para a História

Em suas próprias palavras, compartilhe o seguinte: Dentro de cada um de nós há uma grande ilusão: “Eu sou o máximo e hoje sou o que sou por minha causa.” Essa é a doença do “eu” que Lúcifer contraiu enquanto ainda estava no Céu. Essa obsessão pelo “eu” explica como o pecado começou. Preste atenção nas pretensões arrogantes de Satanás: “Subirei aos céus; erguerei o meu trono acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembleia, no ponto mais elevado do monte santo. Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo.” Isaías 14:13 e 14. Essa foi a mesma atitude que o rei Roboão teve. Ao responder às súplicas do povo pela diminuição dos impostos que haviam sido exigidos por seu pai, o rei Salomão, Roboão declarou com insensatez: “O meu pai fez vocês carregarem cargas pesadas; eu vou aumentar o peso ainda mais. Ele castigou vocês com chicotes; eu vou surrá-los com correias.” 1 Reis 12:14, NTLH. Roboão recusou adorar o verdadeiro Deus e escolheu colocar seus próprios interesses acima de Deus. Por essa razão, Roboão foi humilhado e a nação de Israel foi dividida em dois reinos.

Apresentando o Contexto e o Cenário

Use as informações a seguir para elucidar a história para seus alunos. Explique em suas próprias palavras. 1. Herbert Lockyer apresentou o seguinte comentário inspirado a respeito da história de Roboão: “Que história diferente os judeus teriam se Roboão não tivesse seguido o conselho negligente de seus conselheiros. Ao ir a Siquém, a cidade em que as tribos do Norte se reuniam, para ser oficialmente coroado como o rei que sucederia Salomão, o povo estava disposto a aceitar Roboão sob uma condição, que ele diminuísse os encargos colocados sobre eles por Salomão. Essa justa solicitação poderia ter sido atendida sem nenhuma hesitação. [...] Mas Roboão perdeu a oportunidade de ouro de sarar as chagas do medo e preservar a unidade do povo de Deus. [...] “O primeiro ato de Roboão (2 Crônicas 12:1) foi cair em tamanha iniquidade que foi castigado, juntamente com as duas tribos que governava, por meio de um ataque dos egípcios. Houve um breve período de arrependimento, mas a iniquidade havia tomado conta (2 Crônicas 12:5 e 8). Assim nos despedimos de Roboão, que se desviou demasiadamente dos caminhos de Deus, levando à ruína a si mesmo e também o povo que governava. Ele perdeu a melhor parte de seu reino e reduziu Israel como um todo a uma posição subordinada entre as nações.” – All the Men of the Bible, p. 285. Diante de decisões importantes, para quem você pede conselhos? Como você decide entre conselhos conflitantes? Se Roboão soubesse das consequências de suas decisões, de que maneira você acha que o seu legado teria sido diferente? 2. Na ocasião em que Roboão foi a Siquém (2 Crônicas 10:1), aquela cidade, que estava localizada a quarenta e oito quilômetros de Jerusalém, era a sede principal das tribos do Norte. Como profetizado por Aías (1 Reis 11:31 e 32), Jeroboão já havia sido ungido rei das dez tribos do Norte (1 Reis 11:26-40). Somente as duas tribos de Judá e Benjamim permaneceram leais à dinastia de Davi (2 Crônicas 11:3, 12 e 1 Crônicas 4:24-43). Mais tarde, essas duas tribos ficaram conhecidas como nação de Judá. 3. De acordo com a Life Application Bible, o verso principal da história de Roboão é 2 Crônicas 12:1, que diz: “Logo que Roboão firmou o seu poder como rei de Judá, ele e todo o seu povo deixaram de obedecer à Lei de Deus, o Senhor.” Como consequência disso, ocorreu a invasão de Sisaque (versículo 2). A invasão de Sisaque, fundador ativo da vigésima segunda dinastia do Egito, foi confirmada pela lista esculpida nos muros do templo de Amon em Karnak, com o nome das cidades palestinas conquistadas por ele. A lista inclui a vitória sobre o reino de Israel do Norte (até o Mar da Galileia) e também Judá.

III. ENCERRAMENTO

Atividade

Encerre com uma atividade e explique em suas próprias palavras. Peça aos alunos que escrevam o horário detalhado de um dia típico de atividades. Peça Resumo Compartilhe os seguintes pensamentos usando suas próprias palavras: Roboão fez escolhas insensatas e dolorosas em sua vida. As consequências de suas decisões mancharam o seu legado e atingiram a nação de Israel, bem como todas as gerações que se seguiram. A essência do problema de Roboão foi o pecado da idolatria – a busca por prazeres em vez de seguir os planos de Deus. Adorar um ídolo é a última coisa que a maioria das pessoas jamais imaginariam estar fazendo. Porém, os ídolos têm muitas formas. Ídolos mais polidos, mais brilhantes e mais sofisticados têm substituído as estátuas primitivas. Porém, os resultados são os mesmos – submissão dividida entre o que é sagrado e o que é secular. Esta lição nos oferece uma oportunidade de discutir francamente com os jovens a res- Lembre os alunos sobre o plano de leitura, em que eles estudarão, na série O Grande Conflito, o comentário inspirado da Bíblia. A leitura correspondente a esta lição é Profetas e Reis, capítulo 6.

Dicas Para um Ensino de Primeira Linha

Mostre... e fale. Apresente para a classe símbolos concretos que possam ser usados como metáforas inesquecíveis aos alunos. Por exemplo, nesta lição você pode desenvolver o tema “perigos da idolatria” ou o ato de colocar qualquer coisa acima de Deus. Teorizar sobre esse tema é bom. Mas ilustrálo com símbolos concretos é melhor ainda. Para isso, você pode trazer “ídolos” do século 21 e expô-los à classe. Você pode trabalhar com uma infinidade de itens (como Ipod, TV, celular, foto de um atleta ou ator famoso, um prato de guloseimas, roupas da moda, etc.) enquanto os incentiva a debater de que maneira cada um desses itens pode ser “adorado” (colocado acima de Deus). Ao se depararem com esses itens durante a semana, os alunos se lembrarão do debate que tiveram na Escola Sabatina e estarão mais atentos quanto ao perigo de adorar um “ídolo”.