Quero agradecer os vários emails que tenho recebido e o carinho de todos que me visitam. Criei esse blog com o único objetivo de trocar ideias no trabalho com crianças na igreja. Também posto as lições de cada trimestre, que retiro do site http://www.advir.com/criancas/ onde baixo todos os auxiliares. Por isso não vejo a necessidade de colocar aqui, todas as partes de cada lição. Até quando puder continuarei postando apenas as histórias das lições, que estão nos auxiliares. Além de atividades e outras coisas mais. Espero estar ajudando e gostaria também de receber ideias novas. E assim continuar com esse site, que considero um trabalho na obra de Deus. Um grande abraço. Malu

sábado, 30 de outubro de 2010

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Beleza Falsa

Lição 5 dos Adolescentes 30 de outubro de 2010

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Texto Bíblico: Gênesis 3:1-5; Salmo 146:4; Isaías 38:18,
29; Apocalipse 16:13, 14.
Comentário: O Grande Conflito, capítulos 33 e 34.
Verso Bíblico: Salmo 146:4.

I. SINOPSE
A morte tem sido uma das questões mais controversas no meio cristão. Muitas pessoas acreditam que a alma é imortal, outras não creem em nenhuma forma de vida após a morte, ainda outras creem na ressurreição final; e por fim há outras que nem mesmo têm certeza do que acreditam. A lição desta semana apresentará mais informações a respeito do que a Bíblia revela sobre a morte. Mostrará também de que maneira a crença na imortalidade da alma pode levar ao ocultismo, como o espiritualismo. A morte não é limbo, inferno, Céu ou purgatório, mas simplesmente “o deixar de existir”. Não existe uma alma que vive fora do corpo e que tem uma personalidade ou a capacidade de pensar. Ao morrer, o ser humano simplesmente deixa de existir. Seu corpo se desintegra. O corpo não possui uma alma, o corpo é a alma. Ao longo da Bíblia encontramos exemplos dessa verdade.
Muitos acreditam que o conceito da imortalidade da alma foi criado pelos antigos filósofos gregos. Platão definitivamente creu nesse conceito. Ele se referiu ao corpo como uma casca, uma concha abandonada pela alma no momento da morte. A Bíblia, porém, claramente contradiz essa ideia. “Quem está entre os vivos tem esperança; até um cachorro vivo é melhor do que um leão morto! Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos nada sabem; para eles não haverá mais recompensa, e já não se tem lembrança deles. Para eles o amor, o ódio e a inveja há muito desapareceram; nunca mais terão parte em nada do que acontece debaixo do sol.” Eclesiastes 9:4-6, itálico acrescentado.

Apresentando o Contexto e o Cenário
Use as informações a seguir para elucidar alguns aspectos da história para seus alunos. Explique em suas próprias palavras.
O conceito da imortalidade da alma é perigoso em vários aspectos. Muitas pessoas acreditam que seus queridos que já faleceram as estão observando do Céu e guiando a vida de seus amados aqui na Terra. Esse conceito está intimamente ligado ao pensamento das religiões ocultistas. Muitas pessoas alegam que os entes queridos falecidos as “visitam” em espírito. O fato de crer na imortalidade da alma abre a mente para receber outras crenças
tais como a existência de fantasmas ou de espíritos desencarnados de seres humanos mortos. Em 1 Timóteo 4:1 lemos: “O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios.” Muitos cristãos creem cegamente na doutrina da imortalidade da alma. Satanás tem enganado muitos a tal ponto que defendem crenças demoníacas associadas à Bíblia e a Jesus. Muitas pessoas alegam encontrar conforto nessa crença. No entanto, se refletirem seriamente sobre a questão, muitas perguntas começarão a surgir. Por exemplo, como um ente querido seria realmente feliz no Céu sabendo que os seus amados ainda permanecem num mundo de pecado? Será que seriam felizes observando o sofrimento de seus amados? Além disso, quem realmente gostaria que seu ente querido observasse cada um de seus movimentos? No início, essa crença parece confortadora; porém, quanto mais refletimos sobre ela, mais o pensamento começa a mudar. O conceito de ir para o Céu após a morte realmente não é tão confortador como parece. “Vocês pertencem ao pai de vocês, o Diabo, e querem realizar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio e não se apegou à verdade, pois não há verdade nele. Quando mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira.” João 8:44.

Compartilhe os seguintes pensamentos, usando suas próprias palavras:
Satanás é astuto. Muito habilidoso na arte da beleza e mestre na arte do engano. A Bíblia revela que ele muitas vezes se apresenta como um anjo de luz. Ele é muito bom em fazer com que a sua pessoa e as suas mentiras apelem aos nossos sentidos e emoções. A única maneira de conhecer a verdade é por meio de Jesus Cristo. Devemos sempre dedicar tempo para estudar a Sua Palavra e orar. Do contrário, estaremos cada vez mais sujeitos a sermos enganados e iludidos. Devemos estar abertos para aprender a verdade e permitir que Deus a revele para nós – não o diabo. Podemos fazer isso pedindo a Deus que revele a Sua verdade para nós removendo quaisquer noções preconcebidas daquilo que pensamos ser o correto. Devemos permitir que Cristo revele Sua verdade através de Sua Palavra, a Bíblia, e não pelas tradições humanas e pelos nossos próprios desejos.
Se nos submetermos plenamente a Deus com o coração aberto para aprender Sua verdade, Ele não permitirá que permaneçamos na ignorância. Muitas pessoas, no entanto, acreditam que estão abertas à verdade, mas em realidade relutam para aceitar as claras verdades que lhes são apresentadas.
Gênesis 3:5 apresenta a primeira mentira da história humana. “Deus sabe que, no dia em que dele comerem, seus olhos se abrirão, e vocês, como Deus serão conhecedores do bem e do mal.”
Satanás sabia que a ideia de ser imortal como Deus atrairia a atenção de Eva, mas ela estava prestes a conhecer uma dura realidade.
Certamente esse verso resume a realidade dos enganos de Satanás. [Deus] “o Único que é imortal e habita em luz inacessível, a quem ninguém viu nem pode ver. A Ele sejam honra e poder para sempre. Amém.” 1 Timóteo 6:16.

Dicas Para um Ensino de Primeira Linha
Desafiando os Alunos
Não tenha medo de desafiar os alunos e questionar o que dizem. Isso os ajudará a aprender como sustentar seus argumentos. Se um aluno fizer uma afirmação a respeito do estado do homem após a morte, mesmo que óbvia, pergunte-lhe a razão de crer dessa forma e qual passagem bíblica pode ser usada para apoiar sua crença. Fazendo assim, além de incentivá-los a conhecerem mais a respeito das crenças fundamentais de nossa fé, também os motivará a estudarem mais a Bíblia a fim de apoiar suas afirmações e conhecer o fundamento de sua fé.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Jovem, Levante-se!

Lição 5 Jardim da Infância 30 de outubro de 2010

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VERSO PARA DECORAR
“Deus veio salvar o Seu povo!” Lucas 7:16, NTLH.

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Resumo da Lição
Ao aproximar-Se da cidade de Naim, Jesus viu muitas pessoas acompanhando um enterro.
O filho único de uma viúva, seu único mantenedor e provedor para o futuro, morrera.
O coração de Jesus se compadeceu da viúva e Ele a confortou. Foi até o caixão e disse:
“Jovem, Eu lhe digo, levante-se!” O jovem sentou-se e falou. Jesus o entregou à mãe. A multidão louvou a Deus, dizendo: “Deus interveio em favor de Seu povo.” Lucas 7:16, NVI.
Esta lição fala sobre serviço. Jesus teve compaixão da viúva cujo único meio financeiro havia sido levado pela morte. Ele deseja que Seus filhos mostrem compaixão e ofereçam ajuda às pessoas tristes e solitárias com quem entram em contato cada dia. Mostrar misericórdia e compaixão é um modo de servir a Deus, da mesma forma que ajudar os outros de maneira prática.

Lição Bíblica
Cantar “Estamos Quietinhos” (ver p. 106, CD faixa 11).
Vivenciando a História
Personagens: Jesus, jovem, mãe do jovem, pranteadores.
Vestir as crianças com roupas dos tempos bíblicos. Pedir que um menino encene o papel de Jesus, e outro encene a parte do filho. Pedir que o filho se deite no “esquife”.
São necessários adultos para carregar o “esquife”. Uma menina pode encenar o papel da mãe. As crianças restantes podem ser os pranteadores que choram baixinho enquanto seguem o “esquife”. Pedir que as crianças encenem suas partes enquanto a lição é contada.

Jesus caminhava de cidade em cidade falando às pessoas acerca de Deus, e curando os doentes. Os discípulos de Jesus O seguiam por toda parte. Outras pessoas também desejavam ouvir Jesus e ver o que Ele fazia, assim uma grande multidão O seguia de um lugar a outro. Certo dia Jesus chegou à cidade chamada Naim. Naqueles dias as cidades tinham muros em volta para proteção, e portões para as pessoas entrarem e saírem. Enquanto Jesus caminhava em direção ao portão da cidade, viu pessoas carregando um caixão. Um moço havia morrido e devia ser enterrado no cemitério que ficava do lado de fora da cidade. A mãe do moço e uma grande multidão acompanhavam o enterro.
Jesus podia ouvir a mãe do moço chorando e as pessoas que a acompanhavam chorando também. A mãe era uma viúva – isso significa que seu marido havia morrido. E agora seu único filho também morrera. Ela não tinha outros filhos. Ela estava completamente sozinha e se sentia muito triste.
Quando Jesus a viu, imediatamente soube o que havia acontecido. Sabia que ela estava triste porque seu filho único, que ela tanto amava, morrera e agora ela estava sozinha.
Jesus teve dó daquela mãe, e desejou fazer alguma coisa para ajudá-la. Silenciosamente, foi ao encontro dela e disse gentilmente:
– Não chore.
Então, Ele tocou o caixão. Quando as pessoas O viram fazer isso, todas pararam. Que faria Jesus?
Então, Jesus disse:
– “Jovem, Eu lhe digo, levante-se!”
As pessoas devem ter ficado surpresas ao ouvir Jesus dizer aquilo! Todas elas sabiam que o moço estava morto, e as pessoas mortas não se levantam. Mas Jesus é Deus, e Ele pode fazer pessoas mortas reviverem.
Realmente, quando Jesus tocou sua mão, o jovem se assentou e começou a conversar! Jesus o tomou pela mão e o entregou a sua mãe. Ela ficou feliz? Claro que ficou! Ela parou de chorar e começou a regozijar-se porque seu filho estava vivo novamente!
As pessoas ficaram espantadas! Tinham presenciado um milagre! Ficaram de boca aberta de surpresa! Jesus fizera um morto retornar à vida! Quando a surpresa acabou, elas começaram a louvar a Deus. Agradeceram a Deus por enviar Jesus a eles. “Deus veio salvar o Seu povo”, exclamaram. Todos retornaram à cidade, alegres e felizes por causa do amor de Jesus.
Deus é tão maravilhoso! Ele cuida para que as pessoas tristes se alegrem novamente. Ele nos pede que também ajudemos as pessoas tristes. Quando virmos alguma pessoa doente, magoada ou solitária, Jesus deseja que a ajudemos. Podemos dizer palavras bondosas e dar-lhe um abraço.
Podemos ouvi-la e confortá-la. Podemos amar as pessoas como Jesus as ama. Quando fazemos isso para outras pessoas, estamos fazendo como se fizéssemos para Jesus. Lembrem-se:
SERVIMOS A DEUS QUANDO AJUDAMOS AS PESSOAS QUE ESTÃO TRISTES.

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Perdão

Lição 5 Primários 30 outubro de 2010

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VERSO PARA DECORAR
“A sua culpa será removida, e o seu pecado será perdoado.”
Isaías 6:7, NVI.

Resumo da Lição
Isaías teve uma visão na casa de Deus. Ele viu o Senhor sentado em Seu trono, rodeado de anjos que cantavam: “Santo, santo, santo é o Senhor, todo-poderoso.” A glória de Deus encheu o templo e fez tremer os batentes das portas. Então, um serafim voou até Isaías e tocou seus lábios com uma brasa acesa tirada do altar, ato que simbolizava purificação e remoção do pecado. A essa dádiva da graça, Isaías reagiu com prontidão, quando o Senhor disse que precisava de um mensageiro: “Eis-me aqui! Envia-me!”
Esta lição fala sobre graça. Deus prometeu perdoar e purificar Isaías de todos os seus pecados.
Ele nos oferece a mesma promessa de perdão e purificação, uma dádiva da graça a todos os que a aceitarem.

Decoração da Sala
Decorar a sala com itens da visão de Isaías – nuvens, anjos, altar, tenaz (pegador de brasas). Acima desses itens colocar a seguinte frase: “SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR, TODO-PODEROSO.” Ou usar o contorno ou silhueta de um vaso. Permitir que todas as crianças assinem seu nome no vaso. Colocar acima e abaixo do vaso as seguintes palavras: “TU ÉS O OLEIRO” e “NÓS SOMOS O BARRO!” Colocar vários tipos de vasos de barro em volta da sala.

Lição Bíblica
Vivenciando a História
Personagem: Isaías
Montagem do cenário: Com antecedência, preparar as brasas acesas e o foco de luz (holofote). Pendurar um lençol grande ou tecido branco. Em papel-cartão preparar silhuetas de anjos com seis asas. Construir um altar com caixas vazias. Colocar papelcelofane vermelho em cima para representar as chamas de fogo. Usar um ventilador direcionado às chamas para fazê-las “tremular”. Colocar o altar e os anjos atrás do lençol.
Deixar música religiosa tocando e com o foco de luz aceso, pedir que um auxiliar faça os anjos voarem de um lado para outro atrás do lençol. À medida que descrever o altar, puxar o lençol para um lado a fim de mostrar o altar. Com uma tenaz ou pegador, tomar uma “brasa” (feita de papel preto embolado ou pedras pintadas de preto) do altar.
Permitir que as crianças vejam isso e sintam o calor proveniente das brasas quentes do altar (poderá envolver algumas brasas quentes em papel-alumínio e deixá-las escondidas por baixo no centro do altar ou em um local separado).
Certo dia Isaías foi visitar o templo. [“Isaías” vestido tipicamente aparece em cena olhando para o lençol.] De repente lhe pareceu estar no Céu em um compartimento deslumbrante, olhando para cima em direção ao trono de Deus! [“Isaías” se ajoelha com as mãos erguidas.] De um lado havia um altar sagrado na cor laranja brilhante, com brasas acesas, e dele subia uma nuvem de fumaça. [Puxar para um lado o lençol e apontar para as “chamas” e brasas quentes.] E quem eram aquelas brilhantes e notáveis criaturas que voavam acima da cabeça de Deus? [Acender o foco de luz e fazer os anjos “voarem” atrás do lençol.]
[“Isaías” olha com olhos arregalados.] Isaías examinou as criaturas. Eram anjos chamados serafins e tinham seis asas!
Os anjos estavam cantando. [Tocar suavemente a música religiosa.] Todo o recinto ressoava com a bela música dos anjos. A música era tão forte e majestosa que fazia os portais estremecerem. Logo, a fumaça encheu o recinto. Mas Isaías percebeu que aquilo não apresentava perigo; era algo santo. A presença de Deus parecia ser uma parte da fumaça que circundava Isaías com calor.
Mas o que os anjos cantavam? Isaías cuidadosamente prestou atenção. Eles cantavam uns para os outros, dizendo: “Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos, a Terra inteira está cheia da Sua glória” (Isaías 6:3, NVI).
Quando Isaías percebeu onde estava [“Isaías” demonstra-se surpreso e temeroso], ele começou a exclamar:
– Aqui perto de Deus não é o meu lugar. “Ai de mim! Estou perdido.” Às vezes faço coisas erradas.
Isaías viu um dos anjos de seis asas voar em direção do altar. [Abrir o lençol e pegar uma “brasa” de papel embolado com um pegador.] O anjo tomou uma tenaz (espécie de pegador) e apanhou uma brasa acesa e tocou com ela os lábios de Isaías. [Tocar os lábios de “Isaías” com a “brasa” de papel segura no pegador.] A brasa não feriu nem queimou seus lábios. O anjo lhe disse muito suavemente:
– “Veja, isto tocou os seus lábios; por isso, a sua culpa será removida.” Uma maravilhosa sensação de alívio sobreveio a Isaías. [“Isaías” aperta as mãos juntas e esboça um largo sorriso.] Deus lhe falou com bondade. Falou como um bondoso Pai, preocupado com Seus filhos porque eles não Lhe ouviam. Deus disse:
– A quem Eu enviarei para levar Minhas mensagens ao povo?
– “Eis-me aqui. Envia-me!” [“Isaías” diz em voz alta: “Eis-me aqui. Envia-me!”]
Isaías estava pronto para ser Seu mensageiro. Deus não forçou Isaías a ser um profeta. Ele primeiramente mostrou Seu amor a Isaías; então permitiu que Isaías se apresentasse como voluntário.
Deus amava Isaías justamente como ele era. Nós chamamos a isso a “graça” do amor. E Deus ainda alcança cada um de nós com Seu amor. É como quando seus pais carregavam você ao colo quando bebezinho. Deus nos oferece a mesma promessa de perdão que deu a Isaías. Se você crer nEle e confessar seus pecados como Isaías fez, o presente do perdão será seu. Deus é um Pai que cumpre Suas promessas. Ele sempre amará você.

Guerra no Céu

Lição 5 dos Juvenis 30 de outubro de 2010

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Verso Para Memorizar
“Senhor, Senhor Deus compassivo e misericordioso [...], que mantém o Seu amor a milhares e perdoa a maldade, a rebelião e o pecado. Contudo, não deixa de punir o culpado.” Êxodo 34:6, 7.

Resumo da Lição
Esta lição conta o início do grande conflito entre Deus e Satanás. Revela a ambição de Lúcifer ao desejar ser igual a Deus, e as consequências da rebelião de Satanás, para si mesmo e para seus seguidores. A graça de Deus é revelada como uma resposta às falsas acusações que Lúcifer fez contra Deus, pois a graça revela que o caráter de Deus é o amor.
Esta lição fala sobre graça. A graça de Deus é demonstrada em Suas atitudes de amor por criaturas não merecedoras. Lúcifer não merecia o perdão, mas Deus lhe ofereceu exatamente isso. A família humana não merece o perdão divino, mas Ele o oferece. Deus demonstrou que as acusações de Satanás contra Ele são falsas.

Estudo da Lição
Introduzindo a História Bíblica
Mostrar ou distribuir gravuras que retratem a devastação de uma guerra. A guerra é algo que associamos ao mal. Não é algo que associemos ao Céu. Mas na lição de hoje vamos falar de um momento em que houve guerra no Céu. A guerra começou com a rebelião de um dos seres celestiais, que passou a dizer mentiras a respeito de Deus. Hoje vamos aprender que
A GRAÇA DE DEUS DESMASCARA AS MENTIRAS DE SATANAS.

Vivenciando a História
Com antecedência, combinar com uma ou duas pessoas que tenham o dom de contar histórias, para que contem ou leiam, com bastante expressividade a história da guerra no Céu. Se possível, usar efeitos sonoros como música dramática, som de espadas se chocando, tambores, som de canhões, etc. Os contadores de histórias deverão usar como base o relato encontrado nos livros História da Redenção, p. 13-19 (ver p. 90); ou Patriarcas e Profetas, p. 33-43, ou ainda os trechos encontrados na seção Enriquecimento Para o Professor.

Aplicação da Lição
Situações da Vida Real
Ler e debater as seguintes situações:
1. Você acabou de ganhar um prêmio de “excelente cidadão”. Seu melhor amigo está com inveja de você, mas não lhe diz isso abertamente. Ele o desafia a roubar algo da livraria da escola. Quando você se recusa, ele xinga você. Num momento em que você não está olhando, ele rouba uma calculadora e a coloca em sua mochila. Quando você está saindo o alarme dispara e os seguranças da loja param vocês dois. Na sua frente, seu amigo insiste que vocês dois são inocentes. Porém, mais tarde o chefe da segurança diz que seu amigo culpou você pelo roubo. Como você reage? Como lidar com esta situação lembrando da graça de Deus ao nos perdoar?
2. Você é o filho mais novo de uma família grande. Nunca conheceu seu pai. Ele saiu de casa antes de você nascer, mas mesmo assim sua mãe nunca disse nada ruim sobre ele. Sua família teve uma vida muito difícil por causa da ausência do pai, mas conseguiram sobreviver. Agora sua mãe está muito doente de tanto trabalhar para sustentar os filhos. A maioria de seus irmãos já não mora mais  em casa. Eles ajudam um pouco com os custos médicos e visitam vocês quando podem, mas têm suas próprias famílias para sustentar. O filho mais velho quer que sua
mãe vá viver com ele e sua família, mas sua mãe diz que deseja morrer em casa. Você cuida dela quando não está trabalhando. Você teve que parar de estudar. Quase sempre você está tão exausto que nem tem coragem de comer. Um dia um homem liga e diz ser seu pai. Ele diz que quer vê-lo e que vai chegar daqui a meia hora. Como você reage? Como pode lidar com esta situação lembrando-se da graça de Deus ao nos perdoar?

Partilhando a Lição
Espalhando a Graça de Deus
Distribuir o material aos alunos. Estes feijões representam a graça de Deus, oferecida a cada um de nós. Pedir que os alunos coloquem seus feijões nos copos descartáveis com algodão umedecido. Pedir que molhem o algodão todos os dias, até que o
feijão comece a brotar. Incentivá-los a mostrar o broto de feijão a alguém e explicar como a graça de Deus pode tornar algo seco e duro em uma nova vida em pleno crescimento.
Da mesma forma Ele pode eliminar o pecado e maldade que resultaram da rebelião de Satanás, e através de Seu perdão e graça trazer nova vida aos corações e vida de qualquer pessoa que O aceitar.
Quando você for tentado a duvidar que Deus o ama ou pode perdoá-lo, em que deve pensar?
(Repetir o Verso Para Memorizar.) Vamos repetir novamente a mensagem de hoje:

Ilustrações e Exercícios
A Queda de Lúcifer
“Lúcifer no Céu, antes de sua rebelião foi um elevado e exaltado anjo, o primeiro em honra depois do amado Filho de Deus. [...] Lúcifer invejou a Cristo, e gradualmente pretendeu o comando que pertencia unicamente a Cristo.
“O grande Criador convocou os exércitos celestiais para, na presença de todos os anjos, conferir honra especial a Seu Filho. [...] O Pai então fez saber que, por Sua própria decisão, Cristo, Seu Filho, devia ser considerado igual a Ele, assim que em qualquer lugar que estivesse presente Seu Filho, isto valeria pela Sua própria presença (p. 13).
“Lúcifer estava invejoso e enciumado de Jesus Cristo. Todavia, quando todos os anjos se curvaram ante Jesus reconhecendo Sua supremacia e alta autoridade e direito de governar, ele curvou-se com eles, mas seu coração estava cheio de inveja e rancor [...]
“[Lúcifer] deixou a imediata presença do Pai, insatisfeito e cheio de inveja contra Jesus Cristo. [...] Contou [aos anjos] que, dali em diante, toda a doce liberdade que os anjos tinham gozado estava no fim (p. 14).
“Houve controvérsia entre os anjos. Lúcifer e seus simpatizantes lutavam por reformar o governo de Deus. [...] Rebelaram-se contra a autoridade do Filho.
“Os anjos que eram leais e sinceros procuraram reconciliar este poderoso rebelde à vontade de seu Criador. [...] Mostraram-lhe claramente que Cristo era o Filho de Deus, existindo com Ele antes que os anjos fossem criados, que sempre estivera à mão direita de Deus, e Sua suave, amorosa autoridade até o presente não tinha sido questionada; e que Ele não tinha dado ordens que não fossem uma alegria para a hoste celestial executar (p. 15).
“Lúcifer recusou ouvi-los. Então voltou-se dos anjos leais e sinceros, denunciando-os como escravos. Estes anjos, leais a Deus, ficaram pasmados ao verem que Lúcifer era bem-sucedido
em seu esforço para incitar a rebelião. Prometia-lhes um novo e melhor governo do que então tinham, no qual todos seriam livres. Grande número expressou seu propósito de aceitá-lo como líder e principal comandante (p. 16).
“Os anjos leais apressaram-se a relatar ao Filho de Deus o que acontecera entre os anjos. [...]
“Rebelar-se contra o governo de Deus foi o maior crime. Todo o Céu parecia estar em comoção. Os anjos foram dispostos em ordem por companhias, cada divisão com o mais categorizado anjo à sua frente (p. 17).
“Os anjos bons choraram ao ouvir as palavras de Satanás e sua exultante arrogância. Deus declarou que os rebeldes não mais podiam permanecer no Céu (p. 18).
“Então houve guerra no Céu. O Filho de Deus, o Príncipe do Céu, e Seus anjos leais empenharam-se num conflito com o grande rebelde e com aqueles que se uniram a ele. O Filho de Deus e os anjos verdadeiros e leais prevaleceram; e Satanás e seus simpatizantes foram expulsos do Céu. Todo o exército celestial reconheceu e adorou o Deus da justiça. Nenhuma mácula de rebelião foi deixada no Céu. Tudo voltara a ser paz e harmonia como antes. Os anjos do Céu lamentaram a sorte daqueles que tinham sido seus companheiros de felicidade e alegria. Sua perda era sentida no Céu” (p. 19).

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O Fugitivo Retorna

Lição 3 Primários 16 de outubro de 2010

VERSO PARA DECORAR
“Sirvam [...] de boa vontade, como servindo ao Senhor, e não aos
homens.” Efésios 6:7, NVI.

Resumo da Lição
Onésimo, um escravo pagão, roubou a seu senhor Filemos, um cristão de Colossos, e fugiu para Roma. Ele conheceu Paulo, que partilhou com ele o evangelho. Onésimo ouviu, confessou seus pecados e se tornou cristão. Paulo viu que ele possuía dons especiais de Deus. Ele o convenceu a voltar para a casa de seu senhor, pedir perdão e fazer planos para um futuro de serviço. Em uma carta a Filemos, Paulo contou sobre a conversão de Onésimo, ofereceu-se para pagar qualquer dívida que Onésimo tivesse para com seu senhor. Com bondade e tato, Paulo rogou que Filemos perdoasse o escravo e o recebesse de volta a seu serviço como um irmão em Cristo.
Esta lição fala sobre serviço. Onésimo, outrora escravo, se tornou servo de Deus e de Paulo, Seu servo. Justamente como Paulo encorajou Onésimo a aceitar seu antigo escravo como irmão em Cristo, também Deus nos pede atualmente para servir e aceitar uns aos outros em nosso lar e família.

Lição Bíblica
Vivenciando a Lição
Dar a cada criança uma toalha pequena para ser colocada no braço.
Palavras: Ações:
Onésimo levantar com a toalha sobre o braço e se curvar Filemos levantar e se curvar Paulo levantar e fazer como se estivesse escrevendo Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo] estava muito ocupado quando um jovem com uma mochila às costas se aproximou dele. O jovem estava com roupa de viagem.
Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo] sorriu enquanto assinou a carta que estava escrevendo. Ele a enrolou e a entregou ao jovem.
– Aqui está, Onésimo [levantar com a toalha sobre o braço e se curvar] – disse ele. – Aqui está a carta que escrevi. Ela está endereçada a Filemos, [levantar e se curvar] seu senhor. Entregue a carta a ele assim que chegar em casa. – Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo] para e coloca a mão nos ombros do jovem.
– Eu disse a ele que você é como um filho para mim. Eu sei que no passado você não lhe foi tão útil como tem sido a mim nesses últimos meses. Mas agora você aceitou a Jesus, e O ama. Sei que você servirá a Filemos [levantar e se curvar] tão bem quanto tem servido a mim. O jovem sorriu timidamente.
– Sabemos que Filemos [levantar e se curvar] está muito zangado por você ter fugido – continuou Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo]. – Mas eu disse a ele que você me
tem ajudado tanto quanto ele teria feito por mim se estivesse aqui. Espero que ele considere isso.
Eu também lhe disse que, embora ainda seja um escravo, você também é seu irmão em Cristo; você se tornou cristão.
Onésimo [levantar com a toalha sobre o braço e se curvar] colocou o braço sobre o ombro de Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo]. Depois, afastando-se um pouco, colocou
a carta na mochila. Enquanto a cabeça estava inclinada, enxugou uma lágrima dos olhos.
Esperava que ninguém tivesse percebido.
– Mais uma coisa – Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo] continuou, enquanto os dois caminhavam em direção à porta. – Eu pagarei tudo que você deve a Filemos [levantar e se curvar], seu senhor. Ele realmente me deve a vida, pois fui eu que lhe falei a respeito de Jesus.
– Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo] sorriu ao parar à saída da porta.
– Eu nunca poderei agradecer-lhe o suficiente! – exclamou Onésimo [levantar com a toalha sobre o braço e se curvar]. Ele lançou a mochila às costas, parando por um momento.
– Apenas volte para casa e sirva a Filemos [levantar e se curvar] tão bem quanto você me serviu. Isso é o que os cristãos devem fazer, filho. Os cristãos servem uns aos outros exatamente onde estão. Agora que você também é cristão, sei que vocês dois vão se entender melhor – disse Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo], dando um tapinha no ombro de Onésimo [levantar com a toalha sobre o braço e se curvar], enquanto ele se voltava para partir.
– Se pudesse, eu conservaria você aqui para me ajudar. Mas você precisa voltar para casa e estar disposto a servir Filemos [levantar e se curvar] primeiro. Quem sabe um dia ele deixe você voltar para me ajudar.
Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo] acenou para Onésimo [levantar com a toalha sobre o braço e se curvar] enquanto ele se voltava rumo à estrada.
– Pedi a Filemos [levantar e se curvar] que prepare um quarto para mim – Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo] acrescentou. – Estou certo de que Deus atenderá às orações dele, e logo poderei me encontrar com vocês dois.
Onésimo [levantar com a toalha sobre o braço e se curvar] acenou pela última vez; então não olhou mais para trás. Ele estava com um pouquinho de medo de voltar para seu senhor, pois ele havia fugido. Mas agora era cristão, e seu coração estava repleto de amor a Deus. Estava pronto para começar a servir de novo a Filemos [levantar e se curvar] como devia. Acima de tudo, Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo] lhe ensinara que ser prestativo no lar era uma parte importante do serviço cristão.

O Prisioneiro de Deus

Lição 4 dos Juvenis 23 de outubro de 2010

Verso Para Memorizar
“Mas eu não dou valor à minha própria vida. O importante é que eu complete a minha missão e termine o trabalho que o Senhor Jesus me deu para fazer [...]: anunciar a boa notícia da graça de Deus.” Atos 20:24, NTLH.

Resumo da Lição
Paulo chegou a Jerusalém para a Páscoa. Alguns líderes da igreja o olharam com desconfiança e alguns dos judeus de cidades em que ele havia trabalhado o trataram com hostilidade.
Ao falar aos líderes sobre seu trabalho e lhes dar os presentes enviados por cristãos de outros lugares, eles ficaram convencidos de que Deus estava com ele e o estava abençoando.
Enquanto isso, os judeus incitavam a multidão contra Paulo, e os soldados romanos o levaram preso. Paulo usou esta situação para testemunhar sobre o que Deus tinha feito por ele.
Esta lição fala sobre serviço. Paulo servia ao próximo apresentando o evangelho e seu testemunho pessoal sobre Jesus aos gentios, e também fazendo uma ponte entre cristãos judeus e gentios. Não importavam as circunstâncias, Paulo servia testemunhando sobre o poder e a graça de Deus.

estudo da Lição
Introduzindo a História Bíblica
Combinar com um conhecido seu (não dos alunos), para que essa pessoa “apareça” na classe no momento em que lhe der um sinal. Escolher alguém que seja simpático e extrovertido e capaz de interromper as atividades fazendo perguntas de forma delicada e educada. Pedir que a pessoa use roupas que não sejam de igreja, para parecer um visitante não adventista. (Se preferir, convidar alguém de outra igreja. Se fizer isso, a atividade poderá ser uma bênção dupla.) Combinar com seu convidado (1) para falar aos alunos que estava “passando por ali” (talvez pensando que fosse um casamento e houvesse comes e bebes que ele pudesse aproveitar) e (2) para começar a fazer perguntas do tipo: O que vocês estão fazendo aqui? O que está acontecendo neste lugar? Um casamento, ou algo assim? Afinal, não é domingo!
Vocês têm algo de bom para comer aqui? Por que estão todos bem vestidos? Vocês não preferem estar brincando lá fora, ou assistindo TV? O que há de tão especial em Deus que vocês querem ficar presos aqui, aprendendo sobre Ele no dia de hoje?
Combinar com o convidado mais ou menos depois de quanto tempo deve pedir desculpas pela interrupção e sair da forma mais natural possível.

Aplicação da Lição
Situações da Vida Real
Ler para a classe as situações a seguir:
Bruna e Jane estudam na mesma escola; é uma escola particular. Elas fazem parte da orquestra da escola, estão na equipe de natação e no time de basquete, além de cantarem num coral só de garotas. Bruna é adventista e tenta participar de tudo que pode. Mas, Jane já notou que Bruna nunca vai aos bailes da escola, não vai aos eventos escolares que acontecem sexta à noite e nem participa de treinos ou competições aos sábados. Ela comenta isso com a amiga e questiona por que Bruna não vai a esses eventos, mas canta com o coral quando este se apresenta aos sábados em casamentos e atividades na comunidade. Como Bruna poderia testemunhar daquilo que Jesus significa para ela? (Bruna pode contar como é a celebração do sábado e explicar como cantar no coral é compatível com o que ela acredita que deveria ser feito no sábado. Ela pode convidar Jane para um culto de sábado, ou para passar uma noite de sexta e o dia de sábado para ver como Bruna e sua família celebram o sábado.)
Kunio é o único adventista numa família de sacerdotes budistas. Seus pais não estão satisfeitos, mas toleram sua nova religião porque ele é o filho do meio, portanto, não precisa seguir o pai no sacerdócio. Kunio acha que será mais fácil seguir a Cristo se for estudar num internato em vez de viver com sua família na casa anexa ao templo. Seu avô, tios e primos estão irados porque Kunio deixou a religião da família e vai sair de casa. O que Kunio pode fazer para melhorar o relacionamento com seus parentes? (Embora não participe nas cerimônias realizadas no templo ao lado de sua casa, pode assistir a eventos especiais como casamentos e funerais, ser respeitoso em relação às crenças da família, tentar não entrar em discussões sobre religião, falar sobre coisas que ambas as religiões têm em comum, convidá-los para eventos especiais da igreja ou apresentá-los a novos amigos da igreja.)

Anjos e Demônios

Lição 4 dos Adolescentes 23 de outubro de 2010

Texto Bíblico: Marcos 5:1-19.
Comentário: O Grande Conflito, capítulos 30 e 31.
Verso Bíblico: Marcos 5:15.

I. SINOPSE
A guerra espiritual entre Cristo e Satanás não é um combate isolado entre dois poderes iguais no mundo celestial. Em primeiro lugar, Deus é supremo e todo-poderoso. Satanás já foi sentenciado e seu fim é inevitável. Em segundo, os seres angelicais, criados por Deus, estão ocupados executando as tarefas concernentes ao reino de Deus, e os anjos caídos, que se uniram a Lúcifer, também estão trabalhando desesperadamente para a ruína humana à medida que sua própria sentença se aproxima de seu cumprimento. Obviamente, a humanidade caída sente que algo está acontecendo além daquilo que os olhos podem ver. Os cristãos sabem através da Bíblia que Deus já declarou vitória sobre o pecado, mas que Satanás ainda está trabalhando para enganar e minar o plano da salvação procurando “devorar”, “roubar” e “matar” aqueles que escolhem reivindicar seu lugar como herdeiros do reino de Deus. A batalha pela conquista do coração do homem é claramente descrita na história do endemoninhado, possuído por milhares de demônios e entregue ao domínio de Satanás. Em Marcos e Mateus 8, o resultado da atuação de Satanás é revelado na condição desesperadora de um homem que, compelido por uma fé provavelmente do tamanho de um grão de mostarda, mas tomado por uma legião de demônios, corre para Jesus em busca de auxílio. Essa história apresenta um vislumbre da realidade dos anjos maus e a vitória final da poderosa mão de Cristo e Sua graça. Além disso, essa história também revela a maneira como o poder de Deus nos acompanha ao testificarmos de Seus grandes atos de salvação e de Sua misericórdia. Na verdade, aquele jovem perdido e menosprezado tornou-se, quem sabe, o primeiro missionário cristão enviado a Decápolis, região que englobava dez
cidades que não conheciam a verdade. O que parece inevitável é a pergunta que vem à tona ao longo desse estudo: De que maneira o poder de Deus sobre o mal se revela através de Seu povo nos dias em que vivemos?

Apresentando o Contexto e o Cenário
Use as informações a seguir para elucidar alguns aspectos da história para seus alunos.
Explique em suas próprias palavras.
A história do homem possuído de espírito imundo abre a oportunidade para uma discussão importante para a igreja hoje, especialmente para os jovens, sobre a natureza dos anjos e demônios e sua atuação em benefício dos reinos que defendem (Marcos 1 e Lucas 8).
No Novo Testamento são utilizadas duas palavras para fazer referência à possessão demoníaca.
A palavra grega “daimonizomai”, geralmente traduzida por “ser possuído por um demônio”, é usada para descrever os efeitos da atuação dos agentes de Satanás sobre os seres humanos. De que maneira ocorre a possessão e até que ponto a pessoa está “possuída” ou completamente “controlada” são questões muito discutidas. Ao referir-se ao indivíduo possuído, essa palavra é traduzida por “endemoninhado”. Essa palavra foi utilizada treze vezes nos Evangelhos. Um assunto muito importante de ser ressaltado nesta lição é a forma como Satanás escraviza e controla os indivíduos sob seu poder em contraste com a atuação dos anjos de Deus encarregados de apresentar-nos a verdade, proteger-nos, encorajarnos e orientar-nos.
Essa história ocorreu logo após Jesus ter miraculosamente alimentado milhares de pessoas e ter buscado ref úgio da multidão
viajando de barco até a região dos gerasenos.
Essa região era habitada por pessoas de língua grega que, por não serem judias, não seguiam a fé judaica. Uma evidência disso é a presença de uma manada de porcos na região, algo considerado totalmente impuro pelos judeus. Além disso, os gerasenos rogaram que Jesus fosse embora ao demonstrar tamanha demonstração de poder espiritual. Apesar de a história e a lição desta semana abordarem a libertação de um homem possuído por espírito imundo, é importante notar que, depois de sua libertação, o homem foi enviado a Decápolis (dez cidades) para contar ao povo o que Cristo fez em sua vida. É possível que Jesus
tenha dado àquele homem essa missão a fim de que desenvolvesse a plena certeza de que fora restaurado e de que os demônios não voltariam a controlá-lo, mas também para preparar
uma testemunha para a ocasião em que Ele retornasse à região, conforme se encontra registrado nos três Evangelhos sinóticos:
Em Marcos 5:20-21, lemos: “Então, aquele homem se foi e começou a anunciar em Decápolis o quanto Jesus tinha feito por ele. Todos ficavam admirados. Tendo Jesus voltado de barco para a outra margem, uma grande multidão se reuniu ao seu redor, enquanto ele estava à beira do mar.” Alguns capítulos depois, observamos o impacto do testemunho do homem liberto da possessão demoníaca:
“A seguir Jesus saiu dos arredores de Tiro e atravessou Sidom, até o mar da Galileia e a região de Decápolis” (Marcos 7:31; ver também Lucas 8:26-40; Mateus 4:25).
A princípio, as pessoas ficaram apreensivas ao testemunharem a manifestação de poder espiritual de Jesus sobre as forças do mal. Mas, depois de o homem liberto do poder dos anjos maus contar sua história para os habitantes de Decápolis, eles receberam Jesus
alegremente e o evangelho triunfou contra o reino de Satanás.

Resumo
Compartilhe os seguintes pensamentos, usando suas próprias palavras:
Um amigo certa vez me disse que “80% do veneno das serpentes são constituídos de proteína”. Apesar de todos nós termos a necessidade diária de uma fonte de proteína, não quer dizer que o veneno das serpentes seja uma fonte apropriada, pois os 20% restantes serão fatais. Ninguém em sã consciência ingeriria veneno de serpente para obter uma dieta balanceada de proteína. No entanto, muitos têm se tornado base de apoio para o inimigo de Deus ao pensar que o mundo invisível não é tão perigoso ou que são espertos o bastante para vencer Satanás. O inimigo trabalha arduamente para iludir, enganar e seduzir as pessoas a fim de escravizá-las. Deus, por outro lado, trabalha incansavelmente para convidar, convencer e conquistar Seus filhos através de Seu sacrifício e amor infinito. Deus prometeu enviar Seus anjos para ajudar-nos em nossa jornada espiritual.
Em Hebreus 1:14 lemos que os anjos são “espíritos ministradores” enviados para servir aqueles que pertencem a Deus. Em Salmo 34:7, Davi declarou que o anjo do Senhor “acampa-se ao redor” daqueles que creem em Deus. Novamente, o salmista afirmou em Salmo 91:10 e 11 que Deus aos Seus anjos “dará ordens a seu respeito, para que o protejam em todos os seus caminhos”.
Ao longo da Bíblia encontramos inúmeros exemplos de como os anjos ajudaram os fiéis em meio às dificuldades e provações. Em Atos 5:5-11, Pedro foi libertado da prisão por um anjo. Em 1 Reis 19:5-8, um anjo foi enviado para alimentar Elias no deserto. Em 2
Reis 6:8-17, os olhos do servo de Eliseu foram abertos a fim de contemplar o poderoso exército de anjos enviados para protegê-los. Os anjos também ministraram a Cristo depois de ter sido tentado por Satanás (Marcos 1:9).
Eles também estão aqui para ajudar você. Saiba e creia nessa verdade.

Dicas Para um Ensino de Primeira Linha
Processadores Internos e Externos
Nem todo mundo que participa ativamente das discussões em classe preocupa-se em refletir antes sobre o assunto, como também nem todo mundo que permanece em silêncio está alienado ou mentalmente distante do que está ocorrendo. Alguns alunos são verdadeiros “processadores internos”. Refletem sobre os temas abordados, as perguntas feitas e as respostas apresentadas sem proferir uma única palavra. Geralmente, quando resolvem falar, fazem comentários profundos e muito significativos. Muitas vezes, não falam porque além de naturalmente serem “processadores internos”, os “processadores externos” inconscientemente não lhes concedem chance e espaço. Os “processadores externos” são aqueles que não conseguem refletir e pensar sem parar de mexer os lábios. Expressam-se verbalmente com extrema facilidade e tendem a fazer comentários desconexos e até mesmo contraditórios durante o processo de raciocínio. Lutam com as palavras e na maioria das vezes atingem o objetivo, mas dominam o tempo e o espaço da discussão. Ambas as características estão presentes em classe e precisamos aprender a lidar com elas. Os “processadores externos” tendem a apreciar o fato de confirmarmos os comentários que fazem resumindo-os e parafraseando suas palavras. Os “processadores internos” geralmente esperam para falar, preferem tomar mais tempo para refletir. Enquanto isso, muitas vezes, alguém interrompe ou até mesmo muda o tópico de discussão. Ao promover discussões em classe, lembre-se de que ambas as características, em graus variados, estão presentes em classe, pensando e aprendendo, mesmo que alguns não se expressem verbalmente.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Um Buraco no Telhado

Lição 3 Jardim da Infância 16 de outubro de 2010

VERSO PARA DECORAR
“Um verdadeiro amigo é mais chegado que um irmão.” Provérbios
18:24, NTLH.

Resumo da Lição
Os amigos de um homem doente desejavam que Jesus o curasse. Era muito difícil para eles passarem através da multidão e chegar perto de Jesus. Mas eles conseguiram fazer isso de maneira bem diferente. Pelo teto da casa, eles baixaram seu amigo no aposento
em que Jesus estava falando. Jesus viu o quanto os amigos do homem o ajudaram, e curou o doente. Jesus lhe disse que pegasse sua esteira (cama) e fosse para casa. O homem saiu da casa caminhando e louvando a Deus.
Esta lição fala sobre serviço. Ajudar os outros é uma das maneiras de servir a Deus. E quando tentamos ao máximo ajudar alguém, somos ajudantes de Deus. Ele nos mostrará como ajudar os outros se realmente desejamos e Lhe pedimos orientação.

Decoração da Sala
Colocar no mural da classe, gravuras de alimentos saudáveis, crianças lavando as mãos, dormindo, atravessando cuidadosamente a rua, etc.

Lição Bíblica
Cantar “Estamos Quietinhos” (ver p. 106, CD faixa 11).
Vivenciando a História
Enquanto a história é contada, pedir que auxiliares adultos ajudem as crianças a fazer os gestos a seguir:
Palavras: Ações:
Jesus levantar as mãos

pessoas doentes balançar a cabeça
amigo(s) dar um aperto de mão em alguém
Pessoas em toda a parte logo ficaram sabendo que Jesus [levantar as mãos] podia curar pessoas doentes [balançar a cabeça]. Em todo o lugar aonde Ele ia, grandes multidões vinham para ouvi-Lo e para serem curadas.
Certo dia, Jesus [levantar as mãos] estava ensinando em uma casa. Uma porção de professores importantes chegaram para ouvi-Lo naquele dia. Eles se aglomeraram na pequenina casa com outros que também queriam ouvir Jesus [levantar as mãos].
Outras pessoas também vieram para ver Jesus [levantar as mãos]. Algumas pessoas doentes [balançar a cabeça] também vieram. Elas desejavam que Jesus [levantar as mãos] as curassem.
Mas a casa estava tão cheia que elas não puderam entrar.
Certo homem que não podia andar, nem mesmo se mover, desejava que Jesus [levantar as mãos] o curasse. Ele tinha amigos [aperto de mãos] que decidiram ajudá-lo. Eles o colocaram em uma esteira e o levaram a Jesus [levantar as mãos], mas quando chegaram à casa, eles não puderam entrar, porque a casa estava lotada. Que poderiam fazer?

Eles voltariam para casa? Oh, não! Eles realmente desejavam que seu amigo [aperto de mãos] ficasse curado. Que fariam? Alguém teve uma ideia. Cuidadosamente quatro homens carregaram seu amigo [aperto de mãos] e subiram para o telhado plano pelas escadas do lado de fora da casa. Eles deitaram o amigo [aperto de mãos] ao lado e desmontaram o telhado, fazendo um grande buraco nele. Então, gentilmente desceram seu amigo [aperto de mãos] através do buraco no meio da multidão, bem em frente de Jesus [levantar as mãos].
Jesus [levantar as mãos] sabia que o homem desejava ser curado. Ele também sabia que seus amigos [aperto de mãos] criam que Jesus [levantar as mãos] podia curá-lo. Eles tinham trabalhado muito para ajudar seu amigo [aperto de mãos] doente.
Antes que o homem pedisse para ser curado, Jesus [levantar as mãos] lhe disse:
– Você está perdoado.
Os professores na multidão ficaram chocados. Jesus [levantar as mãos] conhecia seus pensamentos.
Então, Ele disse ao homem que fora curado:
– Levante-se, tome sua cama e vá para casa.
O homem não esperou nem mais um minuto. Levantou-se de um salto, agarrou sua esteira e correu para casa glorificando a Deus. As pessoas na multidão estavam pasmadas. Diziam umas às outras: “Hoje vimos coisas extraordinárias!”

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O Fugitivo Retorna

Lição 3 Primários 16 de outubro de 2010

VERSO PARA DECORAR
“Sirvam [...] de boa vontade, como servindo ao Senhor, e não aos
homens.” Efésios 6:7, NVI.

Resumo da Lição
Onésimo, um escravo pagão, roubou a seu senhor Filemom, um cristão de Colossos, e fugiu para Roma. Ele conheceu Paulo, que partilhou com ele o evangelho. Onésimo ouviu, confessou seus pecados e se tornou cristão. Paulo viu que ele possuía dons especiais de Deus. Ele o convenceu a voltar para a casa de seu senhor, pedir perdão e fazer planos para um futuro de serviço. Em uma carta a Filemom, Paulo contou sobre a conversão de Onésimo, ofereceu-se para pagar qualquer dívida que Onésimo tivesse para com seu senhor. Com bondade e tato, Paulo rogou que Filemom perdoasse o escravo e o recebesse de volta a seu serviço como um irmão em Cristo.
Esta lição fala sobre serviço. Onésimo, outrora escravo, se tornou servo de Deus e de Paulo, Seu servo. Justamente como Paulo encorajou Onésimo a aceitar seu antigo escravo como irmão em Cristo, também Deus nos pede atualmente para servir e aceitar uns aos outros em nosso lar e família.

Lição Bíblica
Vivenciando a Lição
Dar a cada criança uma toalha pequena para ser colocada no braço.
Palavras: Ações:
Onésimo levantar com a toalha sobre o braço e se curvar Filemom levantar e se curvar Paulo levantar e fazer como se estivesse escrevendo Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo] estava muito ocupado quando um jovem com uma mochila às costas se aproximou dele. O jovem estava com roupa de viagem.
Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo] sorriu enquanto assinou a carta que estava escrevendo. Ele a enrolou e a entregou ao jovem.
– Aqui está, Onésimo [levantar com a toalha sobre o braço e se curvar] – disse ele. – Aqui está a carta que escrevi. Ela está endereçada a Filemom, [levantar e se curvar] seu senhor. Entregue a carta a ele assim que chegar em casa. – Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo] para e coloca a mão nos ombros do jovem.
– Eu disse a ele que você é como um filho para mim. Eu sei que no passado você não lhe foi tão útil como tem sido a mim nesses últimos meses. Mas agora você aceitou a Jesus, e O ama. Sei que você servirá a Filemom [levantar e se curvar] tão bem quanto tem servido a mim.
O jovem sorriu timidamente.
– Sabemos que Filemom [levantar e se curvar] está muito zangado por você ter fugido – continuou Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo]. – Mas eu disse a ele que você me
tem ajudado tanto quanto ele teria feito por mim se estivesse aqui. Espero que ele considere isso.
Eu também lhe disse que, embora ainda seja um escravo, você também é seu irmão em Cristo; você se tornou cristão.
Onésimo [levantar com a toalha sobre o braço e se curvar] colocou o braço sobre o ombro de Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo]. Depois, afastando-se um pouco, colocou
a carta na mochila. Enquanto a cabeça estava inclinada, enxugou uma lágrima dos olhos.
Esperava que ninguém tivesse percebido.
– Mais uma coisa – Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo] continuou, enquanto os dois caminhavam em direção à porta. – Eu pagarei tudo que você deve a Filemom [levantar e se curvar], seu senhor. Ele realmente me deve a vida, pois fui eu que lhe falei a respeito de Jesus.
– Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo] sorriu ao parar à saída da porta.
– Eu nunca poderei agradecer-lhe o suficiente! – exclamou Onésimo [levantar com a toalha sobre o braço e se curvar]. Ele lançou a mochila às costas, parando por um momento.
– Apenas volte para casa e sirva a Filemom [levantar e se curvar] tão bem quanto você me serviu. Isso é o que os cristãos devem fazer, filho. Os cristãos servem uns aos outros exatamente onde estão. Agora que você também é cristão, sei que vocês dois vão se entender melhor – disse Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo], dando um tapinha no ombro de Onésimo [levantar com a toalha sobre o braço e se curvar], enquanto ele se voltava para partir.
– Se pudesse, eu conservaria você aqui para me ajudar. Mas você precisa voltar para casa e estar disposto a servir Filemom [levantar e se curvar] primeiro. Quem sabe um dia ele deixe você voltar para me ajudar.
Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo] acenou para Onésimo [levantar com a toalha sobre o braço e se curvar] enquanto ele se voltava rumo à estrada.
– Pedi a Filemom [levantar e se curvar] que prepare um quarto para mim – Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo] acrescentou. – Estou certo de que Deus atenderá às orações dele, e logo poderei me encontrar com vocês dois.
Onésimo [levantar com a toalha sobre o braço e se curvar] acenou pela última vez; então não olhou mais para trás. Ele estava com um pouquinho de medo de voltar para seu senhor, pois ele havia fugido. Mas agora era cristão, e seu coração estava repleto de amor a Deus. Estava pronto para começar a servir de novo a Filemom [levantar e se curvar] como devia. Acima de tudo, Paulo [levantar e fazer como se estivesse escrevendo] lhe ensinara que ser prestativo no lar era uma parte importante do serviço cristão.

Paulo e Onésimo

Viagem a Jerusalém

Lição 3 Juvenis 16 de outubro de 2010

Verso Para Memorizar
“Cada um exerça o dom que recebeu para servir os outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas.” 1 Pedro 4:10.

Resumo da Lição
Várias pessoas usavam seus dons e habilidades para servir a Deus e ajudar o evangelho a avançar: Filipe, o evangelista; as quatro filhas de Filipe, que profetizavam; Ágabo, um profeta da Judeia; Mnasom, que era cristão há muito tempo, todos esses usavam suas diferentes habilidades em várias formas de serviço ao próximo. Embora alguns trouxessem mensagens não muito agradáveis para Paulo, todos faziam exatamente o que Deus lhes ordenava.
Esta lição fala sobre serviço. Deus nos dá diferentes dons espirituais e talentos; Ele usa a soma de todos esses talentos para alcançar pessoas ainda não convertidas. Nem sempre é fácil servir e usar nossos talentos para Deus. Mas, se estivermos dispostos a servir, Ele nos dará a coragem e a força de que precisamos.

Eestudo da Lição
Introduzindo a História Bíblica
Com antecedência, colocar as caixas ou sacolas, umas dentro das outras (da menor à maior). Mostrar aos alunos e perguntar: Que utilidade vocês acham que poderia ter esta caixa? Para que ela serve? Incentivar respostas. Abrir a caixa e retirar a próxima caixa. E esta? Continuar abrindo as caixas até chegar à menor de todas. E esta? É tão pequena, para que poderia servir? Incentivar respostas. Vamos abrir nossas Bíblias e ler juntos o Verso Para Memorizar desta semana que se encontra em 1 Pedro 4:10.
Ler. Da mesma forma que cada caixa pode ser útil, mesmo a menor delas, assim também são os nossos dons espirituais. Como diz a mensagem de hoje:
FAZEMOS A OBRA DE DEUS QUANDO USAMOS NOSSOS DONS
PARA SERVIR AO PRÓXIMO.

Vivenciando a História
Hoje vamos ler Atos 21:1-16. Nesses versos, vocês poderão notar que Deus deu aos cristãos dons especiais, para que pudessem servi-Lo e à Sua igreja. Pedir a vários alunos que leiam Atos 21:1-16 (cada um lê um verso). Dividir o quadro em três colunas.
Escrever um título em cada coluna: Pessoa, Obra, Dom Espiritual. Escolher alguém para escrever no quadro à medida que os alunos responderem as perguntas a seguir:
Quem eram as várias pessoas desse texto que ajudaram a igreja primitiva, ou, mais especificamente, Paulo e seus companheiros?
O que essas pessoas fizeram?
Que dons espirituais essas pessoas demonstraram ter?
Respostas: Os discípulos em Tiro ficaram com eles vários dias, previram que haveria problemas em Jerusalém – hospitalidade e profecia; Ágabo previu a prisão de Paulo em Jerusalém – profecia; Menasom, Paulo e seus companheiros ficaram em sua casa – hospitalidade; Filipe ficou em sua casa – hospitalidade; as filhas de Filipe sem dúvida ofereceram hospitalidade bem como pregaram e profetizaram nos tempos da igreja primitiva.
Deixar espaço para outras respostas no quadro. Se houver tempo continuar preenchendo as colunas na seção Explorando o Texto Bíblico.

Partilhando a Lição
Minha Bandeira: Serviço
Distribuir o material e dar tempo para os alunos fazerem uma bandeira. Pedir que façam na bandeira um acróstico com cada letra do seu nome, criando frases que descrevam maneiras de usarem seus dons e talentos para servir ao próximo.
P - Programar uma visita a uma família carente;

A - Ajudar sempre que eu perceber uma necessidade;
U - Usar o dom da música para ajudar nas programações da igreja;
L - Levar as pessoas a conhecer mais a Bíblia;
O - Orar por aqueles que não conhecem a Cristo.
Quando os alunos terminarem pedir que mostrem à classe o que escreveram em suas bandeiras.

Analisando
Dar tempo para respostas. O que você aprendeu sobre você mesmo ao fazer sua “bandeira”?
Das ideias escritas em sua bandeira, quais pretende colocar em prática na próxima semana?
(Incentivar as ideias dos alunos e um compromisso de fazer pelo menos uma das coisas relacionadas na bandeira. Enfoque particularmente o serviço àqueles que não fazem parte da igreja.)
Lembrar os juvenis que eles são elos na corrente da graça de Deus, que serve e salva a humanidade.
(Mencionar as ideias que aparecem na seção Enriquecimento Para o Professor.) Pedir que repitam a mensagem de hoje.
FAZEMOS A OBRA DE DEUS QUANDO USAMOS NOSSOS DONS
PARA SERVIR AO PRÓXIMO.

Encerramento
Pedir que Deus ajude cada aluno a se sentir uma parte especial de Seu plano para servir e salvar as pessoas ao seu redor, e ajudá-los a encontrar formas de usar seus dons para alcançar o próximo durante esta semana.

Síndrome

Lição 3 dos Adolescentes 16 de outubro de 2010

Texto Bíblico: Isaías 14:12-14; Ezequiel 28:11-17;
Apocalipse 12:7-9.
Comentário: O Grande Conflito, capítulos 29 e 30.
Verso Bíblico: Apocalipse 12:7-9.

I. SINOPSE
Um dos grandes mistérios da história humana tem a ver com a compreensão da origem do mal. Comparado a outros temas bíblicos, há muito pouco revelado a respeito da origem do pecado e quais elementos nutriram essa doença no coração de Lúcifer, o anjo glorioso na sala do trono de Deus. As três passagens que contam a história da origem do pecado são encontradas em Apocalipse 12, Ezequiel 28 e Isaías 14. O mistério da origem do pecado é tão complexo até pelo fato de ser possível. A resposta é bem conhecida: “Porque Deus concedeu à Sua criação o poder de escolha.” Apesar de isso ser verdade, a presença do pecado abre a porta a tanto sofrimento e destruição que é difícil entender o valor eterno de tal liberdade. Deus, porém, não desejava governar o Universo de outra forma. Ellen White afirmou que a fim de o pecado ser erradicado, “devia permitir-se que o mal chegasse a amadurecer” (O Grande Conflito, p. 499). É esse assunto que descreve a visão geral da história da salvação e a mesma história é o ponto principal do propósito mais elevado do Universo: salvar os filhos de Deus e reivindicar Seu caráter diante de todos os seres criados, caídos e não caídos.
Em O Grande Conflito você descobrirá que o problema humano com o pecado vai muito além de Adão e Eva, atingindo toda criatura que espera para ver a maneira como Deus responderá às acusações feitas por Lúcifer. Em Gênesis 3, Satanás levou Adão e
Eva a desobedecerem a Deus e a seguirem seu mesmo objetivo. A essência da mentira de Lúcifer lançou dúvidas na forma de pensar
das pessoas e dos anjos em relação ao Criador. Por fim, aquilo que as pessoas pensam sobre Deus se tornará o pensamento mais importante de qualquer ser humano.

Apresentando o Contexto e o Cenário
Use as informações a seguir para elucidar alguns aspectos da história para seus alunos. Explique em suas próprias palavras. A história da origem do pecado apresentada na lição desta semana fundamenta-se em várias passagens bíblicas.
As passagens encontradas em Isaías e Ezequiel são semelhantes, pois descrevem a obra interna do pecado e seu início em uma das
criaturas de Deus. Além de essas duas passagens bíblicas do Antigo Testamento refletirem o gênero e estilo poético da literatura hebraica, também descrevem Lúcifer como “o rei de Babilônia” ou “o rei de Tiro”. O livro Nisto Cremos (p. 142) afirma que a Bíblia utiliza “os reis de Tiro e de Babilônia como descrições
figurativas de Lúcifer”. Isso se torna claro quando o personagem principal dessas passagens é descrito como:
• Querubim guardião
• Residia na presença de Deus
• Perfeito, sábio e belo
• Estava presente no Éden
Além disso, tanto Isaías quanto Ezequiel descreveram a origem da queda de Lúcifer de forma semelhante:
“Você, que dizia no seu coração: ‘Subirei aos céus; erguerei o meu trono acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembleia, no ponto mais elevado do monte santo.
Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo.’” Isaías 14:13, 14.
“Você era inculpável em seus caminhos desde o dia em que foi criado até que se achou maldade em você [...] seu coração tornou-se orgulhoso por causa da sua beleza, e você corrompeu a sua sabedoria por causa do seu esplendor.” Ezequiel 28:15, 17.
Essas passagens narram com muita clareza a história da obra do pecado em Lúcifer (que se tornou Satanás). Tal descrição não é encontrada em nenhuma outra parte da Bíblia. Vemos a atuação de Satanás, mas a obra terrível do mal que resultou na rebeldia de Lúcifer é mencionada em poucos lugares.
O contexto da terceira história está quase ao centro do livro de Apocalipse. Muitos estudiosos consideram o capítulo 12 como o ponto central ou tema central do último livro da Bíblia. Em outras palavras, o que aconteceu no Céu com Lúcifer, o pecado e a provisão de Deus em Cristo são essenciais àquilo que o revelador viu ao escrever o Apocalipse.
Os que alcançam a vitória o fazem pelo “sangue do Cordeiro” e “a palavra do testemunho” e porque “diante da morte, não amaram a
própria vida”. Essas três qualidades opõem-se diretamente à atitude e ao comportamento de Lúcifer/Satanás. Os “vencedores” são mencionados novamente ao final do capítulo e descritos como aqueles “que obedecem aos mandamentos de Deus e se mantêm fiéis ao testemunho de Jesus” (Apocalipse 12:17). Em O Grande Conflito, Ellen White declarou:
“Sendo a lei do amor o fundamento do governo de Deus, a felicidade de todos os seres criados dependia de sua perfeita harmonia com seus grandes princípios de justiça. Deus deseja de todas as Suas criaturas serviço de amor – homenagem que brote de uma apreciação inteligente de Seu caráter. Ele não tem prazer em uma submissão forçada, e a todos confere vontade livre, para que possam prestar-Lhe serviço voluntário” (p. 493). Apesar de a história da queda humana (Gênesis 3) não estar incluída nessa história, é outra passagem que descreve a maneira astuta e egoísta utilizada por Satanás para enganar os filhos de Deus a seguirem o caminho de rebeldia que escolheu.

Resumo
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O fato de o pecado ter surgido já é difícil de compreender, mas o fato de Deus ter permitido que o mal reinasse tem levado muitos a questionarem o caráter de Deus. Deus não nos condena por termos perguntas a fazer, mas, ao surgirem dúvidas a respeito do que Deus está fazendo para salvar a humanidade e reivindicar o Seu nome, devemos estudar o assunto com humildade e oração. Ao pressionarmos Deus para explicar-Se e não nos dispusermos a nos submeter a Ele, impedimos a atuação da fé em nossa vida e nos equivocamos quanto à nossa participação no plano da salvação. Lúcifer caiu porque escolheu o orgulho em vez de devoção – egoísmo em vez de adoração. O pecado entrou em nosso mundo através da desobediência de Adão e Eva e, por isso, temos a tendência natural de sermos egoístas sem nem mesmo percebermos. Quanto mais pensamos nisso, porém, mais compreendemos que há uma saída. A mensagem de Apocalipse: “Lançado fora o acusador” e nós o vencemos “pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do [nosso] testemunho [...] diante da morte, não [amamos] a própria vida” (Apocalipse 12:10, 11). A história da queda de Lúcifer conta a história de um Deus que anseia que O sirvamos por amor e não por medo – razão pela qual não exterminou de imediato o anjo caído ou os pecadores. Ao se perguntar por que Deus está esperando tanto para acabar com o pecado, lembre-se do que Pedro disse antes de morrer: “Não se esqueçam disto, amados: para o Senhor um dia é como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não demora em cumprir a Sua promessa, como julgam alguns. Ao contrário, Ele é paciente com vocês não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento” (2 Pedro 3:8, 9).

Dicas Para um Ensino de Primeira Linha
Intensificando o Aprendizado
As parábolas são demonstrações convincentes de um princípio ou ideal. Tratam-se de ferramentas de ensino extremamente valiosas, além de simples, claras e inesquecíveis. Na ocasião em que Jesus utilizou a parábola do semeador e dos vários tipos de solo em Mateus 13:1-23, atingiu todos os três objetivos desse método de ensino.
A simplicidade dessa parábola foi óbvia aos presentes, pois viviam num mundo agrícola e sabiam muito bem que o tipo de solo determina se a germinação da planta será bem-sucedida ou não. A lição transmitida também foi muita clara, pois não foram acrescentados detalhes complicados ao simples trabalho de semear e cultivar. Além disso, foi também inesquecível, pois o povo estava familiarizado com o trabalho agrícola. Apesar de os alunos serem capazes de aprender e lembrar-se das parábolas, instrua-os a pensarem como poderiam oferecer uma demonstração convincente de um princípio ou ideal à sua própria
maneira. Ao incentivar nossos alunos a se desenvolverem, intensificamos a experiência do aprendizado.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Selinhos que ganhei

Ganhei da amiga blogueira Cassi do blog http://educareaprendersempre.blogspot.com.

E esse da irmãzinha e amiga blogueira Maristela do blog http://mariscnunes.blogspot.com/

Selinhos Abraço Amigo

Muitíssimo obrigada querida!!!!!

E os dedico a todos vcs meus queridos, seguidores, visitantes e amigos blogueiros, que são pessoas que tem qualidade de verdade.